Tarapacá Cabernet Sauvignon 2010



Esse Cabernet Sauvignon chileno é um verdadeiro "canhão", potente, profundo! Gostei bastante, bom para um jantar em uma noite fria! Vai muito bem com uma carne assada ou com um espaguete a bolonhesa. 

Paguei R$ 59,00 no supermercado Hirota.

Nova fase do blog "Vinhos Bons e Baratos!"


Após um longo tempo de inatividade, estamos aqui de volta ao blog Vinhos Bons e Baratos!

O primeiro ponto que me deparei é, o que podemos chamar de barato no mundo dos vinhos hoje? Lembro de quando iniciei esse blog a alguns anos atrás considerei baratos vinhos até R$ 50,00, em torno de US$ 28 na época. Se trouxermos para o câmbio de hoje teremos algo em torno de R$ 90,00.

Para comprovar isso, fiz uma pequena pesquisa em minhas antigas anotações, paguei em maio de 2010, R$ 50,00 em uma garrafa de Catena Zapata, hoje encontrei esse mesmo vinho por R$ 95,00 (U$30). Isso é, esse valor seria o teto máximo do blog.

A questão é, R$ 95,00 não é tão barato assim! Fiz meia duzia de ligações à amigos e perguntei a eles qual valor consideravam barato para um bom vinho. E a resposta veio, entre R$ 40 e 50,00.

Diante desse cenário, ficou decidido o seguinte. O blog considera barato, desde que seja bom é claro, vinhos até R$ 100, porém, vamos colocar em todos os posts a seguinte classificação:

$ (1 cifrão) - até R$ 40,00
$$ (dois cifrões) - entre R$ 41,00 e 70,00
$$$ (três cifrões) - entre R$ 71,00 e 100,00

Sei que irá haver controvérsias, mas vamos seguir assim!

Também classificaremos a partir de agora os vinhos entre 3 e 5 estrelas, isto é;

Uma estrela - bom
Duas - muito bom
Três - ótimo

Vinhos que considerarmos abaixo de 3 estrelas não entrarão no blog, afinal tem de ser bom e barato!

Para concluir, nessa nova fase, os posts serão muito curtos, pois utilizarei o Blogger no iPad para elaborá-los e retransmití-los via rede social como o Twitter e o Facebook. Com isso não dá mais para "encher linguiça". Teremos muito pouco de fatos históricos e dados técnicos sobre os vinhos. Por tanto nada de cor, aroma, corpo etc.

Iremos direto ao "bife"; se é bom, quanto custa, harmoniza com o que e mais uma ou outra informaçãozinha que seja pertinente. Afinal de contas nessa minha fase atual, meu tempo anda curto, não dá para fazer grandes pesquisas sobre os vinhos, mas apresentaremos o que realmente importa para o público que frequenta o blog, achar indicações de vinhos bons e baratos!

Omelete enrolada com tomate seco e rúcula.

Receita: Guia da Cozinha
Segue um prato muito rápido e fácil de preparar, saboroso e que pode ser acompanhado por um bom Prosecco ou uma Cava,

Tempo de preparo: 20min
Rendimento: 2 Porções
Dificuldade: Fácil

Ingredientes:
3 ovos
2 colheres (sopa) de creme de leite
Sal e pimenta-do-reino a gosto
100g de queijo mussarela ralado
Margarina para untar

Recheio:
1/3 de xícara (chá) de tomate seco picado
1 xícara (chá) de folhas de rúcula
Sal a gosto

Modo de preparo:
Bata os ovos com o creme de leite, sal e pimenta. Em uma frigideira antiaderente untada, coloque a mistura e frite dos dois lados em fogo baixo. Espalhe a mussarela sobre a omelete e deixe derreter. Tire do fogo, espalhe o tomate, a rúcula e sal. Enrole como rocambole, corte na diagonal e sirva.

