Com a proibição de embarcar com líquidos nos aviões, a EzGrip resolveu utilizar seu know-how de 10 anos na fabricação de produtos de alta tecnologia e luxo para lançar uma nova marca: Winefit. A solução perfeita para transportar vinhos em viagens aéreas.
São malas exclusivas com excelência de qualidade e padrão exportação, todas feitas à mão especialmente projetadas e revestidas para proteger o vinho das oscilações de temperaturas. A linha é composta de modelos para 2, 6, 12 e até 18 garrafas e também para magnuns e double-magnuns, podendo ser feitas em nylon Cordura 500 ou o couro natural.
As Winefits já fazem sucesso em confrarias, associações de sommeliers, nas viagens de enólogos e amantes de vinho, tornando-se indispensáveis em rotas privilegiadas. Produzem também maletas tiracolo para 2 e 4 garrafas além dos modelos para taças de degustação e até mesmo porta-vinhos para 1 única garrafa.
A Winefit não trabalha com representantes. Por isso, vende direto sempre com o melhor custo/benefício. Sua central de atendimento fica em São Paulo, segue seus telefones.
Televendas: (11) 3271-0386 e (11) 3271-8615
E-mail: vendas@winefit.com.br
Site: www.winefit.com.br
Mostrando postagens com marcador Mundo do Vinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mundo do Vinho. Mostrar todas as postagens
Making Of Casillero del Diablo e Manchester United.
Utilizando tecnologia e um script que liga cavaleiros medievais ao futebol, Casillero del Diablo veiculou com sucesso no Chile sua campanha para a televisão divulgando sua aliança estratégica com a equipe do futebol Inglês Manchester United. Vejam o making of dessa produção e o a seguir o resultado final do comercial.
Novo rótulo inovador de vinho grego mescla conceitos clássicos e modernos.
Continuando a série da revista Adega de rótulos inusitados, segue o vinho grego da marca Lyrarakis que acabou de lançar novos rótulos para o tinto Okto, todos da designer canadense Talia Cohen, da TACNStudio - que já assinou trabalhos para marcas como Virgin e Diesel.
O vinho é produzido em Creta, na Grécia. Pelo país ser um complexo de ilhas, o mar é, desde a Antiguidade, o principal componente do cotidiano grego. Mesmo em Homero é possível ver como os grandes heróis mitológicos tinham de lidar com o Mediterrâneo, como na Odisséia.
Levando em conta a cultura grega nos seus mais diferentes aspectos, desde frutos do mar até mitologia, o rótulo do Okto é marcado pela iconografia de um polvo, produzindo um efeito moderno e, ao mesmo tempo, clássico.
O que você consulta para comprar novos vinhos?
O site Enoeventos está fazendo uma pesquisa a respeito dos hábitos dos consumidores de vinhos. É apenas uma pergunta, ele está querendo saber “o que você consulta para comprar novos vinhos?”
A reposta pode ser de múltipla escolha, basta entrar no site e escolher as alternativas. É importante para todos nós sabermos o que pensam os consumidores de vinhos, só assim as empresas do segmento conseguirão melhorar seus atendimentos e produtos.
Vale a pena votar, entre no link do Enoeventos: www.enoeventos.com.br
Coopervitis, o braço comercial da Acavitis.
Foi lançado durante a Expovinis 2011 a Coopervitis, que será a instituição que irá promover, a partir do estado de São Paulo para todo o Brasil, as vendas coletivas dos vinhos de altitude de Santa Catarina. A Coopervitis é o braço comercial da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude, a Acavitis.
A Coopervitis é a união das vinícolas localizadas nas regiões de São Joaquim, Caçador e Campos Novos. Esta estrutura irá promover as vendas conjuntas, sem intermediários e com preços competitivos de aproximadamente 180 rótulos de vinhos de alta qualidade produzidos por vinícolas filiadas à Acavitis. Uma forma inédita e inovadora de comercialização que irá beneficiar com melhores preços o consumidor brasileiro.
A Coopervitis é a união das vinícolas localizadas nas regiões de São Joaquim, Caçador e Campos Novos. Esta estrutura irá promover as vendas conjuntas, sem intermediários e com preços competitivos de aproximadamente 180 rótulos de vinhos de alta qualidade produzidos por vinícolas filiadas à Acavitis. Uma forma inédita e inovadora de comercialização que irá beneficiar com melhores preços o consumidor brasileiro.
Estudo sugere que vinho caro é desperdício, pois consumidor não nota diferença.
