Não há nada que combine melhor com um jantar romântico que um bom vinho, vai muito bem também em uma reunião de amigos ou nos happy hours, que dirá em uma grande festa e é imbatível em frente a uma lareira. Branco, tinto, rosé, reserva, nova colheita, do Douro ou de Bordeaux, vinho encorpado ou espumante, as opções chegam a ser tantas quanto as dúvidas.
Muitas pessoas escolhem uma garrafa de vinho porque são atraídas pela forma moderna das garrafas ou pelo design irresistível dos rótulos e não há nada de errado nisso, aliás, esse é mesmo o objetivo, levar as pessoas a comprarem! Claro que pode acertar em cheio e encontrar um verdadeiro néctar dos deuses ou então a “embalagem” pode ganhar ao conteúdo. Para principiantes, é uma boa maneira de iniciar a sua carreira de connaisseur de vinhos, mas existem ainda outras dicas para fazer dessas primeiras escolhas, a escolha acertada! Vamos a algumas delas.
1) A ocasião e/ou a refeição em que será servido o vinho, pode ser o principal guia para a sua escolha. Embora cada vez mais discutida, a regra de ouro, tinto para pratos de carne e branco para pratos de peixe, continua a valer e é um bom começo quando estiver frente a frente com centenas de garrafas! Porém, não tenha receio de inovar, afinal um vinho não é para ser bebido, é para ser apreciado!
2) O preço é um fator que pode perfeitamente orientar a escolha de uma garrafa de vinho, existindo garrafas que vão de poucos, a dezenas ou até mesmo centenas de Reais, e tudo na mesma prateleira! Como saber? Claro que uma garrafa de vinho que custe R$ 200,00 terá de ser obviamente de maior qualidade quando comparada com uma de R$ 20,00, mas isto não quer dizer que a mais barata seja horrível! Se ainda é um amador na questão dos vinhos e não tem a certeza absoluta de qual escolher; escolha o mais barato para depois não “chorar o prejuízo”. Se, por outro lado, não tiver nada a perder, experimente um vinho mais caro, já diz o velho ditado “quem não arrisca, não petisca”!
3) A graduação alcoólica, mais ou menos elevada, é outra característica que pode ajudar na decisão por este ou aquele vinho. O grau de álcool visível no rótulo da garrafa em forma de percentagem corresponde ao número de litros de álcool por cada 100 litros de vinho. Na prática, um vinho com uma percentagem mais elevada é mais “encorporado”, mais forte; enquanto um vinho com uma percentagem de álcool reduzida é, naturalmente, menos “encorporado”, ou seja, mais leve.
4) Procure uma adega ou supermercado com pessoas especializadas que possam ajudá-lo na escolha das suas primeiras garrafas ou na compra de um vinho para uma ocasião especial. Veja com calma, faça as perguntas que quiser e não desespere na busca de uma boa garrafa de vinho, a escolha deve ser o início dos muitos prazeres associados ao maravilhoso mundo dos vinhos. Porém, não deixe ninguém pressioná-lo durante o processo de escolha, obrigando-o a comprar esta ou aquela marca, ou a gastar mais dinheiro do que pensava.
5) Mantenha uma lista dos vinhos que mais apreciou e, porque não, daqueles que definitivamente não quer voltar a comprar! Inclua notas sobre o que gostou mais e menos, a reação das pessoas a quem foi servido e o preço. Com uma seleção pessoal e atualizada de vinhos aprovados e desaprovados, as próximas compras serão bem mais fáceis!
6) Não se limite à sua lista, sempre que possa vá experimentando vinhos de regiões, países ou anos diferentes, afinal de contas, se você não come a mesma comida todos os dias, porque beber sempre o mesmo vinho? Metade do prazer está no experimentar, até porque o vinho pode proporcionar-lhe “viagens” por todo o mundo!
7) Para se tornar um verdadeiro expert, existem várias ferramentas úteis que o possam orientar na magnífica aventura pelos sabores e aromas dos vinhos: desde revistas e sites especializados, passando pelos blogs, a experiências mais práticas, como os cursos de degustação de vinho ou as próprias degustações que são realizadas com freqüência em lojas especializadas, bares e restaurantes.
Fonte: Priscila Medeiros
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Rótulos: Quem vê cara, não vê coração?
Redondos, quadrados, pequenos, grandes, bonitos e feios, são
aos milhões os rótulos em todo o mundo. Elo de ligação entre produção e
consumo, desde sempre tiveram particular importância para o mercado do vinho. Normalmente,
os rótulos de vinho que atraem nossa atenção são aqueles com belas ilustrações,
desenhos elegantes e inteligente senso de humor. Quando design e função trabalham
em harmonia, o efeito “memória” pode ser o principal gatilho à fixação da
marca.
