Querendo incrementar seus pratos com temperos diferentes? A Bombay tem uma série de temperos diferenciados. Os grandes cozinheiros sabem da importância dos temperos e os usam com sabedoria e técnica, conferindo um toque a mais que faz a diferença na preparação dos pratos.
A linha de produtos da Bombay foi idealizada para atender a crescente demanda em ervas, especiarias e pimentas de excelente qualidade e variedade. Criada por Nelusko Linguanotto Neto , um grande conhecedor desse segmento gastronômico, e oriundo da família Linguanotto, a pioneira no mercado brasileiro em ervas e especiarias, Nelo é autor de duas obras literárias de grande sucesso na gastronomia, são elas: “Dicionário Gastronômico de Ervas e Especiarias” e “ Dicionário Gastronômico Pimentas e suas Receitas”
Suas constantes viagens pelo mundo, garantem que a linha de produtos Bombay se mantenha bem atualizada em termos de qualidade e variedade. Suas matérias primas, na grande maioria importadas, passam por rigorosos processos de qualidade, o que garantem produtos isentos de sugidades e outros tipos de contaminações. A Bombay mantem uma unidade agrícola na cidade de Ribeirão Pires, São Paulo, onde produz algumas ervas e especiarias difíceis de serem encontradas no mercado brasileiro, como as folhas de curry e kaffir lime.
Suas misturas são preparadas pessoalmente por Nelo na unidade fabril da cidade de São Caetano do Sul, São Paulo. A Bombay mantem um loja própria na cidade de São Paulo, onde é possível encontrar mais de 270 tipos de ervas e especiarias e 60 tipos de pimentas. Além das ervas, especiarias e pimentas existem outros produtos desse segmento, com a marca Bombay, entre eles os odorizadores de ambiente, biscoitos, molhos e conservas,chás, etc.
A Bombay disponibiliza seus produtos em outros pontos de vendas, além da loja própria, e também pelo site www.bombayherbsspices.com.br.
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Azeite, vinho e pão: santíssima trindade.
Citado em todos os manuais de medicina e alquimia da antiguidade, fonte de vida, serviu como alimento, remédio e cosmético para todos os povos do Oriente Médio e Europa; citado em quase todos os livros da Bíblia, e reverenciado como alimento nobre por todos os povos ocidentais, o azeite tem lugar de destaque entre os alimentos divinizados, ao lado do pão e do vinho.A produção de azeite tem início na olivicultura, e quanto melhor a produção de azeitonas, melhor a chance de se obter um bom azeite, a regra que vale para os vinhos é a mesma aqui. A produção de óleo de oliva chegou ao mediterrâneo há três mil anos, vinda do oriente médio, mas as oliveiras ocupam a paisagem na região há mais de cinco mil anos, segundo pesquisas da universidade de Córdoba. Toda a Europa produz óleo de azeitonas, mas a Espanha é o maior produtor mundial, possuindo mais de 250 milhões de oliveiras. A qualidade do óleo está, sem duvida, na qualidade da matéria prima, mas o processo de elaboração deve ser cuidadoso, desde a colheita até a armazenagem, pois o liquido precioso é muito delicado e oxida facilmente.
A colheita ocorre nos meses de novembro e dezembro, em pleno inverno europeu, e para garantir a sanidade dos frutos, não deve ultrapassar as setenta e duas horas da colheita à prensagem. As azeitonas maduras chegam ao lagar, onde serão trituradas, mas antes devem ser lavadas, para retirar as impurezas. Depois de limpas e secas, são esmagadas para se formar uma pasta que será colocada num lagar e serão prensadas a frio mecanicamente. Antes de ser prensado pela primeira vez, o primeiro óleo a escorrer espontaneamente é o melhor azeite, chamado de “flor”, onde há grande concentração de aroma, de sabor e baixíssima acidez. Este azeite é o mais nobre, entretanto a sua produção ínfima torna seu preço alto. A pasta compacta é prensada a frio, e o óleo extraído é o chamado de “Extra”, ou “Extra Virgem”, este óleo é nobre, possui baixa acidez (inferior a 1 g/litro), ou seja, menos de 1 g de ácidos gordos por 100 g de azeite. Na seqüência, o moinho hidráulico é acionado novamente, desta vez com mais força, e o azeite que se obtém é o “Virgem”, com acidez inferior a 2 g / litro. A pasta de azeitonas restantes será aquecida, pois ainda há óleo a ser extraído, e o azeite obtido pela última prensagem é o
comum, indicado para as frituras, com acidez alta, pouco aroma e sabor.A coloração do azeite depende da espécie de azeitonas utilizadas na sua elaboração e seu estado de amadurecimento. Azeites mais verdes e escuros podem ser resultantes de azeitonas verdes, jovens, enquanto que frutos maduros produzem azeites de tom pastel. O sabor também depende do tipo de azeitonas utilizadas e do seu grau de amadurecimento. Azeites podem ser suaves, amendoados ou picantes e apimentados, dependendo do país de origem, do estado de amadurecimento das azeitonas e da sua qualidade.
Cuidado com as garrafas de azeite, pois não duram muito, devem ser consumidas em até quatro meses. Todo cuidado é pouco para manter sua qualidade, e uma delas é limpar o bico dosador, pois a sujeira que se acumula no local pode oxidar o conteúdo. Em regiões quentes, melhor conservar o azeite em geladeira, o liquido irá ficar um pouco turvo, mas suas propriedades permanecerão intactas por mais tempo.
Minha Horta, para quem quer cultivar em casa seus próprios temperos e ervas.