Vinhos mais baratos podem ter o mesmo efeito em termos de paladar que garrafas mais caras, segundo um estudo britânico.
No total, 578 pessoas participaram de uma degustação às cegas durante o Festival de Ciência de Edimburgo, na Escócia, e só na metade dos casos conseguiram identificar quais eram os vinhos caros e quais eram os mais baratos.
Eles experimentaram diversas variedades de vinhos tintos e brancos com preços menores que 5 libras (R$13) e outras safras consideradas superiores vendidas a preços entre 10 e 30 libras (R$ 26 e R$ 78). Na degustação, também havia garrafas de champagne de 17 libras (R$ 44) e de 30 libras (R$ 78).
Os participantes tinham de dizer, então, quais eram os vinhos baratos e quais eram os caros. Mesmo sem saber a resposta, eles teriam 50% de chance de acertar. E foi exatamente isso o que aconteceu.
A conclusão, para os pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, é que muita gente não consegue distinguir os vinhos pelo paladar e pode estar pagando mais caro apenas pelo rótulo.
"Estes resultados são impressionantes. As pessoas não conseguiram notar a diferença entre vinhos caros e baratos, então nesse momento de dificuldades financeiras a mensagem é clara: os vinhos baratos que testamos tinham um gosto tão bom quanto as garrafas caras", disse o psicólogo Richard Wiseman, que conduziu o estudo.
No total, 578 pessoas participaram de uma degustação às cegas durante o Festival de Ciência de Edimburgo, na Escócia, e só na metade dos casos conseguiram identificar quais eram os vinhos caros e quais eram os mais baratos.
Eles experimentaram diversas variedades de vinhos tintos e brancos com preços menores que 5 libras (R$13) e outras safras consideradas superiores vendidas a preços entre 10 e 30 libras (R$ 26 e R$ 78). Na degustação, também havia garrafas de champagne de 17 libras (R$ 44) e de 30 libras (R$ 78).
Os participantes tinham de dizer, então, quais eram os vinhos baratos e quais eram os caros. Mesmo sem saber a resposta, eles teriam 50% de chance de acertar. E foi exatamente isso o que aconteceu.
A conclusão, para os pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, é que muita gente não consegue distinguir os vinhos pelo paladar e pode estar pagando mais caro apenas pelo rótulo.
"Estes resultados são impressionantes. As pessoas não conseguiram notar a diferença entre vinhos caros e baratos, então nesse momento de dificuldades financeiras a mensagem é clara: os vinhos baratos que testamos tinham um gosto tão bom quanto as garrafas caras", disse o psicólogo Richard Wiseman, que conduziu o estudo.
Esporão divulga seus primeiros vinhos do Douro.
O Esporão apresentou ao mercado os vinhos da Quinta dos Murças, Reserva 2008, Assobio 2009 e Tawny 10 anos, marcando o início de um projeto onde pretende contribuir para a realização do enorme potencial daquela região vitivinícola.
Todos os vinhos têm origem na Quinta dos Murças, propriedade emblemática com 156 hectares situada perto da aldeia de Covelinhas, no coração da região vitivinícola, com 60 hectares de vinha e propriedade da empresa desde 2008.
Para João Roquette, Administrador Delegado do Grupo Esporão, "apesar de ser a região demarcada mais antiga do mundo, o Douro tem ainda um enorme potencial de crescimento e espaço para inovação". Sobre a abordagem diferenciadora que dita a entrada do Esporão na região, João Roquette salienta que "todas as fases deste projeto foram pensadas e trabalhadas para que a do Esporão chegada a esta magnífica região contribua com algo de verdadeiramente novo e relevante. Acredito que os primeiros vinhos que agora apresentamos são o reflexo dessa vontade".
Os produtos Esporão são representados no Brasil pela Qualipor, veja abaixo os contatos:
Site – www.qualimpor.com.br
Blog – www.qualimpor.com.br/blog/esporao
Facebook – facebook.com/esporao
Twitter – twitter.com/vinhoesporao
Todos os vinhos têm origem na Quinta dos Murças, propriedade emblemática com 156 hectares situada perto da aldeia de Covelinhas, no coração da região vitivinícola, com 60 hectares de vinha e propriedade da empresa desde 2008.
