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Como montar um queijo e vinho em 15 minutos no Pão de Açúcar.


Resolveu montar um queijos e vinho de última hora? Tem um Pão de Açúcar aí por perto? Vamos dar o passo a passo para uma belíssima tábua para umas 5 ou 6 pessoas, vamos lá;

- uma bandeja de presunto Parma Villani – R$ R$ 21,00
- dois pacotes de salame Sadia Prezato tipo italiano – R$ 19,00
- um queijo Emmental President – R$ 25,00
- um queijo Camembert President – R$ 16,00
- um queijo Grana Padano Gran Soresina – R$ 25,00
- um pacote de manga desidratada Taeq – R$ 7,00
- um pacote de maça desidratada Taeq – R$ 4,00
- um pacote de castanha de caju Iracema – R$ 6,00
- um pacote de cracker eQlibri – R$ 2,00
- pão francês e italiano – R$ 12,00

Você vai precisar de duas tábuas médias; em uma delas disponha o presunto e o salame, na outra os queijos, use as frutas desidratadas, a castanha de caju e os crackers para decorar as tabuas. Em um cesto coloque os pães fatiados e tudo estará pronto.

O vinho para harmonizar não é uma tarefa muito fácil. Os grandes especialistas indicam um vinho para cada tipo de queijo e frios, para mim isso pode ser mais simples, com um grupo de amigos envolta da mesa, o importante mesmo é ter vinho! Eu recomendo para acompanhar essas tábuas um Pinor Noir chileno, é claro que não ficará perfeito, mas vai dar conta do recado.

Umas duas garrafas devem dar, no Pão de Açúcar mesmo tem dois Pinot chilenos bem legais, sirva nessa ordem;
- um Montgras Selección Especial Pinot Noir 2012 – R$ 64,00
- um Marea Pinot Noir 2011 – R$ 69,00


Não tem erro, será um sucesso, eu garanto. O valor da “brincadeira” será em torno de uns R$ 280,00, não é barato, mas para fazer isso rapidinho e de boa qualidade sai um pouco mais caro mesmo, Se for fazer com mais tranquilidade esse custo pode cair mais de 30%.

Queijos franceses são destaque de loja temporária em São Paulo.

Camembert, brie, roquefort... A França é um país que se orgulha da sua produção de queijos. E para promover a iguaria em novos mercados, uma associação de produtores franceses irá abrir uma loja temporária em São Paulo para estimular os consumidores a conhecerem mais sobre o assunto.

A loja, criada pelo CNIEL (Centro Nacional da Economia Leiteira, em português) em parceria com o Empório Dinis, irá funcionar no shopping Higienópolis somente na próxima sexta-feira e no sábado (12 e 13).

 No local, serão promovidas degustações de queijos já conhecidos do grande público e produtos diferentes, como o Bleu d'Auvergne, Cantal e Comté, entre outros. Quem se interessar em levar algum produto para casa terá como comprar os queijos com preços promocionais.

Como parte da campanha "Abra Seu Paladar", a loja temporária também terá uma exposição de fotos com celebridades francesas e seus queijos favoritos.

Loja temporária "Abra seu Paladar"
12 e 13/6, das 10 às 22h
Shopping Higienópolis - Av. Higienópolis, 618, Higienópolis, São Paulo, SP

Queijos Suíços: Gruyère AOC

Este queijo é originário da região da Gruyère, nas terras altas do cantão de Friburgo, onde a tradição queijeira é transmitida desde o século XII. Neste cantão falam-se duas línguas, o francês e o alemão, mas este último só numa pequena zona. O lar de Le Gruyère AOC é o planalto que se estende até aos Alpes de Friburgo. O artesanato, o folclore, a arte e os velhos costumes têm-se mantido intactos até à atualidade nesta encantadora região, famosa justamente por dar o seu nome ao popular queijo.

As primeiras referências sobre Le Gruyère AOC datam do ano de 1115. Mas a associação do nome da região ao queijo só aparecerá nos princípios do século XVII, com motivo da visita dos representantes da embaixada francesa, aos quais ofereceram queijos Le Gruyère.