Trumpeter Malbec-Syrah 2010


A vinícola foi fundada em 1885 por Felipe Rutini. Da Itália, trouxe com ele uma vasta experiência que tinha adquirido a partir de vinhas de seu pai. As primeiras vinhas foram plantadas em Maipú, Mendoza. Após quatro gerações a família Rutini continuou seu legado na busca pela excelência em enologia, eles reuniram com muito trabalho as mais avançadas tecnologias da viticultura. 

Ao longo dos últimos anos, os vinhos Trumpeter subiram para novos patamares de popularidade nos Estados Unidos. Estes vinhos têm recebido elogios de várias publicações respeitadas como a Wine Spectator e Wine & Spirits Magazine.

O Trumpeter Malbec-Syrah possui cor rubi escura e densa, vinho frutado, com excelente corpo, taninos intensos, aromas de cereja, amora e ameixa misturadas com notas de pimenta, e um final longo e cheio. Este vinho amadureceu por 7 meses em carvalho francês e americano, sendo 40% em barricas novas.

Comprei esse vinho em uma promoção do Makro por R$ 39,00 um preço muito bom em relação à qualidade do Trumpeter. Ideal para harmonizar com pratos de carne vermelha grelhada, assada ou com molhos encorpados. Gostei bastante, vinho diferente, elegante e com garrafa e rótulo muito bonitos!

Leyda Syrah Reserva 2011.

 
A Viña Leyda foi fundada em 1998, no Leyda Valley, um local reconhecido atualmente como a última grande inovação da viticultura chilena. Tradicionalmente, o Vale Leyda foi uma área de pastagens e cultivos básicos, como trigo e cevada. Após avaliar as condições potenciais da área, um investimento crucial foi realizado que permitiu que água fosse trazida do rio Maipo através de um aqueduto de oito quilômetros. Na realidade, Leyda plantou vinhedos em um total de 230 hectares.

A Viña Leyda foi a pioneira nesse vale, criando a nova nomeação de origem, D.O. Leyda Valley em maio de 2001. Tenho apreciado muito os vinhos dessa vinícola, possui um Pinot Noir muito bom. Importado para o Brasil pela Grand Cru.

Esse Syrah Reserva 2011, estagiou 8 meses em barricas de carvalho francês. Possui cor vermelho rubi intenso. No nariz aroma de frutas negras, pimenta preta e toque de ervas. No paladar corpo amplo, picante e suculento com um agradável final tostado.

Vinho gastronômico, harmoniza bem com pratos a base de carne vermelha. Paguei nesse Leyda R$ 48,00 no St Mache. Gostei demais desse vinho, merece lugar de destaque entre os bons e baratos!

Camigliano Chianti Colli Senesi 2010.

 
Chianti o vinho mais famosos da Itália, produzido na região da Toscana com a uva Sangiovese (predominante). O Chianti não é exatamente um vinho de guarda mas pode manter suas características por anos desde que bem armazenado. Alguns deles são produzidos sob DOCG (Denominazione d'Origine Controlatta e Garantita), no entanto, nem sempre é uma garantia de qualidade.

Há uma lenda interessante envolvendo os vinhos Chianti: Em meados do século XVII, as disputas políticas envolvendo as cidades de Siena e Firenze (Florença) quanto à extensão territorial de cada uma alcançaram também a denominação dos vinhos Chianti. A fim de resolver essa questão, foi proposta a realização de uma prova para a delimitação das fronteiras. A prova, uma corrida, envolveria um cavaleiro de cada cidade que deveria sair em direção à outra assim que o galo cantasse na alvorada. A fronteira seria o ponto onde eles se encontrassem. Acertado isso, o povo de Siena elegeu um galo bonito, jovem, bem nutrido para cantar na alvorada enquanto que o povo de Firenze escolheu um galo negro, magro e mal alimentado. É claro que o galo de Firenze acordou mais cedo, pois tinha fome, e cantou antes do galo de Siena fazendo com o que o cavaleiro de Firenze tivesse boa vantagem. Essa vantagem fez com que os cavaleiros se encontrassem já bem perto de Siena e, como consequência, a cidade de Firenze conquistou um território maior que a vizinha. Dizem que essa disputa também levou para Firenze a exclusividade do nome Chianti que é representada nas garrafas por um galo negro.