Alguns rótulos de vinhos são incríveis obras de arte. Esses rótulos podem ser tão bonitos, que estabelecem um desafio para o vinho ultrapassar a sua própria embalagem. Obras de arte de artistas famosos são muitas vezes incorporadas no desenho de um rótulo, e trazem uma sensação de familiaridade com a etiqueta. O uso de tipografia ajuda a criar e transmitir uma sensação que o conteúdo da garrafa pode ultrapassar o simples significado das palavras. Seja o texto discreto, básico, ou ousado, a tipografia é uma eficaz ferramenta nos rótulos.
Um rótulo, por si só, garante-nos a legalidade do produto mas não obrigatoriamente a qualidade desejada. Em todo o mundo, continua a ser mais a idoneidade e consistência do produtor que assegura que levamos para casa o produto que pretendemos. Contudo, as novas marcas, num mercado de crescente concorrência, para conquistar e fidelizar clientes apostam na apresentação do vinho para fixar sua marca.
Nesta luta, os designativos especiais de qualidade têm sido impiedosamente utilizados. E muitos dos melhores vinhos não utilizam qualquer destes artifícios, mas, ainda assim, continuam a assegurar uma qualidade a seus vinhos, dos mais simples aos mais sofisticados: Superior, Escolha, Colheita, Seleccion, Reserva (e não “Reservado”), Gran Reserva, entre outras designações, ajudam o consumidor a escolher os melhores vinhos.
Veja alguns exemplos e entenda as informações impressas nos rótulo:
Alguns rótulos de vinhos são incríveis obras de arte. Esses rótulos podem ser tão bonitos, que estabelecem um desafio para o vinho ultrapassar a sua própria embalagem. Obras de arte de artistas famosos são muitas vezes incorporadas no desenho de um rótulo, e trazem uma sensação de familiaridade com a etiqueta. O uso de tipografia ajuda a criar e transmitir uma sensação que o conteúdo da garrafa pode ultrapassar o simples significado das palavras. Seja o texto discreto, básico, ou ousado, a tipografia é uma eficaz ferramenta nos rótulos.
Um rótulo, por si só, garante-nos a legalidade do produto mas não obrigatoriamente a qualidade desejada. Em todo o mundo, continua a ser mais a idoneidade e consistência do produtor que assegura que levamos para casa o produto que pretendemos. Contudo, as novas marcas, num mercado de crescente concorrência, para conquistar e fidelizar clientes apostam na apresentação do vinho para fixar sua marca.
Nesta luta, os designativos especiais de qualidade têm sido impiedosamente utilizados. E muitos dos melhores vinhos não utilizam qualquer destes artifícios, mas, ainda assim, continuam a assegurar uma qualidade a seus vinhos, dos mais simples aos mais sofisticados: Superior, Escolha, Colheita, Seleccion, Reserva (e não “Reservado”), Gran Reserva, entre outras designações, ajudam o consumidor a escolher os melhores vinhos.
Veja alguns exemplos e entenda as informações impressas nos rótulo:
Texto: Vino Mundi
Vinhos com gradação alcoólica elevada precisam ser muito bem equilibrados.
Vinhos com gradação alcoólica elevada precisam ser muito bem equilibrados, essa é a opinião de Renato Machado da Rádio CBN, ele comenta sobre vinhos Malbec com graduação alcoólica de 16°.
Como escolher o local adequado para guardar vinhos.
Renato Machado da Rádio CBN, dá algumas dicas simples, mas eficientes para podermos guardar vinhos sem prejudicarmos a qualidade!
Analisando o vinho com a ajuda do retrogosto.
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| Desenho: Avaliadores de Vinhos |
Também na degustação, em geral, as papilas ficam "entretidas" com a sensação principal, a acidez, na maioria das vezes, em se tratando de vinho. O jeito é recorrer ao olfato, mais preciso e fino, usando a técnica do retrogosto: com o vinho ainda na boca, aspire ar, e solte pelo nariz.
A que temperatura devo servir o vinho rosé, doce e espumante?
Quais as temperaturas corretas para servir o vinho rosé, doce e espumante? Os enófilos Hildérico Coutinho e Luís Maia conversam sobre as temperaturas de serviço destes tipos de vinho. As informações desse vídeo constam no portal Infovini.
Envelhecendo vinhos mais simples.
Antigamente era absolutamente necessário guardar a maioria dos vinhos tintos por alguns anos antes de consumi-los. De fato, até algumas décadas atrás, os vinhos costumavam apresentar uma acidez muito elevada. Uma vez que os produtores não arriscavam esperar mais tempo para colher as uvas quando ia estivessem mais maduras - isso por medo das chuvas de outono, que podiam arruinar uma safra no último momento. Além disso, as uvas costumavam ser fermentadas com o engaço (aqueles raminhos que ligam as uvas aos cachos), o que aportava um alto nível de taninos ao vinho, sobretudo taninos bem mais duros, que precisam de muitos anos para serem amaciados. Em outras palavras, era muito difícil beber um vinho novo, e os vinhos eram incomparavelmente melhores depois de alguns anos de envelhecimento. Os taninos mais duros e a alta acidez, incômodos no início, evoluíam lindamente em vinhos de grande finesse e muita longevidade.