O queijo Le Gruyère AOC detém a Denominação de Origem Controlada desde o ano de 2001. Por isso está sujeito a algumas estritas condições. Por exemplo, é proibido que as queijarias realizem mais de uma produção por dia. Desta forma preserva-se a tradição artesanal e evita-se a utilização de leite que não seja fresco para elaborar mais queijos. Além disso, também se controla que a distância entre o produtor do leite e a queijaria seja como máximo de 20 km, para preservar as condições e a qualidade do leite. A pasteurização do leite também está proibida.

Enquanto o queijo vai maturando, a casca é continuamente humedecida com água pura salgada, para acelerar o tempo de maturação e para lhe dar o seu odor característico. Le Gruyère AOC é armazenado entre 5 e 12 meses. Atualmente, a zona de produção de Le Gruyère AOC elabora 27.000 toneladas deste queijo por ano, em 200 queijarias situadas na zona ocidental da Suíça e também em mais 60 explorações alpinas situadas a uma altura mínima de 1000 m e que funcionam unicamente durante o Verão.
Origem do nome: da região da Gruyère, do cantão de Friburgo na Suíça.
Região produtora: os cantões de Friburgo, Vaud, Neuchâtel, Jura, os distritos de Courtelary, Le Neuveville e Moutier, e algumas vilas que limitam com o cantão de Berna.
Matéria-prima: leite fresco de vacas alimentadas com forragens naturais, não ensiladas. O uso de aditivos é proibido na sua elaboração.
Forma, tamanho e peso: redondo, roda de entre 9 e 12 cm de espessura e de 55 a 65 cm de diâmetro, com um peso médio de 35 kg.
Região Produtora na Suíça
Gordura: 49-53 %.
Buracos: a presença de buracos não é indispensável. Se houver, são isolados e redondos, com um diâmetro de cerca de 6 mm.
Massa: dura e de cor marfim-amarelada.
Sabor: delicado, vigoroso e de pronunciado aroma. Com uma nota mais ou menos salgada, os sabores afrutados dominantes podem variar conforme a zona de elaboração.
Idade: de 5 a 10 meses ou mais.
Harmonização: com os tintos da bourgogne.

Queijos Suíços: Emmentaler AOC.

O Emmentaler AOC é o queijo famoso pelos seus buracos e deve o seu nome ao vale do Emme, no cantão de Berna, uma paisagem caracterizada pela passagem do rio Emme e pelas suas colinas, os “Schachen”, com exuberantes prados onde pastam as vacas que proporcionam o leite para a sua elaboração. A elaboração deste queijo foi se estendendo progressivamente e atualmente inclui os cantões de Argóvia, Berna, Friburgo, Glaris, Lucerna, Saint Gall, Schwyz, Turgóvia, Zug e Zurique.

As origens do Emmentaler AOC remontam-se ao século XII, quando nasceu como típico queijo “de pasto alpino”, já que se elaborava na montanha durante os meses de Verão. Da queijaria doméstica foi passando pouco a pouco para uma produção só artesanal.

O Emmentaler AOC é um queijo com buracos e muito grande, com rodas que podem chegar a ter um diâmetro de entre 80 e 100 cm e um peso médio de 90 kg. Este costume de fazer grandes rodas deve-se a que, há séculos, os queijeiros do vale do Emme começaram a produzir uma única e grande roda por dia, e não várias pequenas como faziam até então, para poupar o pagamento de impostos.

Atualmente, cada roda é objeto de estritos controles de qualidade para qualificar os buracos, a massa, o sabor, o aspecto e a sua capacidade de conservação e maturação. Só os queijos que obtêm uma pontuação de 17 numa escala de 0 a 20 podem ser comercializados com o nome de Emmentaler AOC. Além disso, este queijo não pode ser posto à venda com menos de 4 meses de cura. Também é imprescindível que a distância máxima entre a leitaria e a queijaria seja de 25 km para preservar as condições de conservação e qualidade do leite.