Para João Roquette, Administrador Delegado do Grupo Esporão, "apesar de ser a região demarcada mais antiga do mundo, o Douro tem ainda um enorme potencial de crescimento e espaço para inovação". Sobre a abordagem diferenciadora que dita a entrada do Esporão na região, João Roquette salienta que "todas as fases deste projeto foram pensadas e trabalhadas para que a do Esporão chegada a esta magnífica região contribua com algo de verdadeiramente novo e relevante. Acredito que os primeiros vinhos que agora apresentamos são o reflexo dessa vontade".
Os produtos Esporão são representados no Brasil pela Qualipor, veja abaixo os contatos:
Site – www.qualimpor.com.br
Blog – www.qualimpor.com.br/blog/esporao
Facebook – facebook.com/esporao
Twitter – twitter.com/vinhoesporao
Empresa lança dispositivo acoplável para facilitar a difícil tarefa de abrir espumantes.
Abrir uma garrafa de vinho é uma tarefa muito mais complicada do que parece, e envolve uma série de cuidados para não prejudicar de alguma maneira o sabor e os aromas da bebida. Quando se tratam de garrafas de espumantes, então, o assunto é ainda mais delicado, já que a pressão exercida pelas borbulhas dificulta e muito o processo correto de abertura.
Pensando nisso, a Alcan Packaging, empresa especializada em embalagens, gastou três anos de pesquisa e mais de um milhão de euros para desenvolver um novo dispositivo para abrir garrafas de espumantes de uma maneira muito mais fácil, simples e correta.
O nome do novo produto é Maestro, e chega agora ao mercado sendo testado pela casa de champanhes francesa Duval-Leroy. O dispositivo, que utiliza uma capa plástica para agarrar a garrafa pelo pescoço e tem fácil adesão a diversos materiais, será acoplado em 2000 garrafas premiuns.
Embora a promessa de praticidade e garantia de qualidade do Maestro seja o carro chefe da divulgação do produto, uma série de críticos ainda demonstra preocupação com o lançamento. O temor, como sempre, é que o plástico possa exercer algum tipo de prejuízo ao gosto da bebida ou que as bolhas do espumante possam escapar. Mas, os que já testaram o dispositivo garantem que a novidade chega para ficar.
Pensando nisso, a Alcan Packaging, empresa especializada em embalagens, gastou três anos de pesquisa e mais de um milhão de euros para desenvolver um novo dispositivo para abrir garrafas de espumantes de uma maneira muito mais fácil, simples e correta.
O nome do novo produto é Maestro, e chega agora ao mercado sendo testado pela casa de champanhes francesa Duval-Leroy. O dispositivo, que utiliza uma capa plástica para agarrar a garrafa pelo pescoço e tem fácil adesão a diversos materiais, será acoplado em 2000 garrafas premiuns.
Embora a promessa de praticidade e garantia de qualidade do Maestro seja o carro chefe da divulgação do produto, uma série de críticos ainda demonstra preocupação com o lançamento. O temor, como sempre, é que o plástico possa exercer algum tipo de prejuízo ao gosto da bebida ou que as bolhas do espumante possam escapar. Mas, os que já testaram o dispositivo garantem que a novidade chega para ficar.
Robert Parker não degustará mais vinhos da Califórnia e preocupa norte-americanos.
Ícone no que se refere à crítica de vinhos em todo o mundo, Robert Parker, 63 anos, ganhou fama e notoriedade no mundo dos vinhos. Suas avaliações, que chegam aos 100 pontos, viraram sinônimo de qualidade para os melhores rótulos do planeta. Ter o aval do mais renomado degustador é o grande sonho de qualquer produtor. Porém, com a agenda cada vez mais lotada, o norte-americano criou uma equipe de avaliadores para trabalhar ao seu lado e, cada vez mais, delega algumas de suas funções para seus parceiros de confiança.
Sendo assim, este mês Parker anunciou que a partir de agora só degustará vinhos das regiões de Bordeaux e Rhône, na França, além de safras antigas em todo o mundo. Portanto, uma das últimas regiões que ainda restavam na agenda do avaliador, justamente a Califórnia, em seu país de origem, passará a ter apenas as safras antigas e históricas degustadas pelo ícone.
Medida semelhante já havia sido tomada por Parker na Alemanha, deixando os produtores locais bastante preocupados. Após um período de incertezas, notou-se que, mesmo sem ser o próprio norte-americano a degustar, os vinhos que recebiam boas avaliações de membros de sua equipe obtinham o mesmo sucesso.
