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As screw-caps tomam mercado das rolhas de cortiça.

A revista Wine Spectator publicou os resultados de uma ampla pesquisa sobre as vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de vedação para o vinho. E para surpresa geral (e minha também), a pesquisa demonstrou que a melhor solução para fechar garrafas é mesmo a screw-cap - aquela tampa metálica de rosquear que temos encontrado com cada vez mais frequência em substituição às rolhas de cortiça.

A pesquisa durou dez anos. Milhares de garrafas de um mesmo Sémillon australiano foram fechadas com 14 tipos diferentes de vedação: rolhas de cortiça, rolhas de aglomerado de cortiça, rolhas sintéticas, screw-caps - de muitos modelos variados. Em seguida, os vinhos foram analisados todos os anos durante dez anos até que a pesquisa fosse concluída. O resultado não deixa de surpreender: as garrafas que não apenas se conservaram, como também evoluíram melhor foram justamente aquelas fechadas com screw-cap!

A screw-cap vem ganhando contínua e crescente aceitação do consumidor, inclusive o brasileiro, principalmente para vinhos brancos e rosados, mas também para tintos que não precisam envelhecer. Agora, com essa pesquisa, a aceitação pode passar a abranger também os melhores vinhos tintos. Sabe-se que nas adegas dos melhores châteaux de Bordeaux repousam garrafas dos melhores vinhos de safras recentes fechadas com screw-cap. Essas garrafas vêm sendo monitoradas pelos produtores, mas os resultados ainda não têm sido divulgados. Recentemente em Portugal, terra da cortiça, um dos mais reputados produtores da região do Douro, a Quinta do Côtto, ousou (e chocou seus conterrâneos) ao utilizar a screw-cap para fechar as garrafas de seu melhor vinho, o Grande Escolha, um ícone naquele país.

Na Nova Zelândia e Austrália, o uso da screw-cap é generalizado, mesmo para os melhores vinhos. Tudo isso vem provocando uma reação dos fabricantes de rolhas de cortiça, que têm feito de tudo para eliminar o eterno problema do vinho bouchonné e não vêm poupando esforços para produzir rolhas cada vez melhores e mais confiáveis. Ainda estamos longe de poder afirmar que a screw-cap é melhor do que uma boa rolha de cortiça, especialmente para vinhos de guarda, mas o assunto começa a ser realmente debatido. A batalha continua e com certeza será interessante assistir ao rumo que a situação vai tomar nos próximos anos. Mas já é certo que o consumidor vai sair ganhando, qualquer que seja o resultado.

Fonte: Mistral

Vidro e rótulo se complementam em tom moderno de vinho espanhol.


A Vinyes Mas Romaní é um projeto dirigido pelo belga Philippe Lambrecht, gerente da Wojnhandel de Brabandere, empresa fundada em 1870 e especializada na distribuição de grandes vinhos na Bélgica. A vinícola tem uma produção reduzida, o que torna seus vinhos mais especiais. Localizada no municipio de Font Rubi, em Alt Penedés, na Espanha, Mas Romaní é uma bodega familiar com uma grande tradição e experiência elaborando vinhos e cavas.

Com o design elaborado pela empresa Estúdio Dorian, a imagem da linha de vinhos recorre a essa tradição, que é representada por meio de um ladrilho, elemento associado às construções rurais e com um claro vínculo ao solo e à terra. A modernidade é refletida por meio do desenho simétrico e colorido do ladrilho, tratando todos os detalhes com o mesmo cuidado com que eles elaboram seus vinhos. As garrafas complementam o tom moderno do rótulo por meio das cores vivas que seus vidros têm.

Dessa forma, o duo da sofisticação e tradição, características essenciais desse vinho espanhol, é bem comportado e representado no rótulo do Mas Romaní.

Fonte: Revista Adega

Rótulo de vinho brinca com idéia de "ovelha negra da família".

Black Sheep Cabernet Sauvignon tem o design da embalagem de vinho feita pela empresa Cory Loven. O título remete à expressão comum "ovelha negra da família", e de certa forma, esse vinho não deixa de ser. Afinal, que designer é tão inovador a ponto de desenhar no rótulo uma ovelhinha mau-humorada e de pêlos rosa? É claro que hoje em dia os rótulos são tudo menos clássicos, mas esse é especialmente diferente.