Os seus característicos buracos, de entre 2 e 4 cm, são formados durante o processo de fermentação, com a produção de ácido carbónico, que fica preso e se acumula nas diferentes partes do queijo. O Emmentaler detém o título de AOC (Denominação de Origem Controlada) desde o ano de 2006. Como cada corte de queijo tem um número na sua casca que identifica a queijaria onde foi elaborado, o consumidor pode conhecer a origem do queijo que adquiriu, entrando no site na Internet www.emmentaler.ch. 
Origem do nome: procedente do vale do Emme, na Suíça.
Região produtora: o vale do Emme e a região suíça de língua alemã.
Matéria-prima: leite fresco de vacas alimentadas com pastagens naturais, não ensiladas. O uso de aditivos é proibido.
Forma, tamanho e peso: redondo, corpo plano com entre 16 e 27 cm de espessura, e cerca de 80-100 cm de diâmetro. Peso médio de 90 kg, podendo chegar aos 120 kg.
Região Produtora na Suiça
Gordura: mínimo 45%
Buracos: tamanho de 2 a 4 cm de diâmetro.
Casca: natural, consistente e dourada.
Massa: cor entre o marfim e o amarelo claro.
Sabor: suave, com sabor a noz.
Idade: de 4 a 12 meses.
Harmonização: Tinto de corpo médio, minha dica um Syrah da Cotês-du-Rhône.

O queijo Conté e a pouco conhecida região do Jura na França.

Esse antigo queijo francês tem sido feito em pequenas leiterias cooperativas estabelecidas em vilas – fruitères – há mais de oito séculos. Esse sistema gerou um senso de solidariedade e orgulho, preservando a tradição e as técnicas de produção em pequena escala que ajudam a garantir que o Conté continue a ser um dos queijos mais populares da França.

São necessários cerca de 530 litros de leite para fazer uma roda de Conté de 35 kg. Em média cada fruitière trabalha com 19 cooperados ou fazenda de leite locais, todas localizadas num raio máximo de 13 km. O método de produção não mudou em séculos, como tão pouco a área onde o Conté é feito, definida atualmente por normas da Appellation d’Origine Contrôlée (AOC), que abrange as escarpadas montanhas e os amplos planaltos do Maciço do Jura, numa região que abrange o Jura, o Doubs (ambos no Franco-Condado) e o Ain (no Ródano-Alpes).

A abundância e diversidade dos pastos de montanhas e as estações bem diferenciadas é que dão ao Conté seu sabor incomparável, por meio das duas raças de vacas nativas: a Monthéliarde (conhecida pelo leite adocicado) e a Simental, ambas seguem rigorosos sistemas de alimentação, mesmo no inverno, por exemplo, são alimentados com forragem cortada dos pastos do verão, porém cada Fruitère tem um perfil que caracteriza seu sabor, que é refletido do solo, do clima e da flora das terras onde as vacas pastam, dando ao Conté uma pequena variação de seus aromas e sabores.