Hoje em dia, por uma infinidade de motivos, os vinhos já chegam ao mercado em condições de serem bebidos com prazer - mas isto não significa que não melhorem com o envelhecimento, Criou-se certo consenso de que apenas os melhores vinhos - os grandes vinhos - precisam de algum envelhecimento. Isso não é verdade, como bem explica Matt Kramer em um recente artigo publicado na Wine Spectator. Segundo Kramer, a maioria dos vinhos tintos melhora com algum envelhecimento. Com exceção dos mais leves, como os Beaujolais mais simples e frescos ou os Bardolino, a maioria dos vinhos tintos realmente ganha com um ou dois anos de garrafa, desenvolvendo uma certa complexidade, charme e equilíbrio - o que contraria a moda de hoje em dia que faz com que muitos consumidores já considerem velho um tinto de mais de dois ou três anos, o que seria impensável algumas poucas décadas atrás!
De fato, em muitos casos, os vinhos mais simples podem envelhecer – e melhorar bastante - não somente por alguns anos, mas mesmo por vários anos, adquirindo uma personalidade totalmente diferente, que encanta muitos enófilos. É aquilo que costumamos chamar de um "gosto adquirido" – uma experiência que pode acrescentar uma nova dimensão a apreciação dos vinhos, e não somente dos mais caros. Na realidade, no passado os vinhos maduros sempre foram os mais valorizados e disputados. Experimente guardar alguns vinhos mais simples em sua adega para prová-los daqui a um ou dois anos, ou mesmo mais tempo: você poderá ter uma boa surpresa!
Fonte: Mistral
Hoje em dia, por uma infinidade de motivos, os vinhos já chegam ao mercado em condições de serem bebidos com prazer - mas isto não significa que não melhorem com o envelhecimento, Criou-se certo consenso de que apenas os melhores vinhos - os grandes vinhos - precisam de algum envelhecimento. Isso não é verdade, como bem explica Matt Kramer em um recente artigo publicado na Wine Spectator. Segundo Kramer, a maioria dos vinhos tintos melhora com algum envelhecimento. Com exceção dos mais leves, como os Beaujolais mais simples e frescos ou os Bardolino, a maioria dos vinhos tintos realmente ganha com um ou dois anos de garrafa, desenvolvendo uma certa complexidade, charme e equilíbrio - o que contraria a moda de hoje em dia que faz com que muitos consumidores já considerem velho um tinto de mais de dois ou três anos, o que seria impensável algumas poucas décadas atrás!
De fato, em muitos casos, os vinhos mais simples podem envelhecer – e melhorar bastante - não somente por alguns anos, mas mesmo por vários anos, adquirindo uma personalidade totalmente diferente, que encanta muitos enófilos. É aquilo que costumamos chamar de um "gosto adquirido" – uma experiência que pode acrescentar uma nova dimensão a apreciação dos vinhos, e não somente dos mais caros. Na realidade, no passado os vinhos maduros sempre foram os mais valorizados e disputados. Experimente guardar alguns vinhos mais simples em sua adega para prová-los daqui a um ou dois anos, ou mesmo mais tempo: você poderá ter uma boa surpresa!
Fonte: Mistral
Qual é a diferença entre Chianti Classico, Brunello di Montalcino e Vino Nobile de Montepulciano?
Embora os três grandes vinhos da Toscana - Chianti Classico, Brunello di Montalcino e Vino Nobile de Montepulciano - sejam todos baseados na casta Sangiovese, cada um exprime um estilo bastante particular.
O Chianti Classico é o arquétipo da elegância, com aromas complexos e cativantes, enquanto o potente Brunello di Montalcino mostra taninos mais robustos e uma marcante acidez enquanto jovem. O Vino Nobile di Montepulciano, originado de terrenos mais arenosos e quentes, é quase um meio termo entre o Brunello e o Chianti, com boa fruta e estrutura no palato. São todos vinhos fascinantes, expressões distintas do terroir toscano, e que ficam ainda melhores à mesa.
Ciro lilla da Mistral fala sobre a degustação de vinhos.
A Winexperts compilou esse vídeo do Ciro Lilla da Mistral falando sobre a degustação de vinhos. Veja os três aspectos básicos da degustação; a análise visual, olfativa e gustativa abordadas de forma muito simples, mas eficaz por esse craque do mundo dos vinhos.
Ciro Lilla da Mistral falando sobre o mundo dos vinhos.
A Winexperts compilou esse vídeo do Ciro Lilla da Mistral falando sobre vários temas ligados ao vinho, assuntos interessantes são abordados nessa coletânea como rótulos, safras, rolhas entre outros. Vale a pena assistir!