Comprado pelo empresário Walter Ghezzi em 1957, a Camigliano foi direcionada para a produção de vinhos de alta qualidade, especialmente o Brunello di Montalcino. Possui um total de 90 hectares de vinha, dos quais 50 hectares para a produção de Brunello (180 mil garrafas), o restante geram outro vinhos muito bons como o Rosso di Montalcino e o Chianti.

O Chianti Colli Senesi da Camigliano, possui cor rubi brilhante, com aromas de frutas vermelhas frescas, intenso e bastante típico. É caracterizado por uma elevada e agradável acidez, baixa adstringência, e corpo médio-leve, que pede acompanhamento de refeições leves como massas com molho vermelho e pizzas a base de queijos. Encontrei esse vinho por R$ 51,00, barato para um bom Chianti como esse!

Shepherd's Pie (Torta de Carne Inglesa).

 
Ingredientes:

  • Óleo para refogar
  • 3 cebolas picadas picada em cubos
  • 1/2 xícara(s) de chá de cenoura picada em cubos
  • 1/2 xícara(s) de chá de salsão picado em cubos
  • 2 colher(es) de sopa de extrato de tomate
  • 450 grama(s) de costela de boi moída
  • 450 grama(s) de paleta de cordeiro moída
  • 2 colher(es) de sopa de molho inglês
  • 3/4 xícara(s) de chá de vinho tinto
  • 4 xícara(s) de chá de caldo de carne
  • 1 cabeça de alho
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 ramos de alecrim
  • 1/2 xícara(s) de chá de salsinha
  • Sal a gosto
  • 2 xícara(s) de chá de purê de batata com consistência firme
 
Modo de preparo:

Em uma panela coloque o óleo e refogue a cebola, a cenoura o salsão até murchar. Coloque o extrato de tomate e misture. Junte as carnes moídas e refogue por mais alguns minutos. Acrescente o molho inglês, o vinho tinto, o caldo de carne.

À parte, faça um amarrado com os temperos: alho, tomilho, alecrim. Para facilitar você pode usar um pano absorvente de limpeza (virgem) para fazer uma trouxinha (a ideia é que os ramos e cascas não se misturem ao molho). Coloque o "saquinho" com os temperos no refogado. Cozinhe em fogo alto por 40 minutos, diminua o fogo, e deixe até que o líquido quase evapore totalmente.

Salpique a salsinha picada, retire o saquinho com os temperos e acerte o sal se necessário. Transfira o refogado para um recipiente refratário (que possa ir ao forno) onde será montada a torta.

Cubra o purê de batata. Se quiser, pode colocar o purê no saco de confeitar e decorar a torta. Asse por 20 minutos em forno alto. Sirva quente.

Prato simples, mas diferente do chef Marcelo Tanus. Ótimo para uma noite fria acompanhado de um bom vinho português da região do Douro ou do Dão, como o Cabriz Colheita Selecionada.

Cabriz Colheita Selecionada 2009.

 
Em 1989, em pleno coração da região demarcada do Dão, na vila de Carregal do Sal, nasce a Dão Sul. Inspirada na Quinta de Cabriz, uma propriedade com uma magnífica casa senhorial e capela do séc. XVII, tornou-se numa referência de excelência dos vinhos do Dão.

O Cabriz Colheita Selecionada é um corte de Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz. Esse vinho estagiou por 6 meses em barricas de carvalho francês. Possui cor rubi com notas violácea. Aroma de frutas vermelhas como cereja e framboesa, com notas minerais. Em boca os taninos presentes e macios, final fresco e agradável. Corpo médio.

Tinto perfumado e de sabor agradável, esse bom português harmoniza com queijos médios, massas com molho vermelho, risoto de cogumelos frescos e carne vermelha magra grelhada. Custa R$ 39,90 na Prix, possui grande fama de best buy, mas sem dúvida é um bom vinho por esse preço.

Emiliana Novas Gran Reserva Pinot Noir 2011.