Preocupação semelhante, portanto, vem sendo notada na Califórnia, com o mercado vinícola da região agitado diante do anúncio de Parker. Porém, se o rumo dos acontecimentos nos EUA seguir da mesma maneira que se viu na Alemanha, a aflição será passageira e os bons vinhos da região continuarão tendo grande valor no mercado mundial.
Sendo assim, este mês Parker anunciou que a partir de agora só degustará vinhos das regiões de Bordeaux e Rhône, na França, além de safras antigas em todo o mundo. Portanto, uma das últimas regiões que ainda restavam na agenda do avaliador, justamente a Califórnia, em seu país de origem, passará a ter apenas as safras antigas e históricas degustadas pelo ícone.
Medida semelhante já havia sido tomada por Parker na Alemanha, deixando os produtores locais bastante preocupados. Após um período de incertezas, notou-se que, mesmo sem ser o próprio norte-americano a degustar, os vinhos que recebiam boas avaliações de membros de sua equipe obtinham o mesmo sucesso.
Preocupação semelhante, portanto, vem sendo notada na Califórnia, com o mercado vinícola da região agitado diante do anúncio de Parker. Porém, se o rumo dos acontecimentos nos EUA seguir da mesma maneira que se viu na Alemanha, a aflição será passageira e os bons vinhos da região continuarão tendo grande valor no mercado mundial.
Terremoto na Nova Zelândia "preserva" as regiões vinícolas.
Independente da religiosidade, das crenças, o que seja, ou até mesmo do destino ou da sorte, os produtores da região vinícola Canterbury têm muito a agradecer. Isso porque o terrível terremoto que assolou a cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, não causou grandes destruições nas áreas dos vinhedos.
Uma funcionária de uma das adegas, Celia Bosman, afirma que devido à empresa estar mais afastada do epicentro, quase nenhum estrago ocorreu. Diferente de outro terremoto registrado há alguns anos na região, quando, segundo Celia, a empresa obteve grandes prejuízos. O primeiro ministro John Key confirmou que até o momento 75 pessoas haviam morrido, seis horas após o ocorrido.
O terremoto com magnitude 6.3 ocorreu por volta das 12h51, mas aos vinhedos causaram poucos estragos, já que a parte mais atingida ficou na região leste da cidade, em Lyttelton, não se espalhando para a região oeste, região onde ficam as vinícolas.
O sistema de denominação de origem dos vinhos portugueses.
Semelhantemente ao sistema italiano, Portugal escala seus vinhos em graus de qualidade, especificando apenas as macrorregiões, não possuindo um sistema detalhado de sub-regiões específicas, como na França. A regra vale para todas as regiões, exceto para os vinhos do Porto e Madeira, que possuem um sistema próprio.
Vinho Regional: Determina os vinhos produzidos em macrorregiões, por exemplo, Vinho Regional do Douro, Vinho Regional Alentejano etc. Não precisa declarar a safra.
Indicação de Proveniência Regulamentada, IPR: O longo nome indica que o vinho é um candidato a subir mais um degrau na escala da qualidade. Estão acima da categoria Vinho Regional e começam a ser interessantes, podendo apresentar boa relação qualidade x preço.
Denominação de Origem Controlada, DOC: Vinhos de qualidade que são identificados e fiscalizados com rigor maior que as categorias anteriores. Nesta categoria há a exigência sobre a quantidade mínima de álcool e de período de amadurecimento em madeira.
Garrafeira: Trata-se de um vinho DOC, de categoria reserva e que, para ostentar este adjetivo, precisa ser armazenado pelo mínimo por três anos na adega, sendo dois deles em barricas.
Reserva: Vinho que apresenta graduação alcoólica superior à exigida para a região e que passa no mínimo dois anos em adega, sendo obrigatório um ano em barricas.
Produtores revelam enormes prejuízos no setor vitivinícola australiano após enchentes.
As terríveis enchentes que assolaram o território australiano nos últimos dois meses não deixaram tantas vítimas fatais como as registradas no Brasil, mas nem por isso deixaram de causar uma série de prejuízos ao país. E um dos setores mais afetados, infelizmente, foi o da viticultura.
Autoridades locais estimam que mais de nove mil residentes da região de Victoria tiveram de ser evacuadas de suas casas, com mais de um quarto do Estado estando ainda ameaçado pelas enchentes. Não bastasse este representativo número, produtores da região estimam que aproximadamente 20% das áreas destinadas à produção de vinhos foram destruídas pelas fortes chuvas e inundações.