A combinação entre o fundo preto e rosa claro dá a ideia de isolamento, exclusão, além de a ovelha, e por consequência, o vinho, levar um destaque maior, por conta dessa imagem tão peculiar. As letras do título, feitas a mão, foram criadas para o logotipo para corresponder com o estilo da ilustração, simples, mas efetiva.

Fonte: Revista Adega

E por falar em rolha, como ela é feita?

A cortiça vem da casca do carvalho da espécie Quercus Suber, ou Sobreiro, muito comum no sul de Portugal. Um sobreiro demora 25 anos para dar sua primeira "safra" e depois, a cada nove anos, sua casca de cortiça pode ser retirada novamente. Ao retirar-se esta parte do sobreiro, numera-se cada árvore com o último algarismo do ano corrente. Assim, um sobreiro "colhido" em 2009, terá o número nove pintado em seu caule. Com isso, a paisagem das planícies do Alentejo, repletas de árvores numeradas, é, ao mesmo tempo, linda e inusitada.

Atualmente, os produtores de rolhas de cortiça estão trabalhando para melhorar seu produto e reduzir a incidência de TCA. São implementados controles de qualidade para livrar a matéria-prima de contaminação e, além disso, as qualidades naturais da cortiça são enfatizadas, como importância econômica para as comunidades rurais e para o equilíbrio dos ecossistemas dos quais fazem parte.

Os tipos de rolha de cortiça:

Rolha maciça - Feita de cortiça maciça, é a de melhor qualidade. Quanto mais longa, larga e elástica ela for, melhor. Uma rolha grande pode ter 55 mm de comprimento e 25 mm de diâmetro. Enquanto isso, uma pequena tem 30 x 15 mm. O diâmetro da boca da garrafa é sempre menor que o da rolha, que é colocada comprimida por uma máquina, para que fique firme e vede bem o recipiente. Uma rolha considerada "top" pode custar mais de 1 euro a unidade.

Rolha de aglomerado de cortiça - A mais barata. Feita de cortiça moída e cola, a partir da sobra da elaboração das rolhas maciças. Difere da maciça da mesma forma que uma madeira maciça se compara a uma madeira de aglomerado. Sua elasticidade e durabilidade são menores que a de uma maciça (e seu tamanho por vezes também). Em alguns casos, a cola destas rolhas pode passar aromas negativos ao vinho, o que motivou alguns produtores a adicionarem um disco de cortiça maciça na parte da rolha que fica em contato com o líquido.

Fonte: Marcelo Copello

A química do vinho.

A presença de antioxidantes em nossa dieta reduz a incidência de doenças do coração e câncer. É sobre este tema que se baseiam muitos dos estudos sobre a estreita relação entre vinho e saúde.

Os estudos relacionados aos benefícios do consumo moderado do vinho à saúde parecem ser unânimes em afirmar que o vinho é a bebida alcoólica mais eficaz na redução dos riscos de mortalidade por doenças do coração. As substâncias fenólicas (polifenóis e flavonóides) que contribuem nas propriedades sensoriais do vinho são as responsáveis pelos benefícios. Ao polifenol chamado de transresveratrol são atribuídos os maiores benefícios, especialmente no que diz respeito à formação do colesterol HDL. O resveratrol é estrogênico, e por isso poderia substituir o estradiol ao manter a proliferação de certas células do câncer de mama que necessitam estrogênio para crescer. O resveratrol é um potente antiinflamatório e por isso seu efeito anticancerígeno, permitindo ao organismo bloquear a produção de certas substâncias químicas, conhecidas como prosta-glandinas, que têm sido relacionadas a transformações de lesões pré-cancerosas em lesões malignas.

Um artigo na revista Science, descreveu os mecanismos pelos quais o resveratrol pode ser considerado anticancerígeno. O resveratrol inibe eventos celulares associados com a iniciação, promoção e progressão de tumores cancerígenos. O composto também atua como um antimutágeno e tem propriedades fugicidas. Este composto já foi encontrado em 72 espécies vegetais, sendo que muitas delas fazem parte da dieta humana. No caso das variedades vinifera, a síntese do resveratrol ocorre na casca da fruta - uma arma da planta, talvez, contra o ataque de fungos.

Rótulo, preço e cor do vinho são os fatores que mais influenciam na hora da compra, indica pesquisa.