 
No final dos anos 90, José e Rafael Guilisasti acreditaram que no futuro o mercado mudaria e o consumidor mundial começaria a ter um pouco mais consciência com os produtos que usam, não só para problema de saúde, mas também para o seu impacto ambiental e social. Por isso fizeram um investimento para transformar uma vinícola chilena convencional em uma 100% orgânica e biodinâmica, com o firme objetivo de criar vinhos de alta qualidade com um grande respeito pela natureza.

Assim é hoje a Emiliana, uma vinícola que tive a oportunidade de visitar e constatar todo o cuidado com a proposta que nasceu a 25 anos atrás. Sou fã da Emiliana, seu portfólio tem vinhos muito bons, nem falo no excelente ícone "Gê", mas nas linhas boas e baratas como a Adobe, Signos e Novas.

Tive a oportunidade de degustar o Novas Pinot Noir; 20% do vinho estagia por 8 meses em barricas de carvalho francês. Possui cor rubi clara. No nariz, aromas de frutas vermelhas, especialmente cerejas e notas terrosas e torradas. Na boca os taninos são macios e elegantes, equilibrados com uma acidez proeminente, resultando em um final de grande persistência.

Vinho fácil de agradar, vai muito bem com carne branca, como frango ou peru com molhos leves, preparados com legumes, também com massas com molhos brancos ou rosés. O preço desse vinho leve e elegante está por volta dos R$ 52,00, vale a pena!

Los Mendozitos, a primeira rede de wine bars itinerante do Brasil.

 
Los Mendozitos y una copa de vino, é uma idéia sensacional, vender vinho argentino em um trailer na cidade de São Paulo. Eles se intitulam como a primeira rede de wine bars itinerante do Brasil, para tornar o hábito de tomar um bom vinho acessível (as taças vão de $10 a $18), divertido e leve.

Os três sócios; Ariel Kogan, Danilo Janjacomo e André Fischer, pesquisaram muito para encontrar produtores muito especiais na região de Mendoza, familiares e com colheitas manuais, que são pouco conhecidos no Brasil ou na maioria dos casos ainda totalmente desconhecidos. A carta disponível nos trailer, é atualizada com frequência e sempre apresentada pelos bem humorados personagens da marca: Rojo, José e Blanco. A proposta é viajar pelos sabores dos tintos, rosés, brancos e espumantes de uvas especiais e com histórias contadas através das páginas e redes sociais de Los Mendozitos.

Os trailers foram projetados especialmente e equipados com adegas que mantêm cada vinho na temperatura ideal, materializam também a consciência ambiental através da reciclagem das garrafas usadas nos eventos. Cuidam com carinho de cada detalhe, até mesmo na seleção da moderna música argentina para a experiência ficar ainda mais completa e bacana.

A proposta é tomar um bom vinho e se divertir de forma descontraída, seja para iniciantes ou para experts, sem distinção. Materiais de apoio para consulta sobre cada vinho estão disponíveis no trailer, com dados e sugestões de harmonização. segundo eles; "ninguém precisa ser expert para saber quando o vinho é bom. Isso você sente no primeiro gole".

A melhor forma de saber onde estará os trailer é consultar o Facebook deles, ali você encontrará a agenda da semana. Eu fui, gostei e recomendo, não deixe de ir, é muito legal!


Quem são os proprietários:

O mendocino Ariel Kogan vem de uma família ligada à indústria vinícola e está radicado em São Paulo trabalhando em organizações que promovem o desenvolvimento sustentável.

O publicitário Danilo Janjacomo uniu seu talento como diretor de arte à paixão por vinhos para conceber o projeto e sua comunicação visual.

André Fischer, jornalista, produtor cultural e viajante constante, agregou a vivência de projetos semelhantes no exterior e na noite paulistana.

 
Los Mendozitos:  www.facebook.com/LosMendozitos

Hachis Parmentier.