As regiões de Grampians, Great Western e Pyrenees, a oeste do Estado, foram as mais afetadas e tiveram grande parte de sua produção afetada. Trabalhadores da vinícola Mount Avoca, em Pyrenees, tiveram de cobrir as plantas com lonas de plástico após a chuva quebrar as barreiras de uma represa, causando grandes danos às plantações. "Perdemos todos os nossos Cabernet e cerca de metade de todas as plantações", lamentou o diretor da vinícola, Matthew Barry. "Chegamos a encontrar nove quilos de peixes em um de nossos pastos alagados. O almoço, pelo menos, estava garantido", brinca o produtor.
Em Great Western, que não está acostumada a ser uma região com risco de enchentes, a vinícola Best's Wines' Concongella chegou a registrar oito polegadas de pluviosidade em menos de 48 horas, com a água chegando à altura de um metro nas vinhas. Já a tradicional vinícola Seppelts Winery tornou-se ponto de evacuação para residentes locais desabrigados.
Outra região que está bastante afetada é o Sudeste da Austrália. No Clare Valley, outra região vinícola, os produtores estimam que mais de 10% das plantações já foram afetadas pelas pragas e fungos. "Os produtores de vinhos da Austrália estão sendo desafiados neste momento, devido ao solo molhado e úmido, e terão de realizar um esforço enorme para garantir que as uvas serão entregues maduras e livres das doenças", afirma Alister Purbrick, CEO e enólogo da vinícola Tahbilk, na região central de Victoria.
Embora ainda dependa das condições do tempo nos próximos meses, estima-se que a safra australiana de vinhos este ano tenha 1.4 milhão de toneladas a menos do que o normal, um grande prejuízo para um mercado cada vez mais em ascensão.
Autoridades locais estimam que mais de nove mil residentes da região de Victoria tiveram de ser evacuadas de suas casas, com mais de um quarto do Estado estando ainda ameaçado pelas enchentes. Não bastasse este representativo número, produtores da região estimam que aproximadamente 20% das áreas destinadas à produção de vinhos foram destruídas pelas fortes chuvas e inundações.
As regiões de Grampians, Great Western e Pyrenees, a oeste do Estado, foram as mais afetadas e tiveram grande parte de sua produção afetada. Trabalhadores da vinícola Mount Avoca, em Pyrenees, tiveram de cobrir as plantas com lonas de plástico após a chuva quebrar as barreiras de uma represa, causando grandes danos às plantações. "Perdemos todos os nossos Cabernet e cerca de metade de todas as plantações", lamentou o diretor da vinícola, Matthew Barry. "Chegamos a encontrar nove quilos de peixes em um de nossos pastos alagados. O almoço, pelo menos, estava garantido", brinca o produtor.
Em Great Western, que não está acostumada a ser uma região com risco de enchentes, a vinícola Best's Wines' Concongella chegou a registrar oito polegadas de pluviosidade em menos de 48 horas, com a água chegando à altura de um metro nas vinhas. Já a tradicional vinícola Seppelts Winery tornou-se ponto de evacuação para residentes locais desabrigados.
Outra região que está bastante afetada é o Sudeste da Austrália. No Clare Valley, outra região vinícola, os produtores estimam que mais de 10% das plantações já foram afetadas pelas pragas e fungos. "Os produtores de vinhos da Austrália estão sendo desafiados neste momento, devido ao solo molhado e úmido, e terão de realizar um esforço enorme para garantir que as uvas serão entregues maduras e livres das doenças", afirma Alister Purbrick, CEO e enólogo da vinícola Tahbilk, na região central de Victoria.
Embora ainda dependa das condições do tempo nos próximos meses, estima-se que a safra australiana de vinhos este ano tenha 1.4 milhão de toneladas a menos do que o normal, um grande prejuízo para um mercado cada vez mais em ascensão.
França volta a ser o maior produtor de vinhos.
A França recuperou seu lugar de primeiro produtor mundial de vinhos em 2010, ocupando o lugar que no ano anterior pertencia à Itália. De acordo com o estudo de prospectiva publicado na Vinexpo, salão de amostras de vinhos que ocorreu em Hong Kong, em 2010, o país francês foi coroado o maior país produtor de vinhos finos do planeta.
Com a queda no ranking da Itália, Estados Unidos, África do Sul e Alemanha, a França voltou a liderar com uma produção estimada em 5.030 milhões de garrafas.