As nuances de cores dos vinhos rosés de Provence.
O ritual de degustação geralmente começa por observar a cor de um vinho. Portanto a visão nos da a primeira impressão e a primeira sensação sobre o vinho que iremos degustar. A simples visão de vinho em uma taça predispõe um julgamento e uma previa identificação do que se irá beber.
Dessa forma a observação da cor ocupa um lugar de destaque na prova, porém quando falamos de vinhos rosés que possuem uma gama de cores muito variada, essa avaliação fica mais difícil. Essa característica dos vinhos rosé levou ao Centre de Recherche et de l'Expérimentation sur le Vin Rosé de Provence na França a pesquisar e formalizar as nuances das cores do vinho rose de Provence, criando assim um “pacote educativo” que representa as principais cores dos vinhos de Provence, isso foi uma criação original do Centro du Rosé.
A cartela de cores que foi criada é um repertório que nos permite descrever com precisão a cor de um vinho rosado. Esse gabarito, na sua forma atual não tem a pretensão de ter todos os tons de roses dos vinhos. Ele corresponde às cores principais encontradas na Provence.
Nove cores principais foram selecionadas e associadas a um descritivo que facilitasse sua identificação. Dentre os muitos termos gerados por um painel de degustação, alguns foram selecionados por um comitê de especialistas. Dessa forma os nomes foram finalmente selecionados: groselha, casca de cebola, tijolo, framboesa, carne, rosa, salmão, mármore rosa e coral. Essas cores visíveis sob a forma líquida (veja a foto das taças acima), podem ser transpostas para o gráfico de cores padrão (veja abaixo) que você encontrará no site do Centre du Rosé.
| Clique na imagem para ampliar |
Suas taças bem cuidadas.
Por Sílvia Mascella Rosa
Muita gente vai dizer que é coisa de enochato, mas não se deixe levar por nada disso. Quem gosta de vinhos sabe da importância de uma boa taça. E quem sabe quanto custa uma boa taça vai entender a necessidade de cuidar bem delas.
Assim, seguem aqui algumas dicas para que suas taças estejam sempre em bom estado, prontas para seus momentos de prazer e apreciação.
1- Não seja preguiçoso e lave você mesmo as suas taças, deixando nas mãos de outras pessoas você pode até ter a quem culpar por uma quebra, mas o prejuízo continua sendo seu.
2- Se não tiver disposição para lavá-las logo após o uso, ao menos coloque um pouco de água dentro de cada uma delas, assim o resíduo de vinho tinto não vai manchar o fundo.
3- Se o fundo já estiver manchado, coloque uma pitada de bicarbonato de sódio dentro de cada uma e coloque água. Deixe até o dia seguinte.
4- Para lavar, menos é mais. Só água e, se possível, morna para retirar o resíduo da gordura dos dedos e dos lábios. Se houver manchas de batom, retire primeiro com um guardanapo macio, depois lave.
5- Um esponja pode ser usada, com delicadeza e sem a parte da palha de aço, desde que sua utilização seja somente essa - lavar copos. E nada de detergentes perfumados, se não houver outro jeito uma gota mínima de detergente neutro e enxague, enxague, enxague.
6- Não utilize limpadores de mamadeiras ou outros objetos com cerdas firmes que possam riscar a parede das taças.
7- Uma vez lavadas elas devem ser colocadas em um suporte com a boca para baixo. Se ele não estiver disponível utilize um pano de prato limpo e sem perfume algum (isso é muito importante). Aliás, o ideal é comprar panos de prato brancos e lavá-los em separado, sem amaciantes, sem aqueles líquidos que ajudam a passar. Esses panos estarão à sua disposição somente para esse fim, mantidos limpos e sem perfume, somente para seus copos. Não compre tecidos atoalhados, que deixam fiapos nas taças por muito tempo enquanto são novos.
8- As taças não devem ficar sem ser secas por muito tempo. A quantidade de minerais presentes na água da torneira pode deixar manchas que são difíceis de remover. Portanto, lave e seque em seguida.
9- Não tenha medo de secar suas taças. Com a ponta do pano em uma mão segure o pé da taça, com a outra mão envolva a taça com o pano e seque por fora. Com leveza coloque a ponta do pano dentro da taça e vá girando devagar, assim você vai secar completamente.
10- Antes de guardá-las verifique se não ficou umidade, pois dentro de um armário de madeira elas poderão desenvolver um aroma desagradável.
11- No momento de utilizar, verifique cada taça contra a luz. Apesar de limpas podem ter alguma mancha ou odor. Para isso utilize um pano com um pouco de água e um pouco de álcool para limpá-las e higienizá-las. Se tiver um borrifador, use-o. A lista parece grande e complicada, mas depois de fazer isso duas ou três vezes, suas taças ficarão mais fáceis de ser limpas. Para alegria de todo apreciador de vinhos, taças precisam de uso! Aproveite.