Os franceses comem queijo Conté praticamente a qualquer hora do dia. Como ele derrete bem, entra em muitos pratos tradicionais da França, de quiches, sopas, tortas e gratinados a fondue, molhos e saladas. Sua textura cremosa e seu paladar frutado casam bem com peixes, carnes brancas e vinhos locais do Jura como o Chardonnay, Chenin Blanc ou Viognier.
A região vinícola do Jura, localizada no leste da França, a apenas 80 quilômetros ao oeste de Borgonha, é a região francesa com a menor área cultivada de vinhas, aproximadamente 4.000 acres. Apesar de não ser muito conhecida no mercado brasileiro, ela produz vinhos inimitáveis e de excelente qualidade. Situada ao sul de Lons le Saunier e ao norte de Arbois, nas colinas ocidentais das montanhas Jura, o solo pré-histórico de mármore e calcário deu ao mundo a origem do termo genérico “jurássico”. Evidências históricas revelam a existência de vinhas na região desde o século X, mas acredita-se que o cultivo de uvas tenha começado bem antes, em meados do século III. Jura produz diversos tipos de vinhos, entre eles o tinto, branco, rosé, espumante e de sobremesa, uns mais notáveis que outros, e por isso vamos conhecer agora os melhores da região:
O Vin de Paille (“vinho de palha”), conhecido como “o néctar de paciência”, esse vinho doce é produzido a partir das castas brancas Chardonnay, Savagnin e Poulsard. As uvas são colhidas à mão, cuidadosamente selecionadas, e depois estendidas em esteiras de palha para secar, e daí vem o nome “vinho de palha”. O processo tem a duração de seis semanas e as uvas atingem um nível de desidratação de 80%. Depois da fermentação, o vinho é envelhecido em barris de carvalho durante um período de dois a três anos. Seus aromas de frutas secas, mel, caramelo e nozes seduzem qualquer pessoa.
O Vin Jaune (“vinho amarelo”), um dos vinhos mais desejados mundialmente, ele é comparado ao vinho espanhol Jerez devido às similaridades em sua produção. A maturação também ocorre em barris de carvalho e o vinho é protegido por uma camada de levedura como a flor formada no vinho Jerez, que na França é chamada de voile (véu em francês, uma levedura que da complexidade ao vinho e o protege parcialmente da oxidação). Essas similaridades também se aplicam aos aromas, mas diferente do vinho Jerez, o Vin Jaune não é fortificado, ou seja, não possui a adição de aguardente. Ele é produzido a partir de uma colheita tardia da casta Savagnin, a fermentação ocorre lentamente em barris e a camada de levedura, voile, demora três anos para se desenvolver completamente, o que significa que o vinho é levemente exposto ao oxigênio e por isso possui características oxidativas. O vinho de cor amarela tem forte aroma de amêndoas, nozes e curry, que são gerados em um período de seis anos em que o vinho é envelhecido em contado com o carvalho e com a levedura.
O Mac Vin, conhecido desde o século XIV, por vezes é confundido com licor. Pode ser produzido a partir de cinco variedades de uvas permitidas na região, sendo tinto ou rosé quando produzido a partir da Poulsard, Trousseau e Pinot Noir, ou branco quando produzido a partir de Chardonnay ou Savagnin. A colheita é tardia, feita quando o teor de açúcar nas uvas está mais elevado. O mosto é primeiro envelhecido em barricas de carvalho durante 12 meses sem fermentação e depois Marc (espécie de aguardente) é então adicionado em uma medida de um litro para cada dois de mosto. O nível alcoólico da aguardente mata as bactérias responsáveis pela fermentação, evitando que ela ocorra, o que deixa para trás o açúcar residual e um vinho de sobremesa fortificado.
Vejam abaixo outras sugestões de harmonização com os vinhos da região do Jura.
- Vin de paille - foie gras, crème brûlée, bananas flambadas e cheese cakes.
- Vin Jaune - ele é particularmente apreciado com o queijo Comté (também produzido na região) e nozes. Acompanha muito bem todos os tipos de queijos, de macios a duros, também todos os tipos de frios, sendo assim uma perfeita escolha para uma noite de queijos e vinhos. Com pratos com molhos à base de creme (filé mignon ao creme de cogumelos), foie gras e lagostim.
- Mac Vin - geralmente apreciado como um aperitivo, servido gelado com jamón e melão. Podemos também servi-lo com sorvete de baunilha ou caramelo.

Camembert e Brie: os queijos mais famosos da França.

O Camembert da Normandia e o Brie de Melun são os exemplos mais conhecidos e a inspiração das variações produzidas no mundo inteiro. Os queijos brancos moles têm geralmente uma crosta branca , textura entre ligeiramente granulosa e quase fluída, bem como um maravilhoso aroma de cogumelos; os mais fortes tem sabor de sopa cremosa de cogumelos silvestres com o toque apimentado de dente-de-leão no final, e um aroma terroso. Quando feitos com leite de ovelha, eles têm uma doçura sutil, enquanto aqueles feitos com leite de cabra têm gosto de amêndoas.

As variedades industrializadas têm em geral uma casca grossa e aveludada que mais parece um invólucro do que parte integrante do queijo. Pelo contrário, nos produtores artesanais se desenvolve uma crosta branca mais fina que pode estar colorizada por pigmentos avermelhados ou manchas amarelas ou cinza de bolor. Como a cobertura evita que estes queijos ressequem, o processo de cura torna-se mais acelerado.