Porém, segundo este estudo, até 2014 a produção francesa sofrerá uma queda de 0,7% ao ano. Contudo, isso não deve impedir os franceses de seguirem líderes no mercado, já que desde os anos 60 o consumo interno no país sofria uma queda de 2% anualmente, mas a partir de 2005 esta queda diminuiu para 1,4% ao ano. Caso continue neste ritmo a tendência é melhorar.
Já em relação aos tipos de vinhos, o consumo aumenta quanto aos rosés, cerca de 19,8%, e dos espumantes, 4,62%, estabilizando a França como o primeiro consumidor mundial de vinhos rosés e segundo lugar de espumantes. De acordo com o estudo, as exportações de vinhos franceses entre 2005 e 2009 sofreram queda em valor, cerca de 1,1%, mas aumentaram em volume, 9,4%.
Com a queda no ranking da Itália, Estados Unidos, África do Sul e Alemanha, a França voltou a liderar com uma produção estimada em 5.030 milhões de garrafas.
Porém, segundo este estudo, até 2014 a produção francesa sofrerá uma queda de 0,7% ao ano. Contudo, isso não deve impedir os franceses de seguirem líderes no mercado, já que desde os anos 60 o consumo interno no país sofria uma queda de 2% anualmente, mas a partir de 2005 esta queda diminuiu para 1,4% ao ano. Caso continue neste ritmo a tendência é melhorar.
Já em relação aos tipos de vinhos, o consumo aumenta quanto aos rosés, cerca de 19,8%, e dos espumantes, 4,62%, estabilizando a França como o primeiro consumidor mundial de vinhos rosés e segundo lugar de espumantes. De acordo com o estudo, as exportações de vinhos franceses entre 2005 e 2009 sofreram queda em valor, cerca de 1,1%, mas aumentaram em volume, 9,4%.
Blog realizará evento para expandir o conhecimento sobre os vinhos espanhóis.
Buscando novas alternativas para expandir o conhecimento, o blogueiro Lenn Thompson, do site de vinhos Nova York Report, fará a 70º edição do El Wine Blog Wednesday (blog do vinho de quarta-feira). O blog Caravino será anfitrião desse evento, que busca reunir internautas do mundo inteiro para que publiquem suas opiniões sobre os vinhos espanhóis, sobretudo os vinhos de algumas regiões como Arribes, Txakoli de Alava e Ribera del Guadiana.
O evento, que ocorre no dia 16 de fevereiro, visa reunir os fanáticos por vinhos que tenham disposição para acessar o blog e publicar uma nota sobre algum produto espanhol, publicando no Twitter com o código "#WBW70" e enviando o texto para o e-mail do blog Catavino. O objetivo é conseguir uma grande variedade de vinhos ao longo do dia, contribuindo para a difusão do conhecimento das pessoas perante os vinhos espanhóis.
O blog Catavino publicará na página inicial um resumo sobre os produtos enviados pelos blogueiros e fãs que participaram do evento. Para participar é simples, é necessário enviar uma resenha sobre algum vinho espanhol para o e-mail: contact@catavino.net , com o título: "WBW #70 Submission".
O evento, que ocorre no dia 16 de fevereiro, visa reunir os fanáticos por vinhos que tenham disposição para acessar o blog e publicar uma nota sobre algum produto espanhol, publicando no Twitter com o código "#WBW70" e enviando o texto para o e-mail do blog Catavino. O objetivo é conseguir uma grande variedade de vinhos ao longo do dia, contribuindo para a difusão do conhecimento das pessoas perante os vinhos espanhóis.
O blog Catavino publicará na página inicial um resumo sobre os produtos enviados pelos blogueiros e fãs que participaram do evento. Para participar é simples, é necessário enviar uma resenha sobre algum vinho espanhol para o e-mail: contact@catavino.net , com o título: "WBW #70 Submission".
Arqueólogos encontram vinícola mais antiga do mundo, na Armênia.
Nesta terça-feira, Arqueólogos afirmaram ter encontrado a mais antiga vinícola do mundo, na Armênia. A descoberta indica que humanos produziram vinho na Idade do Cobre, há mais de 6,000 anos atrás.

"Essa é, até agora, a mais velha instalação de produção de vinho que se tem notícia, com prensa, fermentação e jarros de armazenamento", declarou Hans Barnard, que assina o artigo do estudo publicado na terça-feira pelo Journal of Archaeological Science.
Os artefatos foram descobertos por arqueólogos da Alemanha, Estados Unidos e Armênia, na região sul do país, nas proximidades do Irã, e perto de uma vila que ainda produz seu velho vinho.