A cor do vinho é um fator considerado importante pelo consumidor. A simplicidade de um rótulo, a cor do vinho e o preço são fatores que mais influenciam as pessoas a comprar uma garrafa. Esse dado foi o primeiro informe da London International Wine Fair, de acordo com o site inglês Harpers.co.uk.

"No design de rótulos eu procuro algo colorido e atraente", disse Danielle Meenagh, que ganhou uma bolsa de estudos no Serviço de Sommelier de Michel Roux. "Ele precisa ser simples e dizer de onde e o que é", adicionou Charlotte Ashton. Ela admitiu: quando compra um vinho, "quantidade importa mais que qualidade". Para Keith Derham, um amante de vinho aos seus trinta anos, breves notas sobre o sabor do vinho é o que o convence a comprar a garrafa.

Essa pesquisa foi feita a partir do "Consumer Question Time" na LIWF, momento na feira em que os consumidores podem tirar suas dúvidas com especialistas. Os anfitriões dessa sessão foram Bernadette Costello, da Costello Media, e Tim Wilson, diretor da Wilson Drinks Report, o qual revelou que 14 mil britânicos adultos acham que a cor é a primeira coisa que os influencia quando compram um vinho.

Em contraponto, uma pesquisa feita com 16 mil adultos do Reino Unido descobriu que, para os pertencentes à indústria do vinho, a variedade da uva e se é um vinho da casa são os principais fatores que influenciam na escolha. Apenas 4% pedem ajuda a um sommelier. Em restaurantes, os consumidores são relutantes em gastar muito dinheiro em uma garrafa de vinho, optando frequentemente pelo mais barato. Outra coisa que lhes é muito atraente são as promoções, como as de 50%. É um dos maiores fatores que influenciam na compra.

Os currais das vinhas de Açores!

Nos Açores em Portugal, as vinhas têm de ser plantadas em locais onde fiquem naturalmente abrigadas e protegidas do vento e do ar salgado do mar ou então necessariamente deverão ser cultivadas dentro dos chamados “currais”, que são muros de pedras que dão a proteção necessária às vinhas. Vejam abaixo algumas fotos muito interessantes retiradas do site Infovini.

Vinho pode reduzir o risco de diabetes tipo 2.

Vários estudos têm mostrado que o consumo moderado de vinho está associado a um menor risco de diabetes tipo 2. Dois novos estudos sugerem que o vinho faz seu papel e que as substâncias químicas nas uvas podem ajudar. Para um dos estudos, a ser publicado no American Journal of Clinical Nutrition, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Wageningen, nos Países Baixos, analisou a questão com base nos dados extraídos do Inquérito Europeu Holandês Relativo a Câncer e Nutrição (EPIC-NL), um estudo mais abrangente da saúde de mais de 520 mil pessoas em 10 países europeus.

Depois de analisar 10 anos de dados, incluindo 796 casos de diabetes tipo 2, os pesquisadores concluíram que a taxa mais baixa da doença entre os bebedores não pode ser só explicada por uma vida saudável. O álcool, de alguma forma, contribuiu diretamente para uma menor incidência da doença - bebedores tiveram um risco aproximadamente 40 por cento menor que o dos abstêmios. Embora o estudo holandês não explique por que as bebidas alcoólicas podem reduzir o risco, outro estudo sugere que pode não ser somente o álcool. Pesquisa da Universidade de Michigan considera que comer uvas parece retardar o desenvolvimento de pressão alta e a resistência à insulina. Ambos são os principais precursores de doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Juntos, os dois criam uma condição conhecida como síndrome metabólica, que afeta 50 milhões de americanos.

Nos resultados apresentados na convenção de Biologia Experimental, em Anaheim, Califórnia, a equipe de Michigan descobriu que ratos alimentados com o pó feito a partir de uvas de mesa mostraram níveis mais favoráveis de açúcar na corrente sanguínea e melhor tolerância à glicose. O efeito é provavelmente devido à fitoquímicos, que ocorrem naturalmente nas uvas e vinho e incluem taninos, antocianinas e resveratrol. Os ratos que se alimentaram com as uvas de mesa tiveram menos inflamações arteriais e danos oxidantes.

Vinho tinto aumenta desejo sexual da mulher.