Estes queijos podem ser feitos com leite de vaca, cabra, ovelha, búfala e até de camela. A cor varia de absolutamente branca quando feito com leite de cabra à amarelo-manteiga se feito de leite de vaca.

O Camembert de Normandie AOC é um dos queijos mais famosos da França e teria sido criado em 1791 por Marie Harel, esposa de um fazendeiro de Camembert. Segundo as normas da AOC, outorgadas em 1983, o queijo deve ser feito com leite cru. Seu sabor é frutado, com ligeiro aroma de cogumelos e bolor. Sirva-o com vinhos tintos elegantes e frutados da Borgonha ou de Côtes-du-Rhône.

O Brie de Melun AOC diferentemente dos outros Bries, a coagulação da coalhada neste queijo de leite de vaca é muito lenta, pois ela depende muito da fermentação láctica e não do coalho. Isso dá como resultado uma coalhada muito espessa e, finalmente, uma casca branca grossa com pigmentos e bolores amarelos e marrons. Quando totalmente curado adquire um sabor muito frutado e uma forte fragrância de fermentação. Pode ser combinado com todos os vinhos tintos da Borgonha.

Queijos da Espanha: Arzúa-Ulloa e Tetilla.

Na Espanha há aproximadamente 190 tipos de queijos. Um que merece ser destacado é o Arzúa-Ulloa que é um queijo de leite de vaca pasteurizado original da Galícia. Com textura semi-cremosa, tem aromas amanteigados e sabor levemente salgado. É um queijo de cor uniforme, amarelo pálido, de aspecto brilhante, sem fendas e com poucos e pequenos olhos distribuidos irregularmente. Envelhece de 15 dias à 4 meses. Chama-se queijo de 'pasta lavada' pois a massa entra em contato com a água durante a sua elaboração.

Outro queijo bastante conhecido na espanha é o tetilla que é muito representativos na cozinha galega. Elaborado com leite pasteurizada de vaca de raças galegas, com maturacão que vai de 7 à 20 dias. Sua forma de cónica, cóncava-convexa, é a que lhe dá nome (recordando a uma mama ou tetilla). Possui um sabor suave, de textura semi-cremosa e sabor ligeiramente ácido e levemente salgado, sua cor é um amarelo palha.

Esses dois queijos harmonizam muito bem com os vinhos tintos "crianza" de la Rioja.

Queijo e vinho: Camembert

Queijo : Camembert
Leite : Vaca
Origem : França
História : Data antes do 18º século; O nome é de uma aldeia normanda onde seu criador residiu; um pedaço foi apresentado a Napoleão em 1855 e dali em diante, o nome Camembert ficou permanente.
Formato : Amoldado em forma de roda, normalmente 230 gramas; também empacotado em caixas de madeira; um queijo macio-amadurecido com uma crosta comestível.
Cor : Branco ou amarelo creme;
Gosto e Textura : Delicado, cremoso e salgado, pode percorrer de moderado para pungente; textura macia.
Resumo Nutricional por 100g :
Caloria = 300 kcal
Proteína = 19,8 g
Gorduras total - Lipídios = 24,3 g
Carbohidrato = 0,46 g
Cálcio = 388 mg
Sódio = 842 mg
Vinhos : Tintos como Cabernet, Merlot, e Branco como Chenin Blanc,
Dicas para servir : Vai bem como uma sobremesa ou queijo de lanche; freqüentemente acompanhado com torta de maçã.