Esses artefatos foram encontrados no mesmo lugar onde em junho de 2010, Arqueólogos descobriram perfeitamente preservados um mocassim de couro de 5,500 anos, considerado o mais velho do mundo.
A identidade dos antigo produtores de vinho da Armênia permanece um mistério, mas cientistas disseram acreditar se tratar de antecessores do povo Kura-eixos, um grupo precoce da Transcaucásia.
Fonte: Revista Adega

"Essa é, até agora, a mais velha instalação de produção de vinho que se tem notícia, com prensa, fermentação e jarros de armazenamento", declarou Hans Barnard, que assina o artigo do estudo publicado na terça-feira pelo Journal of Archaeological Science.
Os artefatos foram descobertos por arqueólogos da Alemanha, Estados Unidos e Armênia, na região sul do país, nas proximidades do Irã, e perto de uma vila que ainda produz seu velho vinho.
Esses artefatos foram encontrados no mesmo lugar onde em junho de 2010, Arqueólogos descobriram perfeitamente preservados um mocassim de couro de 5,500 anos, considerado o mais velho do mundo.
A identidade dos antigo produtores de vinho da Armênia permanece um mistério, mas cientistas disseram acreditar se tratar de antecessores do povo Kura-eixos, um grupo precoce da Transcaucásia.
Fonte: Revista Adega
Um dia muito especial!
Quero agradecer a todos os amigos que visitaram o blog no dia de ontem (6/12), foram 1.178 visitas, um recorde pessoal para o "Vinhos Bons e Baratos!" que por ser ainda muito novo, tem menos de dois anos, atinge um número muito expressivo de visitas em um único dia!Outro número muito interessante são os 2.000 amigos que estão no Facebook do blog que existe a apenas seis meses! Enfim quero apenas agradecer a todos que visitam, apóiam e gostam do blog, que procura focar seus post principalmente em vinhos para todos os "bolsos"!
Saúde!
Novidades marcam 5ª Mostra Internacional de Vinhos em Campinas.
A 5ª Mostra Internacional de Vinhos (MIV), que será realizada no dia 11 de setembro no Royal Palm Plaza Resort, em Campinas, traz novidades este ano aos consumidores. Uma delas é o “VIP Wine Tours”. Nesta atração, o participante fará um tour privativo pela mostra acompanhado de um guia exclusivo, percorrendo os estandes das importadoras e fabricantes para a apresentação de vinhos especiais em cada tema. O passeio terá degustação de vinhos de uma única uva, com origem em diversos países.Outro destaque será a degustação Top Bordeaux, na qual um número limitado de apreciadores terá a oportunidade de saborear vinhos exclusivos, com destaques para o Ch. Palmer 2002 (94 pontos Parker) e Ch. Pichon-Baron 2004 (93 pontos Parker).
A MIV expõe as principais marcas em formato Table Top, onde os expositores apresentam as garrafas sobre a mesa, oferecendo o produto para degustação. Mesas de frutas e antepastos estarão à disposição dos consumidores para acompanhar a degustação. “A Mostra tornou-se um importante ponto de encontro de profissionais e de pessoas interessadas em conhecer o que há de melhor no mercado. É uma oportunidade para encontrar vinhos dos mais diferentes países em um único local, para degustar e comparar”, explica a organizadora do evento, Midory Vianna.
Ao adquirir o ingresso o participante tem direito a uma taça exclusiva e a degustar mais de 300 tipos de vinhos nacionais e importados. Para participar das palestras sobre iniciação à degustação de vinhos, noções de harmonização enogastronômica, VIP Wine Tours e Top Bordeaux será cobrado uma taxa à parte.
5ª Mostra Internacional de Vinhos (MIV) - Campinas
Local: Royal Palm Plaza Resort Campinas.
Av. Royal Palm Plaza, 277, Jardim Nova Califórnia
Data: 11 de setembro
Horário: das 14 às 21 horas
Informações: contato@mivcampinas.com.br
Telefone (19) 3254-3400
Quem bebe de duas a três taças de vinho por dia vive mais, comprova estudo.