Muita gente vai dizer que é coisa de enochato, mas não se deixe levar por nada disso. Quem gosta de vinhos sabe da importância de uma boa taça. E quem sabe quanto custa uma boa taça vai entender a necessidade de cuidar bem delas.
Assim, seguem aqui algumas dicas para que suas taças estejam sempre em bom estado, prontas para seus momentos de prazer e apreciação.
1- Não seja preguiçoso e lave você mesmo as suas taças, deixando nas mãos de outras pessoas você pode até ter a quem culpar por uma quebra, mas o prejuízo continua sendo seu.
2- Se não tiver disposição para lavá-las logo após o uso, ao menos coloque um pouco de água dentro de cada uma delas, assim o resíduo de vinho tinto não vai manchar o fundo.
3- Se o fundo já estiver manchado, coloque uma pitada de bicarbonato de sódio dentro de cada uma e coloque água. Deixe até o dia seguinte.
4- Para lavar, menos é mais. Só água e, se possível, morna para retirar o resíduo da gordura dos dedos e dos lábios. Se houver manchas de batom, retire primeiro com um guardanapo macio, depois lave.
5- Um esponja pode ser usada, com delicadeza e sem a parte da palha de aço, desde que sua utilização seja somente essa - lavar copos. E nada de detergentes perfumados, se não houver outro jeito uma gota mínima de detergente neutro e enxague, enxague, enxague.
6- Não utilize limpadores de mamadeiras ou outros objetos com cerdas firmes que possam riscar a parede das taças.
7- Uma vez lavadas elas devem ser colocadas em um suporte com a boca para baixo. Se ele não estiver disponível utilize um pano de prato limpo e sem perfume algum (isso é muito importante). Aliás, o ideal é comprar panos de prato brancos e lavá-los em separado, sem amaciantes, sem aqueles líquidos que ajudam a passar. Esses panos estarão à sua disposição somente para esse fim, mantidos limpos e sem perfume, somente para seus copos. Não compre tecidos atoalhados, que deixam fiapos nas taças por muito tempo enquanto são novos.
8- As taças não devem ficar sem ser secas por muito tempo. A quantidade de minerais presentes na água da torneira pode deixar manchas que são difíceis de remover. Portanto, lave e seque em seguida.
9- Não tenha medo de secar suas taças. Com a ponta do pano em uma mão segure o pé da taça, com a outra mão envolva a taça com o pano e seque por fora. Com leveza coloque a ponta do pano dentro da taça e vá girando devagar, assim você vai secar completamente.
10- Antes de guardá-las verifique se não ficou umidade, pois dentro de um armário de madeira elas poderão desenvolver um aroma desagradável.
11- No momento de utilizar, verifique cada taça contra a luz. Apesar de limpas podem ter alguma mancha ou odor. Para isso utilize um pano com um pouco de água e um pouco de álcool para limpá-las e higienizá-las. Se tiver um borrifador, use-o. A lista parece grande e complicada, mas depois de fazer isso duas ou três vezes, suas taças ficarão mais fáceis de ser limpas. Para alegria de todo apreciador de vinhos, taças precisam de uso! Aproveite.
Como reconhecer os aromas presentes no vinho?
Para reconhecer os aromas presentes nos vinhos, é preciso ter um conhecimento prévio do aroma, para isso deve-se prestar atenção em todos os aromas que o cercam, uma boa dica é ir a um mercado de frutas, feira, casas de chá, mercado de flores e etc, pois só assim você será capaz de reconhecer um aroma. Não é possível reconhecer o aroma de café torrado sem tê-lo sentido alguma vez na vida.
Outra forma mais fácil, porém não tão natural de desenvolver a memória olfativa é adquirindo o kit de aromas do vinho, que são formados por frascos com essências que ajudarão a exercitar o olfato, facilitando a memorizar os aromas característicos existentes nos vinhos.
O kit Aroma dos Vinhos possui 48 garrafinhas, cada uma com um aroma diferente, cada garrafinha vem com um cartão explicativo, dando detalhes das respectivas características de cada aroma, como o tipo de uva por exemplo. Veja mais detalhes no site www.aromasdovinho.com.br.
Outra forma mais fácil, porém não tão natural de desenvolver a memória olfativa é adquirindo o kit de aromas do vinho, que são formados por frascos com essências que ajudarão a exercitar o olfato, facilitando a memorizar os aromas característicos existentes nos vinhos.
O kit Aroma dos Vinhos possui 48 garrafinhas, cada uma com um aroma diferente, cada garrafinha vem com um cartão explicativo, dando detalhes das respectivas características de cada aroma, como o tipo de uva por exemplo. Veja mais detalhes no site www.aromasdovinho.com.br.
Como escolher o vinho no restaurante.