Hoje em dia não há nada mais luxuoso do que ter qualidade de vida. Cuidar do corpo e da saúde, física e mental, de dentro para fora, é fundamental para ter um real bem-estar. E ter uma mini-horta em casa, com ervas e brotos, proporciona, além de um ambiente vivo, uma alimentação mais saudável, feita com ingredientes frescos, recém-colhidos e, por isso, com alto valor nutritivo. A “Minha Horta” é uma empresa cujo objetivo é levar, para dentro das casas das pessoas, todo o prazer e benefícios que um canteiro de ervas pode oferecer.
Criada por um engenheiro agrônomo especializado em cultivo de alimentos orgânicos e ervas medicinais, a Minha Horta é uma empresa que tem o propósito de oferecer aos moradores das grandes cidades a possibilidade de cultivar em casa seus próprios temperos, ervas aromáticas, medicinais, verduras e brotos. Uma equipe especializada monta, em apartamentos, quintais, varandas, coberturas e nos ambientes mais improváveis, canteiros de ervas de acordo com os desejos de cada pessoa. Com uma atitude que respeita o meio-ambiente e incentiva o consumo de produtos mais saudáveis, frescos e isentos de agrotóxicos, a Minha Horta pretende resgatar em seus clientes a relação com a terra em plenos centros urbanos e também o resgate do prazer gastronômico.
Criada por um engenheiro agrônomo especializado em cultivo de alimentos orgânicos e ervas medicinais, a Minha Horta é uma empresa que tem o propósito de oferecer aos moradores das grandes cidades a possibilidade de cultivar em casa seus próprios temperos, ervas aromáticas, medicinais, verduras e brotos. Uma equipe especializada monta, em apartamentos, quintais, varandas, coberturas e nos ambientes mais improváveis, canteiros de ervas de acordo com os desejos de cada pessoa. Com uma atitude que respeita o meio-ambiente e incentiva o consumo de produtos mais saudáveis, frescos e isentos de agrotóxicos, a Minha Horta pretende resgatar em seus clientes a relação com a terra em plenos centros urbanos e também o resgate do prazer gastronômico.

Os principais serviços que o pessoal da “Minha Horta” presta são: execução de projetos e hortas residenciais; visitas regulares para a manutenção das hortas; planejamento de produção para hortas residenciais; produção de germinação de brotos em casa; fornecimento de insumos e ferramentas para jardinagem; projetos de irrigação automatizadas. Para mais detalhes consulte o site www.minhahorta.com.br.
Flor de sal de Guérande.

Diz a lenda que a flor de sal começou a ser extraída pelos celtas no início da Era Cristã. Em tempos modernos, os franceses são os responsáveis pela disseminação em restaurantes de alta gastronomia, vale ressaltar desses delicados cristais de textura crocante e sabor que lembra violeta.
A cidade francesa de Guérande, na Bretanha, é a origem do produto mais valorizado internacionalmente, que leva seu nome. A flor de sal do Algarve, ao sul de Portugal, é outra muito apreciada. Naquele país, esse tipo de sal gourmet é conhecido também como nata, em analogia com a gordura do leite.
Desde 2006, Mossoró (RN) entrou para o seleto rol de produtores. Lá, para cada 80 quilos de sal, um quilo de flor de sal é retirado da camada superficial das salinas, manualmente, com auxílio de um rodo específico.
"Depois, é armazenada em um balaio que fica exposto ao sol para secar, passa por análises e é envasada. Como não é beneficiada, a flor de sal contém todos os nutrientes da água do mar, como magnésio, iodo e potássio", afirma Roberto de Freitas, coordenador comercial da salina Cimsal.
No Nordeste, a colheita é realizada nove meses por ano --com exceção do inverno, quando chove. Para que os cristais se formem, é necessário sol abundante e muito vento, além de terras salinas.
Diferentemente do que se faz com outros tipos de sal, a flor deve ser acrescentada na finalização dos pratos, já fora do fogo, para que sua textura crocante não se perca. Por ter sabor pungente, concentrado, deve ser usada com moderação em saladas, grelhados e massas.
Uma combinação clássica é com "foie gras", o fígado gordo de pato, mas há quem veja possibilidades também na sobremesa. No Ateliê Maria Brigadeiro, uma das versões do popular docinho é temperada com flor de Guérande. "O chocolate combina muito com sal, é uma harmonização por contraste de sabores", afirma a doceira Juliana Motter.
Em São Paulo, a Casa Santa Luzia vende o pote com 125 gramas do sal de Guérande por R$ 31,60. A versão nacional sai bem mais em conta: a embalagem de 350 gramas vale R$ 21,50 na rede de supermercados St. Marche.
O preço alto, além de apontar a raridade do tempero, ajuda a lembrar que é preciso utilizá-lo com moderação. Composto principalmente de cloreto de sódio, pode elevar a pressão arterial como o sal comum.
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