O poder afrodisíaco do vinho tinto pode ser comprovado depois de uma nova pesquisa realizada pela Universidade de Florença (Itália), que indica que a bebida serve como ativador do desejo sexual feminino. O estudo aconteceu com cerca de 800 mulheres que responderam questões ligadas ao consumo do vinho e à rotina sexual. De acordo com os pesquisadores, as mulheres responderam um questionário com 19 perguntas relacionadas à sua sexualidade e todas foram analisadas como sexualmente saudáveis, sem apresentar problemas como frigidez, por exemplo.

O resultado mostrou que aquelas participantes que consumiram uma ou duas taças da bebida por dia apresentam um desejo sexual muito maior do que aquelas que não consumiram nenhuma dose de vinho tinto, de acordo com as respostas do questionário. Porém, os cientistas afirmam que a qualidade do sexo e a quantidade de orgasmos não apresentaram mudança significativa, mostrando que a bebida influencia somente o desejo da mulher e não os resultados na hora do sexo.

Esporão lança os primeiros vinhos com rolha de cortiça certificada.


A vinícola Herdade do Esporão avança com sua política de sustentabilidade e responsabilidade ambiental ao adotar as rolhas de cortiça com certificação florestal FSC (Forest Stewardship Council). Os vinhos Esporão 2 Castas e Esporão Verdelho serão os primeiros com o selo FSC, seguidos dos vinhos do novo projeto do Esporão, a Quinta dos Murças, e outros do portfólio do Esporão.

Ao utilizar as rolhas certificadas FSC, a Herdade do Esporão ajuda a promover a gestão florestal responsável. Além disso, reforça o compromisso ambiental desde a produção até o consumidor final. Os vinhos do Esporão são importados exclusivamente pela Qualimpor e podem ser encontrados em lojas especializadas, supermercados e restaurantes.

Organização independente, não governamental sem fins lucrativos, criada para promover a utilização responsável das florestas no mundo. Desde 1993 ajuda nas questões referentes às preocupações com o desmatamento global. A certificação Forest Stewardship Council fornece internacionalmente a garantia da marca na utilização ambiental responsável, socialmente benéfica e economicamente viável da floresta. Para obter o selo, a empresa deve adaptar sua gestão e operações de acordo com todos os requisitos aplicáveis FSC.

Herdade do Esporão é hoje referência nacional e internacional na produção de vinhos e azeites de excelência. Situada no coração do Alentejo, a vinícola com 600 hectares de vinha abraçada por uma enorme barragem apresenta uma combinação de uma geologia de exceção, granitos e xistos, conjugada com condições climticas singulares. O resultado é uma enorme variedade de aromas e texturas que podem ser encontradas nos seus vinhos.

A Qualipor é a importadora dos vinhos da Herdade do Esporão.
site: www.qualimpor.com.br
Blog: www.qualimpor.com.br/blog/esporao
Facebook: www.facebook.com/esporao
Twitter: www.twitter.com/vinhoesporao

Principais guias internacionais de vinho: Robert Parker.

Robert M. Parker Jr é a maior autoridade no mundo dos vinhos. Suas notas possuem o poder de fazer desaparecer ou encalhar vinhos nas prateleiras de lojas do mundo inteiro. Publica uma guia bimestral chamado Wine Advocate e avalia vinhos em escala de 100 pontos, critério inventado por ele e hoje amplamente copiado. As notas de 96 a 100 pontos são concedidas raramente.

Em anos recentes, recrutou Pierre-Antione Rovani e Daniel Thomases como especialistas em Borgonha e em Itália, respectivamente. O sistema Parker é assunto de muito debate. Entretanto, indica que as “notas não revelam os fatos importantes sobre o vinho”. O comentário escrito que acompanha as avaliações é uma fonte melhor de informação a respeito do estilo e da personalidade do vinho, de seu nível relativo de qualidade e de seu potencial de envelhecimento.

Site: www.erobertparker.com
Sigla de referência: RP

Veja baixo o sistema de pontuação RP
Fonte: Revista Wine

Vinho tinto aumenta o desejo sexual da mulher?

Nunca foi segredo para ninguém que algumas taças de vinho podem deixar uma mulher mais “soltinha”, com a libido à flor da pele. E, pesquisadores italianos concluíram de fato, que o nível de desejo sexual feminino aumenta quando ela ingere vinho tinto.