O verdadeiro lugar do vinho e a mesa, e não é difícil combinar vinhos e pratos, usando apenas um pouco de bom senso e algumas orientações básicas, que você encontra em vários livros ou nos sites especializados na internet. No restaurante, às vezes é um pouco mais difícil escolher um único vinho que combine perfeitamente com todos os pratos que cada pessoa pediu. Se alguém pediu um peixe muito leve e outro pediu uma forte carne assada, por exemplo, não é tão fácil conciliar, neste caso, opte por um meio termo, como um rose ou um tinto mais leve. Por sorte, quase nunca a situação é tão dramática ou extrema assim. Apenas escolha o vinho que você tem vontade de beber, ou peça a orientação do sommelier, cujo papel é exatamente este.
Além da combinação com os pratos, ao escolher um vinho no restaurante e muito importante prestar atenção ao nome do produtor. Como você já sabe, a denominação em si não diz muito sobre a qualidade do vinho. Existem Chianti ótimos e Chianti péssimos, bons e maus chilenos, e assim por diante. É como nome e sobrenome. Para não se decepcionar, escolha sempre vinhos de bons produtores, que são os únicos que realmente tem tipicidade.
Fonte: Mistral
A importância da altitude para os vinhedos.
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| Catena Zapata |
Nos vinhedos mais altos, não apenas a temperatura media é menor, como também ha maior diferença de temperatura entre o dia e a noite, o que é excelente para os vinhos, prolongando o período de amadurecimento e fazendo com que se produzam exemplares de maior qualidade. Muitos dos melhores vinhos da Argentina e do Chile, para citar apenas alguns exemplos, são produzidos de vinhedos plantados em maior altitude. Após décadas de experimentações inovadoras, Catena Zapata, o grande produtor da Argentina, é hoje um dos maiores especialista no mundo no plantio em altitude.
Fonte: Mistral
Sem neura com as safras.
As tabelas de safras são muito úteis, pois trazem uma indicação media de qualidade em cada região, dependendo do ano. No entanto, elas não deveriam ser usadas para limitar o enófilo, e sim para ajudá-Io. Não é inteligente querer tomar vinhos apenas de safras espetaculares. Hoje em dia, geralmente os melhores produtores fazem ótimos vinhos mesmo em safras mais fracas. Eles têm inúmeros recursos à disposição, como limitar bastante as quantidades.
A tecnologia também tornou muito rara as safras desastrosas. Neste caso extremo, o bom produtor pode decidir por não engarrafar, se a qualidade daquela safra não estiver à altura de sua reputação. É por isto que é importante estar atento ao nome do produtor. As piores safras atingem sobretudo os maus produtores. O bom produtor costuma fazer bons vinhos mesmo nas safras mais difíceis.
As safras mais fracas também são ótimas para beber quando jovens, pois ficam prontas mais cedo. As grandes safras devem esperar mais, demorando para amadurecer, Atualmente, para falar a verdade, para os vinhos do dia a dia, em geral não há grandes diferenças entre as safras.
A tecnologia também tornou muito rara as safras desastrosas. Neste caso extremo, o bom produtor pode decidir por não engarrafar, se a qualidade daquela safra não estiver à altura de sua reputação. É por isto que é importante estar atento ao nome do produtor. As piores safras atingem sobretudo os maus produtores. O bom produtor costuma fazer bons vinhos mesmo nas safras mais difíceis.
As safras mais fracas também são ótimas para beber quando jovens, pois ficam prontas mais cedo. As grandes safras devem esperar mais, demorando para amadurecer, Atualmente, para falar a verdade, para os vinhos do dia a dia, em geral não há grandes diferenças entre as safras.
Os defeitos do vinho.
O principal defeito que atinge os vinhos é o "bouchonné" ou “sabor a roIha". Bouchonné ("roIhado" em francês) se refere a um gosto de mofo que, embora não cause nenhum dano a saúde, é extremamente desagradável e pode atingir qualquer vinho, até mesmo os melhores. Na verdade, o problema está nas roIhas de cortiça e não no vinho.
Elas podem ser contaminadas por um fungo, a principio imperceptível, mas que acaba alterando o sabor da bebida. Uma porcentagem bastante pequena das garrafas apresenta este problema. Se você estiver na dúvida, espere alguns minutos com o vinho no copo. Com o tempo, o gosto de rolha tende a ficar insuportavelmente forte e é inconfundível. As roIhas sintéticas não são atingidas por este fungo.
Outro defeito que o vinho pode apresentar e estar avinagrado, com gosto de vinagre, o que se deve a uma oxidação prematura. Normalmente, estas são as únicas duas razões para se devolver um vinho em um restaurante, e tendem a ocorrer com uma frequência bastante baixa. Infelizmente, em nossa experiência, a maior parte das garrafas que são devolvidas em restaurantes estão em perfeito estado, e são devolvidas apenas para "impressionar", o que certamente não é a atitude de um enófiIo bem informado.