 
Ingredientes:
 
Carne moída
  • 1 colher(es) de sopa de manteiga
  • 2 cebolas cortadas em lâminas
  • 1 dente de alho cortado em lâminas
  • 600 grama(s) de carne moída
  • 1 copo(s) de vinho tinto
  • Sal e pimenta a gosto
Purê de batatas
  • 1 quilo(s) de batata Asterix
  • 1 copo(s) de leite
  • 1 xícara(s) de chá de manteiga gelada em cubos
Montagem
  • Farinha de rosca para gratinar
 
Modo de preparo:

Em uma frigideira refogue as cebolas e o alho em um pouco de manteiga. Junte a carne moída, e quando estiver cozida, adicione o vinho tinto, corrija o sal e reserve.

Purê de batatas
Cozinhe as batatas sem casca, no leite com um pouco de água até que comecem a desmanchar. Passe por uma peneira ou por um passa purê. Junte a manteiga gelada cortada em cubos e acerte o sal. Incorpore um pouco do líquido do cozimento para deixar o purê liso.

Montagem
Em uma assadeira disponha a carne moída e cubra com o purê de batatas. Salpique a farinha de rosca e leve ao forno para gratinar. Sirva quente. Para modelar o prato utilize um aro inox no formato que desejar.

Prato rápido e fácil de fazer, simples mas gostoso, receita do chef Raphael Despirite. Para acompanhar, recomendo um Cabernet Sauvignon jovem como o Ventisquero do post anterior.

Ventisquero Cabernet Sauvignon 2012.

 
Liderados pelo chefe, Felipe Tosso, a vinícola foi construída no Valle do Maipo, de lá saíram primeiros vinhos no ano 2000. Conduzido uma equipe jovem, criativa e empreendedora, sob o slogan "One Step Beyond; desde o início a Ventisquero se propôs a fazer vinhos modernos e de alta qualidade.
Depois de três anos, a Ventisquero deu novos passos, investindo no Valle do Casablanca e no Valle de Apalta. Possui hoje vinhedos próprios nas melhores regiões vinícolas do Chile; Maipo, Casablanca, Colchagua e Leyda. 
Sou suspeito quando comento sobre um vinho da Ventisquero, sou fã dessa vinícola. Não só a sua linha premium é excelente, mas as linhas mais populares são muito bem cuidadas. Esse Cabernet Sauvignon da linha Reserva, teve a adição de 15% de Cabernet Franc.  Possui cor vermelha intensa e profunda. Aromas de frutas vermelhas maduras, como cerejas, toques de baunilha e tabaco. Na boca, os taninos estão maduros e suaves, bom corpo e final largo.
Vinho bom, não tem erro, ideal para acompanhar carnes vermelhas assadas e grelhadas e queijos maduros. Garrafa e rótulo elegante, um show pelo que custa, paguei nessa R$ 39,90 no Pão de Açúcar.

Emiliana Adobe Cabernet Sauvignon 2012.

 
Ao final da década de 1990, Rafael e José Guilisasti perceberam que o consumidor global estava cada vez mais preocupado com a saúde e com o meio ambiente, e, em conjunto com a visão enológica de Álvaro Espinoza, iniciaram o processo de converter uma vinícola chilena convencional para uma de manejo 100% orgânico e biodinâmico, com o forte objetivo de criar vinhos de alta qualidade com um grande respeito pela natureza.

Hoje a Emiliana possui um portfólio amplo, é uma das maiores vinícolas orgânica do mundo. Foi eleita como “Companhia Verde do Ano” no Green Awards 2012, organizado pela revista inglesa the drink Business. Possui atualmente um total de 1117 hectares nas melhores regiões vitivinícolas do Chile, onde determinou os melhores locais para cada variedade.
O Adobe Reserva Cabernet Sauvignon 2012 teve a adição de 8% de Merlot. Apenas 20% do vinho estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês. Possui cor rubi com reflexos violáceos. No nariz, o vinho apresenta aromas de frutas vermelhas, como cerejas e amoras e notas de especiarias. No paladar, o vinho possui corpo médio, com taninos sedosos e longo final de boca. Seus aromas de boca remetem a notas de frutas vermelhas, confirmando as sensações olfativas.
A tendência de elaborar vinhos orgânicos está cada vez mais em alta, nesse aspecto, a Emiliano foi uma das que saiu na frente. O vinho é simples, mas não é leve, ideal para acompanhar pratos condimentados, como carnes assadas ou grelhadas, massas com molho à bolonhesa, acompanha bem uma boa tabua de queijos, principalmente em um dia frio! Seu preço é R$ 39,00.