Os amantes do vinho podem comemorar. Um estudo acaba de comprovar que pessoas que bebem duas ou três taças por dia vivem mais. Especialistas da Universidade do Texas e da Universidade de Palo Alto, na Califórnia, analisaram 1.824 adultos, de idade entre 55 e 65 anos, durante um período de duas décadas. Eles descobriram que aqueles que consumiram álcool com moderação apresentaram menos propensões a morrer, do que aqueles que não ingeriram vinho ou destilados, ou os que beberam abusivamente.O resultado refutou antigas críticas a conclusões semelhantes sobre álcool e longevidade. Estudos anteriores incluíam no grupo de pessoas que se abstinham de bebidas, antigos alcoólatras com problemas de saúde. Neste trabalho, no entanto, os especialistas das universidades norte-americanas descobriram que, mesmo após a exclusão de ex-alcoólatras e pessoas com outros problemas de saúde, como obesidade, os consumidores moderados ainda viviam mais do que os abstêmios.
A pesquisa, liderado pelo professor Charles Holahan da Universidade do Texas, destaca que os efeitos protetores do álcool parecem estar ligados intrinsecamente ao consumo regular e moderado. "As pessoas que ingerem uma quantidade abusiva - mesmo quando o consumo continua moderado - estão associadas a um aumento no risco de doenças cardiovasculares", explicou.
No geral, os voluntários que não beberam tiveram 49% a mais de chances de morrer durante os 20 anos do estudo, do que os que consumiam com moderação. Da mesma maneira, bebedores abusivos apresentaram riscos 42% maiores. Os resultados também mostraram que o consumidor moderado vive mais do que o consumidor leve, considerado aquele que bebe menos de uma taça de vinho por dia.
Segundo o jornal Alcoholism: Clinical & Experimental Research, períodico onde o estudo será publicado, o consumo moderado de vinho é de duas a três taças por dia. Passando desse número, a ingestão já é considerada excessiva.
Resveratrol pode auxiliar na regeneração do coração, diz estudo.
Quando parece que não se pode mais achar características benéficas do resveratrol para a saúde, mais uma é encontrada. Um grupo de cientistas da Universidade de Connecticut acaba de publicar um estudo que sugere que a substância encontrada nas cascas e sementes da uva possa auxiliar nos tratamentos de regeneração do coração.Em uma experiência com ratos, especialistas do Centro de Investigação Cardiovascular da universidade norte-americana utilizaram células-tronco para tentar consertar danos causados ao coração. Eles fizeram incisões no órgão muscular e, em seguida, suturaram a ferida, simulando um ataque cardíaco nos animais. As células foram injetadas diretamente no coração, para que a equipe pudesse ver se elas se transformavam em tecido cardíaco novo e começavam a curar a ferida.
Apesar de não terem conseguido viver durante muito tempo, as células-tronco sobreviveram durante um período quatro vezes maior quando estavam na presença do resveratrol. Logo, os pesquisadores puderam constatar que a substância do vinho tinto pode aumentar a taxa de sobrevivência desses tipos de células. De acordo com a conclusão do estudo, quando o resveratrol e as células-tronco foram usados em conjunto, a função cardíaca melhorou significativamente, em comparação com o tecido do coração tratado por si só.
Fonte: Revista Adega
Vale dos Vinhedos faz pedido de registro da primeira D.O. brasileira.
O pedido de registro da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (D.O.V.V.) foi protocolado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, no Rio de Janeiro. Segundo a entidade, a previsão é de que até o final de outubro a D.O.V.V. seja confirmada e se torne a primeira Denominação de Origem brasileira.
Nove documentos que comprovam a identidade e qualificação da região foram encaminhados ao instituto, e o presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), Aldemir Dadalt, já antecipa a comemoração. "Já temos um grande número de vinhos prontos que seguem as normas da certificação. Estamos animados e ansiosos para receber a primeira D.O. brasileira", disse ele.
Apesar do certificado ainda não ter sido obtido, os vinhos de sete vinícolas já estão sendo avaliados pelos novos parâmetros. 400 mil garrafas agora passam por análises fisio-químicas na Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e no Laboratório de Referência Enológica (Laren).
Nove documentos que comprovam a identidade e qualificação da região foram encaminhados ao instituto, e o presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), Aldemir Dadalt, já antecipa a comemoração. "Já temos um grande número de vinhos prontos que seguem as normas da certificação. Estamos animados e ansiosos para receber a primeira D.O. brasileira", disse ele.
Apesar do certificado ainda não ter sido obtido, os vinhos de sete vinícolas já estão sendo avaliados pelos novos parâmetros. 400 mil garrafas agora passam por análises fisio-químicas na Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e no Laboratório de Referência Enológica (Laren).
Assinar:
Postagens (Atom)