Fonte: Mistral
Elas podem ser contaminadas por um fungo, a principio imperceptível, mas que acaba alterando o sabor da bebida. Uma porcentagem bastante pequena das garrafas apresenta este problema. Se você estiver na dúvida, espere alguns minutos com o vinho no copo. Com o tempo, o gosto de rolha tende a ficar insuportavelmente forte e é inconfundível. As roIhas sintéticas não são atingidas por este fungo.
Outro defeito que o vinho pode apresentar e estar avinagrado, com gosto de vinagre, o que se deve a uma oxidação prematura. Normalmente, estas são as únicas duas razões para se devolver um vinho em um restaurante, e tendem a ocorrer com uma frequência bastante baixa. Infelizmente, em nossa experiência, a maior parte das garrafas que são devolvidas em restaurantes estão em perfeito estado, e são devolvidas apenas para "impressionar", o que certamente não é a atitude de um enófiIo bem informado.
Fonte: Mistral
A história do saca-rolha.
Na antiguidade o vinho era acondicionado em ânforas de terracota e, posteriormente, em barris de carvalho. A bebida era feita para ser tomada jovem e para viajar pouco. Isso porque, quanto maior o tempo de transporte, maior a chance de estragar.
O uso de garrafas para o serviço do vinho (decantadores) data do século XII, quando já era prática comum nas casas dos ricos e nobres de Veneza. Porém, o uso de garrafas para guardar o vinho só ocorre no século XVIII, quando torna-se financeiramente viável produzi-las em grande escala.
Tal uso permitiu uma vedação hermeticamente completa, alongando a vida útil e o período de guarda do produto, bem como proporcionando o desenvolvimento de aromas mais concentrados, resultantes do lento processo de maturação.
Os ingleses, grandes apreciadores de vinho, foram os primeiros a utilizar as rolhas, importadas da Espanha e de Portugal, para vedar as garrafas de vinho. Foram, igualmente, os primeiros a perceber a necessidade de inventar um dispositivo que permitisse retirar a rolha para poder consumir o produto.
Surge, assim, o saca-rolhas, cuja primeira patente foi solicitada na Inglaterra por Samuel Henshall, no dia 24 de agosto de 1795. Poucos anos depois, diversas outras patentes eram requeridas na França (1828), Estados Unidos (1856), Alemanha (1877) e Canadá (1883). Até o início do século XX, cerca de 300 modelos de saca-rolhas já haviam sido patenteados.
De lá para cá, diversos outros modelos foram desenvolvidos, cada qual buscando proporcionar ao apreciador de vinhos um ritual tranqüilo, sem traumas e sem complicações.
E, para aqueles que ainda têm medo de usar saca-rolhas, uma boa notícia. A tendência do mercado atualmente é a gradual substituição da rolha por cápsulas de metal, com tampa de rosca, o que dispensa o uso desse objeto.
Os tradicionalistas do vinho abominam a idéia, mas a tampa de rosca já representa mais da metade dos vinhos vendidos no mercado britânico, maior centro mundial de consumo deste produto. Essa é uma das poucas e raras evoluções no acondicionamento.
O uso de garrafas para o serviço do vinho (decantadores) data do século XII, quando já era prática comum nas casas dos ricos e nobres de Veneza. Porém, o uso de garrafas para guardar o vinho só ocorre no século XVIII, quando torna-se financeiramente viável produzi-las em grande escala.
Tal uso permitiu uma vedação hermeticamente completa, alongando a vida útil e o período de guarda do produto, bem como proporcionando o desenvolvimento de aromas mais concentrados, resultantes do lento processo de maturação.
Os ingleses, grandes apreciadores de vinho, foram os primeiros a utilizar as rolhas, importadas da Espanha e de Portugal, para vedar as garrafas de vinho. Foram, igualmente, os primeiros a perceber a necessidade de inventar um dispositivo que permitisse retirar a rolha para poder consumir o produto.
Surge, assim, o saca-rolhas, cuja primeira patente foi solicitada na Inglaterra por Samuel Henshall, no dia 24 de agosto de 1795. Poucos anos depois, diversas outras patentes eram requeridas na França (1828), Estados Unidos (1856), Alemanha (1877) e Canadá (1883). Até o início do século XX, cerca de 300 modelos de saca-rolhas já haviam sido patenteados.
De lá para cá, diversos outros modelos foram desenvolvidos, cada qual buscando proporcionar ao apreciador de vinhos um ritual tranqüilo, sem traumas e sem complicações.
E, para aqueles que ainda têm medo de usar saca-rolhas, uma boa notícia. A tendência do mercado atualmente é a gradual substituição da rolha por cápsulas de metal, com tampa de rosca, o que dispensa o uso desse objeto.
Os tradicionalistas do vinho abominam a idéia, mas a tampa de rosca já representa mais da metade dos vinhos vendidos no mercado britânico, maior centro mundial de consumo deste produto. Essa é uma das poucas e raras evoluções no acondicionamento.