O estudo especifica que foram encontrados componentes químicos no vinho tinto que melhora as funções sexuais pelo aumento da circulação sanguínea em áreas chaves do corpo. Segundo os pesquisadores, essa descoberta precisa ser interpretada com algumas precauções, pois sugere que existe relação entre o consumo do vinho tinto e a melhora na sexualidade. Ou seja, moderação no consumo é importante.

No projeto, que é descrito como o primeiro a examinar a entrada do vinho tinto e a função sexual feminina, cientistas da Universidade de Florença recrutaram 800 mulheres na idade entre 18 a 50 anos. As mulheres – que não possuíam nenhum problema de saúde sexual – foram separadas em três grupos. Um grupo consumia regularmente uma ou duas taças de vinho tinto por dia, outro ingeria menos de uma taça por dia de qualquer vinho ou outra bebida alcoólica, e outro grupo fazia abstinência.

Mulheres que bebiam mais de duas taças por dia foram excluídas do estudo para evitar uma possível confusão nos efeitos de embriaguez. Todas as participantes completaram um questionário, o Índice da Função Sexual Feminino, que foi usado pelos pesquisadores a fim de avaliar as mulheres e a saúde sexual. Foram incluídas 19 questões com uma pontuação total entre dois e 36, sendo que a pontuação mais alta significa melhor funcionamento. As mulheres que bebiam o vinho tinto pontuaram a média de 27.3 pontos, comparado com 25.9 para as que bebiam menos, e 24.4 para as abstinentes.

Ainda não é claro como o vinho tinto pode causar esse efeito, apesar de haver diversas teorias. Uma sugere que os antioxidantes do vinho tinto têm um efeito benéfico no revestimento dos vasos sanguíneos, e com a dilatação desses vasos aumenta a circulação sanguínea em áreas precisas do corpo.

Vinho será enredo de Carnaval em São Paulo.

O vinho estará mais presente do que nunca no carnaval do ano que vem. No último dia 20 de novembro, a escola de samba Imperatriz do Samba, da cidade paulista de Taboão da Serra promoveu um evento para escolher o samba enredo do carnaval de 2011, cujo tema será a bebida de Baco.

O samba vencedor foi "Do sagrado ao profano... Vinho, fonte de vida e prazer!" de Silvinho Amaro, Sinval e Netinho Batuqueiro, defendido por Juninho do Império e Thiago de Xangô.

Autoridades, como a vice-prefeita e a secretaria de Cultura Márcia Regina, e os vereadores Cido e Arnaldinho, prestigiaram a festa.

Participaram do júri o carnavalesco Eduardo Caetano, da escola Dragões da Real; Ary Munhos, diretor de harmonia da Pérola Negra; Arnaldo Guedes, embaixador do Samba de São Paulo e diretor da Camisa Verde e Branco e Messias, vice-presidente da Liga e José Sinopoli, da velha guarda da Imperatriz do Samba.

Neil Elderton da Ashmead GTS.

Continuando a mostrar garrafas e rótulos de vinhos diferentes e originais, vamos mostrar o Neil Ashmead GTS, um Shiraz australiano dos bons!

Com um designer by Fuller, o Neil Elderton da Ashmead GTS (Grand Tourer Shiraz), é um “vinho tributo” onde sua estilizada garrafa celebra a vida e os amores do falecido Neil Ashmead, um homem do sul da Austrália, que era apaixonado por vinhos e por carros velozes. Neil, que junto com a esposa Lorena, foi um elo vital na revitalização de Barossa, projetando-a como uma das mais importantes regiões vinícolas da Austrália.

Vinho pode prevenir perda de agilidade mental, diz estudo.

Pesquisadores da Noruega descobriram que beber vinho em quantidades moderadas pode reduzir o risco de lentidão mental, sendo possível que a bebida possa até prevenir doenças como a demência. Os especialistas estudaram os hábitos de mais de cinco mil homens e mulheres, com idade média de 58 anos, durante um período de sete anos. Eles puderam notar que aqueles que consumiam vinho se saíram melhor em uma série de testes da função cognitiva e de agilidade mental.

Nas mulheres, aquelas que afirmaram beber vinho pelo menos quatro vezes em um período de 15 dias se saíram melhor nos testes, em comparação com aquelas que haviam bebido menos durante esse mesmo tempo.

Os pesquisadores puderam concluir que o consumo de vinho pode estar associado à melhora e à preservação da função cognitiva de mulheres. Nos homens, no entanto, os resultados foram um pouco diferentes. Além do vinho, a ingestão de cerveja também pode trazer os mesmos benefícios.