Queijo e vinho: Provolone

Queijo : Provolone
Leite : Vaca
Origem : Itália
Formato : Primo da mozzarella; usado como um queijo de mesa e sanduíche; capaz ser ralado quando completamente envelhecido; envelhece, enquanto pendurado em vigas, é defumado ou não.
Cor : dourado-amarelo
Gosto e Textura : semelhante ao de mozzarella mas com um condimento jovial. Esfumaçado, distintivo; Ligeiramente azedo e também salgado; mais doce quando mais jovem; tem uma textura lisa, semi-dura.
Resumo Nutricional por 100g :
Caloria = 351 kcal
Proteína = 25,6 g
Gorduras total - Lipídios = 26,6 g
Carbohidrato = 2,14 g
Cálcio = 756 mg
Sódio = 876 mg
Vinhos : Tinto da Toscana, Barolo, Valpolicella, Chianti Classico.
Dicas para servir : Grelhe na churrasqueira. Use o Provolone defumado como recheio de carnes, de Pastéis. Acompanhado de frutas como pêra, uvas, figos, azeitonas e pães crocantes; use em sanduíches, sopas, saladas e em pizzas.

Queijo e vinho: Gorgonzola

Queijo : Gorgonzola
Leite : Vaca
Origem : Itália
História : Da aldeia italiana do norte, Gorgonzola; sua versão velha é mais audaz, mais aguda em sabor, conhecida como Gorgonzola Piccante. Enquanto que a doçura versão mais jovem e mais macia é conhecida como Gorgonzola Dolce; Séculos atrás, o queijo entrava em processo de envelhecimento dentro de cavernas.
Formato : um queijo azul tradicional, cremoso; um queijo de mesa distintivo; tem buracos pequenos e uma crosta dura, avermelhada; geralmente leva três a seis meses para amadurecer.
Cor : Branco para amarelo pálido com veias azul-verdes de mofo.
Gosto e Textura : varia do moderado para agudo e picante, aumentando com idade; tem uma textura macia.
Queijo tipo Blue, Resumo Nutricional por 100g :
Caloria = 353 kcal
Proteína = 21g
Gorduras total - Lipídios = 29g
Carbohidrato = 2,4g
Cálcio = 528 mg
Sódio = 1.395 mg
Vinhos : Tintos como Bordeaux, Barbera ou Licoroso como Porto.
Dicas para servir : Use em saladas, molhos, e tempero; use como um cobertura para pizza ou em molho de macarrão; Misture junto com Antepasto para rechear tortas; grande companheiro para frutas como figos secos, Damasco e pêra; sabor picante permite isto ser servido com sucos de fruta, cappuccinos e doces vinhos tintos como Sauternes-Bordeaux.

Queijo e vinho: Roquefort

Queijo : Roquefot
Leite : Ovelha
Origem : França
História : Somente leite de ovelha especialmente criada é usado para fazer o Roquefort e amadurecido em cavernas de pedra calcária debaixo da aldeia de Roquefort-sur-Soulzon, próximo a fronteira espanhola de França. Roquefort era o queijo favorito de Imperador Charlemagne como também o Rei francês Charles VI.
Formato : O azul-mofo mais famoso do mundo, freqüentemente descrito como o " Rei de queijos"; tem uma forma cilíndrica com uma casca de marfim pálida e pele de laranja queimado; " Penicillium roqueforti " é adicionado durante o processo para dar ao queijo sua moldagem azul-verde.
Cor : o exterior é branco e brilhante enquanto o interior é um venoso verde ou azul.
Gosto e Textura : gosto agudo, picante, sabor audaz e distinto. Combinando o doce gosto de caramelo queimado do leite de ovelha com o sabor agudo de mofo azul ou verde; tem um textura ligeiramente friável, contudo cremosa.
Resumo Nutricional por 100g :
Caloria = 369 kcal
Proteína = 21,5 g
Gorduras total - Lipídios = 30,6 g
Carbohidrato = 2 g
Cálcio = 662 mg
Sódio = 1.809 mg
Vinhos : Tintos suaves como Zinfandel, ou Licorosos como Porto.
Dicas para servir : Use em molhos, saladas e aperitivos; vai bem com bolachas, café e fruta fresca; os franceses comem Roquefort como um queijo de sobremesa.