Como guardar uma garrafa de vinho aberta?
O que fazer quando uma garrafa de vinho não é consumida até ao fim? Veja o vídeo com os enófilos Hildérico Coutinho e Luís Maia, que sugerem algumas opções para o vinho não perder qualidades.
As vantagens de se decantar um vinho.
A decantação é um ato quase de cerimônia, pois é necessário treino e perícia para decantar corretamente um vinho. É um processo que consiste em passar o vinho da garrafa original para um recipiente, geralmente de cristal, designado decanter. É frequentemente realizada nos vinhos tintos, não é muito comum nos brancos.
A decantação beneficia o vinho em dois aspectos fundamentais: extrai as borras que os vinhos velhos apresentam (por causa dos anos em garrafa) e principalmente ajudam os vinhos a “respirar”.
Quando um vinho é muito antigo, a oxigenação possibilita a libertação dos aromas guardados na garrafa durante muitos anos. Neste caso, a decantação deve ser feita pouco tempo antes do vinho ser servido, porque os aromas libertados perdem-se rapidamente. Nos vinhos tintos jovens, a decantação amacia os taninos (que são ásperos por natureza) e deve ser realizada cerca de duas horas antes do vinho ser consumido. Se o vinho não for muito rico em taninos não deve ser decantado, caso contrário a complexidade dos seus aromas pode desaparecer.
A decantação é um processo facultativo e de preferência pessoal, contudo é conveniente que se decante um vinho que apresente borras. Quando um vinho com borras é servido na garrafa original, o líquido limpo mistura-se com o “depósito” ao menor movimento.
Para decantar vinhos velhos
A garrafa deverá ficar de pé durante um ou dois dias antes da decantação para que o “depósito” fique no fundo. Prepare os utensílios para a decantação: a garrafa, a vela ou lâmpada e o decanter. Pode também utilizar um cesto de decantação. Abra a garrafa, limpe o gargalo e acenda a vela. Coloque a zona do gargalo da garrafa sob a vela e verta o líquido para o decanter. O movimento deve ser constante e sem interrupções. Quando vir as primeiras partículas do depósito perto do gargalo da garrafa pare de verter o líquido. Coloque a garrafa na vertical e ao lado do decanter para identificar o vinho que vai consumir.
Para decantar vinhos jovens
Abra a garrafa. Verta o conteúdo para um recipiente apropriado (decanter). Coloque a garrafa ao lado do decantar para identificar o vinho que vai consumir.
E numa emergência?
Se a garrafa não tiver tido tempo para assentar os resíduos, pode recorrer a um pequeno truque: cubra o bocal do decanter com um pano branco fino ou um guardanapo de papel e verta o vinho para dentro do decanter. Quando começar a ver sinais de depósito no pano, termine a operação.
A decantação beneficia o vinho em dois aspectos fundamentais: extrai as borras que os vinhos velhos apresentam (por causa dos anos em garrafa) e principalmente ajudam os vinhos a “respirar”.
Quando um vinho é muito antigo, a oxigenação possibilita a libertação dos aromas guardados na garrafa durante muitos anos. Neste caso, a decantação deve ser feita pouco tempo antes do vinho ser servido, porque os aromas libertados perdem-se rapidamente. Nos vinhos tintos jovens, a decantação amacia os taninos (que são ásperos por natureza) e deve ser realizada cerca de duas horas antes do vinho ser consumido. Se o vinho não for muito rico em taninos não deve ser decantado, caso contrário a complexidade dos seus aromas pode desaparecer.
A decantação é um processo facultativo e de preferência pessoal, contudo é conveniente que se decante um vinho que apresente borras. Quando um vinho com borras é servido na garrafa original, o líquido limpo mistura-se com o “depósito” ao menor movimento.
Para decantar vinhos velhos
A garrafa deverá ficar de pé durante um ou dois dias antes da decantação para que o “depósito” fique no fundo. Prepare os utensílios para a decantação: a garrafa, a vela ou lâmpada e o decanter. Pode também utilizar um cesto de decantação. Abra a garrafa, limpe o gargalo e acenda a vela. Coloque a zona do gargalo da garrafa sob a vela e verta o líquido para o decanter. O movimento deve ser constante e sem interrupções. Quando vir as primeiras partículas do depósito perto do gargalo da garrafa pare de verter o líquido. Coloque a garrafa na vertical e ao lado do decanter para identificar o vinho que vai consumir.
Para decantar vinhos jovens
Abra a garrafa. Verta o conteúdo para um recipiente apropriado (decanter). Coloque a garrafa ao lado do decantar para identificar o vinho que vai consumir.
E numa emergência?
Se a garrafa não tiver tido tempo para assentar os resíduos, pode recorrer a um pequeno truque: cubra o bocal do decanter com um pano branco fino ou um guardanapo de papel e verta o vinho para dentro do decanter. Quando começar a ver sinais de depósito no pano, termine a operação.
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