Fonte: Revista Adega

Mariah Carey exige vinho de 1.500 reais no camarim em Barretos.

Mariah Carey irá se apresentar no Brasil neste sábado (21), na tradicional Festa do Peão de Barretos, no interior de São Paulo.

Estrela internacional, a cantora norte-americana fez algumas exigências para o seu bem estar durante sua estadia no camarim em terras tupiniquins.

Na lista estão coisas como velas de alfazema, 16 passagens aéreas de primeira classe, um ar condicionado que forneça a mesma temperatura para todas as partes do palco e um avião particular. Nada que surpreenda tanto, já que outras celebridades internacionais já foram muito mais longe.

No entanto, o mais recente pedido de Mariah para sua apresentação no Brasil pode não ter sido muito bem visto pela maioria dos fãs, mas, para um bom e sensível amante do vinho, ele irá soar razoabilíssimo. A cantora exigiu um vinho importado no valor de 1.500 reais.

Este será o primeiro show da estrela norte-americana no Brasil. Ela receberá um cachê de 800 mil dólares por sua única apresentação, que ocorrerá às 00h do dia 21.

Fonte: Portal "O Melhor Vinho"

Vinho foi a bebida que mais cresceu em vendas na Espanha.

De acordo com um estudo publicado pelo Observatório Espanhol do Mercado do Vinho (OEMV), as vendas de vinho registradas até junho deste ano foram as que mais cresceram no setor de bebidas do país.

Enquanto produtos como água, refrigerantes, sucos e cervejas tiveram um declínio em seu comércio, a indústria vitivinícola espanhola pôde assistir um crescimento considerável de 3,7% em suas vendas.

Embora o comércio total do setor de bebidas tenha caído cerca de 0,5%, em relação a 2009, as vendas de vinho conseguiram se manter estáveis e fechar o primeiro semestre do ano positivas na Espanha.

Fonte: Revista Adega

Luiz Argenta foi escolhido o vinho oficial do 38º Festival de Cinema de Gramado.

A 38ª edição do Festival de Cinema de Gramado atraiu centenas de turistas e especialistas da área para a cidade gaúcha, no que é certamente uma das principais referências em termos de premiação de cinema no Brasil.

Aproveitando as temperaturas baixas e o agradável clima de Gramado, todos que acompanharam de perto mais este grande evento da cultura nacional encontrarão nos vinhos uma forma de relaxar, acompanhar boas refeições e também, claro, se "esquentar" na Serra Gaúcha.

Mas um vinho em especial foi o mais procurado. Trata-se do Luiz Argenta, o vinho oficial do 38º Festival de Cinema de Gramado. Produzido na cidade de Flores da Cunha, também no Rio Grande do Sul, a vinícola traz atualmente seus vinhos nas variedades Cuvée, Gran Reserva Cabernet Sauvignon, Gran Reserva Merlot, Rosé e Reserva Cabert Sauvignon.

Todos esses vinhos foram encontrados no Festival de Cinema de Gramado, que reuniu artistas, diretores, empresários e pessoas das mais diferentes áreas para acompanhar o que tem de melhor no cinema brasileiro na atualidade.

Fonte: Revista Adega

Vinícola Garibaldi está presente na novela Passione da Globo.

Na novela Passione, da Rede Globo, há uma mescla Brasil-Itália, e são normais cenas em que as personagens reproduzem famílias italianas apreciando vinhos e pratos tradicionais da cozinha do país, além de serem passadas paisagens da região da Toscana.

O que poucos sabem é que alguns dos produtos consumidos foram elaborados e produzidos pela Cooperativa Vinícola Garibaldi, que cedeu os espumantes Giuseppe Garibaldi Brut e Garibaldi Moscatel, além do tinto Chalet Du Clermont e um suco de uva orgânico.

Muitas cidades da Itália são conhecidas por abrigarem grandes vinhedos, como o cenário onde se passa a história da novela, na região da Toscana, famosa pelas belíssimas paisagens e por ser grande produtora de vinhos. Termos sido convidados para fazer parte deste roteiro que marca tão bem as nossas tradições é uma honra, afirma o presidente da Cooperativa Garibaldi, Oscar Ló.

Fonte: Revista Adega