Queijo e vinho: Gouda

Queijo : Gouda
Leite : Vaca
Origem : Holanda
História : um queijo holandês estabelecido pelo tempo, popular da cidade de Gouda, fora de Rotterdam.
Formato : Conta com mais que 60% do queijo produzido na Holanda; tradicionalmente cremoso e duro; primo de Edam; tem uma dura, casca de cera vermelho; Gouda defumado tem uma casca de cera preta ou marrom; freqüentemente aromatizado com ervas, cominho ou sementes de alcaravia.
Cor : amarelo cremoso para caramelo colorido
Gosto e Textura : Um sabor ligeiramente de nozes, doce e frutuoso contudo, com maturação, se torna aromatizado mais intensamente; Gouda leva 18 meses para madurar ; com uma pele lisa - fácil de fatiar e derrete fácil; semi-macio a textura dura.
Resumo Nutricional por 100g :
Caloria = 356 kcal
Proteína = 24,9 g
Gorduras total - Lipídios = 27,4 g
Carbohidrato = 2,2 g
Cálcio = 700 mg
Sódio = 819 mg
Vinhos : Tintos como Merlot, Cabernet Sauvignon.
Dicas para servir : Use como mesa de frios ou queijo de sobremesa; Gouda mais jovem: vai bem com biscoitos, fruta fresca, como pêssegos e melões; para Gouda envelhecido: com maçãs, pêra, amêndoas, pães escuros e cafés; sirva Gouda defumada ou aromática com prosciutto e tomate ou suco de frutas.

Queijo e vinho: Brie


Queijo: Brie
Leite : Vaca
Origem : França
História : É apelidado de a " Rainha de Queijos "; Brie data ao 5º século na província francesa de Le Brie fora de Paris; outras fontes sugerem que Charlemagne tenha provado Brie primeiro em 774 DC; Quando foi um dos objetos de tributos para pagar a reis franceses.
Formato : Amoldado em forma de roda com uma crosta comestível, empacotada em uma caixa de madeira; deve ser servido a temperatura ambiente ou pode ser aquecido.
Cor : cor branco-creme; a superfície de Brie francês não-exportado se voltará para o marrom ao cume de sabor e maturidade.
Sabor e Textura : cremoso, rico e manteigoso; patê (esparramar); textura macia.
Resumo Nutricional por 100g:
Caloria = 334 kcal
Proteína = 20,7 g
Gorduras total - Lipídios = 27,7 g
Carbohidrato = 0,45 g
Cálcio = 184 mg
Sódio = 629 mg
Vinhos: Champagne; tinto Beaujolais, Merlot; ou licoroso com Sherry;
Dicas para servir : versátil, frequentemente servido como uma sobremesa, acompanhado com amoras frescas, pera, uvas, maçãs e nozes torradas e pães crocantes; derreta Brie em cima de polenta, pizza e sanduíches.

Queijo e vinho: Gruyere


Queijo: Gruyere
Leite: Vaca
Origem: Suíça
História: Nomeado depois da aldeia suíça no Alpes, Gruyere; também uma palavra suíça antiga para floresta (Gruyeres) durante as Idades Escuras e Medianas; Os fabricantes de queijo que moraram originalmente nas florestas criaram o coalho de queijo, que nós conhecemos agora como Gruyere, em chaleiras em cima de um fogo.
Formato: Tem uma casca marrom natural; é um queijo descaroçado com buracos minúsculos; o processo maturativo leva dois meses, enquanto a última cura de três a 10 meses; tradicionalmente feito em barris de cobre e preservado em tábuas de madeira.
Cor: amarelo escuro.
Gosto e Textura: Condimento complexo, frutuoso, manteigoso em suas fases mais jovens e mais térreo e sabor de nozes com envelhecimento; denso e compacto; textura semi-dura.
Resumo Nutricional por 100g:
  Caloria = 413 kcal
  Proteína = 29,8 g
  Gorduras total - Lipídios = 32,3 g
  Carbohidrato = 0,36 g
  Cálcio = 1.011 mg
  Sódio = 336 mg
Vinhos: Vinhos brancos como Chardonnay, Sauvignon Blanc.
Dicas para servir: Acompanhado com maçãs vermelhas, avelãs, e pães suaves; vai maravilhosamente com pratos de inverno e macarrões; freqüentemente usado como o queijo básico para fondue.