Arroz Cremoso.

 
Ingredientes:
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • 150 g de alcatra cortada em tiras
  • ½ cebola roxa pequena cortada em tiras
  • 50 g de cogumelo em conserva fatiado
  • ½ tomate cortado em tiras
  • 1 xícara e meia (chá) de arroz já cozido
  • ½ xícara (chá) de água
  • 3 colheres (sopa) cheias de maionese
  • ½ colher (sopa) de cheiro-verde picado
  • 1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado 

Modo de preparo:
  • Em uma panela, aqueça o azeite e frite as tiras de carne até dourarem. Adicione a cebola e os cogumelos e refogue por alguns minutos. Coloque o tomate e refogue por mais dois minutos.
  • Adicione o arroz e a água. Misture.
  • Em seguida, adicione a maionese e misture até ficar homogêneo.
  • Retire do fogo e adicione o cheiro-verde e o queijo.

Para acompanhar esse arroz, sugiro um tinto bem leve, o Yealands Way Pinot Noir do post anterior cairá como uma luva com esse prato!

Yealands Way Pinot Noir 2010.

 
Localizada no Awatere Valley, Marlborough, a principal região de produção de vinhos da Nova Zelândia, a Yealands é a maior vinícola do país sob o comando de um único proprietário, Peter Yealands. Sua produção sustentável fez com que Peter ganhasse o título de eco empresário e também o prêmio “Best of Wine Tourism Award” na categoria Sustainable Wine Tourism Practices.

A vinícola fica numa área de 1000 hectares e conta com tecnologia de ponta e construção verde, que segue as premissas do Green Building Code, para produção da bebida. Detentora da certificação CarbonZero, entre as práticas sustentáveis que diferenciam a vinícola.

Apresenta cor vermelho rubi translúcido e aromas de frutas vermelhas maduras, além de agradáveis notas herbáceas e de especiarias doces. No palato, é frutado, equilibrado, estruturado, tem ótima acidez, taninos macios e final de boa persistência.
 
Não espere nada muito especial desse vinho, mas vale pela curiosidade de degustar um Pinot Noir neozelandês. Para acompanhar, pratos de carnes vermelhas com molhos mais leves a base de cogumelos e ervas. Comprei esse vinho no Pão de Açúcar em promoção por R$ 48,90.

Filé Mignon ao Molho de Vinho

 
Ingredientes:
  • 4 bifes de filé mignon (120 g cada)
  • ¼ de colher de chá de sal
  • ¼ de colher de chá de pimenta do reino
  • 1 colher de chá de azeite de oliva
  • 1 cebola picada
  • ¾ de xícara de vinho tinto seco
  • 2 colheres de sopa de cream cheese light
  • ½ colher de chá de orégano seco
  • ½ colher de chá de tomilho seco
  • 1 colher de sopa de salsa fresca picada

Modo de preparo:

Tempere os bifes com o sal e a pimenta. Aqueça uma frigideira grande em fogo alto. Adicione os bifes e cozinhe por cerca de 3 minutos de cada lado, até que estejam no ponto. Transfira para uma tábua de corte e cubra com papel alumínio.

Para o molho: Na mesma frigideira aqueça o azeite em fogo médio. Adicione a cebola e cozinhe, mexendo ocasionalmente, por 2 minutos, até que fique macia. Acrescente o vinho, aumente o fogo e aguarde ferver. Cozinhe, raspando o fundo da frigideira com uma espátula, até reduzir para 1/3 de xícara. Retire a panela do fogo e acrescente o cream cheese e as ervas. Misture até que o cream cheese derreta. Despeje o molho sobre os bifes.

Pode ser servido com arroz branco ou purê de batatas ou até mesmo uma flash salad. Para acompanhar recomendo um bom Syrah do novo mundo, ficará perfeito com o Anakena do post anterior!