Cabo Tormentoso Syrah/Mourvèdre 2010.


Tenho sempre deixado claro aqui no blog que sou fã dos vinhos sul-africanos, para mim entre os vinhos do novo mundo eles estão acima dos nossos vizinhos chilenos e em pé de igualdade com nossos hermanos argentinos. Sou fã também dos australianos, porém eles estão um estágio acima no quesito preço, já os sul-africanos têm preços bem acessíveis e no geral ótima relação custo x benefício.

Esse vinho tem o corte de Syrah (90%) e Mourvèdre (10%), estagiou por 12 meses em carvalho (40% barricas novas). Comprei esse vinho na Vino & Sapore (www.vinoesapore.com.br) do João e o que me levou a compra foi o corte, que em minha opinião ficou perfeito nesse vinho, a pequena parte da Mourvedre deu uma certa complexidade a Syrah, gerando um casamento perfeito entre elas.

Sua cor é um rubi brilhante. Aroma de frutas negras, destaque para ameixa e um toque de madeira que persiste no fundo. Vinho encorpado, taninos bem arredondados, termina com o sabor picante tradicional da Syrah. Show! Recomendo. Para harmonizar vai muito bem uma carne assada com legumes, isso mesmo um vinho perfeito para combinar com pratos de nosso dia a dia, o fato do vinho ter tampa tipo screwcap também propicia isso, pois se você não consumir a garrafa toda, basta fechar e “matá-la” no dia seguinte!

Toro Loco, tem o que outros não têm! #torolocoday

Vou abordar a análise do Toro Loco em uma ótica diferente, eu já havia degustado esse vinho antes de todo esse “auê” e resolvi seguir o critério do blog “Vinhos Bons e Baratos!”, de não postar nada quando o vinho não me agrada, prefiro sempre falar dos vinhos que eu gosto. Dessa forma o Toro Loco passou “batido”. Trata-se de um vinho com cor rubi bem escura, o aroma de frutas vermelhas não chega a empolgar, acidez e taninos quase passam desapercebidos com um final pouco persistente, ou seja um vinho sem grandes atrativos.

Porém, em outra ótica, achei sensacional todo esse comentário que ele gerou aqui no Brasil, pois o que o apaixonado por vinho como eu sou quer, é que o vinho seja difundido por aqui, sabemos que nosso pais não possui o hábito do vinho e sim da cerveja, e seja bom ou ruim o Toro Loco fez com que jornais, revistas, blog etc, falassem sobre vinho no pais da cerveja. Para mim o Toro Loco já é um campeão por esse motivo, gerou um enorme marketing sobre “vinhos”.
- Ah! Mas esse marketing é negativo, o vinho é ruim!
Que nada o marketing é positivo sim, pois pessoas que raramente bebem vinhos resolveram experimentá-lo (tenho uns 10 amigos que fizeram isso). Além do que, quem é “marketeiro” como eu, sabe que para o vinho se popularizar no Brasil, é preciso primeiro que ele tenha preços mais acessíveis, segundo, que a juventude o cosuma em bares e baladas, terceiro, nada entra na moda sem um belo apoio da mídia. E tudo isso o Toro Loco tem. Ele é barato, tem o apelo “moderno” de seu rótulo e da tampa screw cap, facilitando seu consumo sem o saca-rolhas e a mídia “mandou ver” nos comentários sobre ele, resultado, está vendendo muito! Agora só faltava ele ser bom, ai já seria de mais não é?
Então pessoal, tá certo que o vinho não é nenhuma preciosidade, mas, eu apoio todo esse movimento que ele gerou. E quer saber mais, como disse eu não o coloquei na galeria do blog entre os bons e baratos, mas agora mudei de ideia, vou colocá-lo!

Angheben, alta qualidade e produção minúscula.

O talentoso Angheben vem produzindo alguns dos melhores e mais originais vinhos do Brasil, todos de muita qualidade e tipicidade. Fazendo parte de um grupo de pequenos produtores artesanais, de alta qualidade e minúscula produção, Angheben busca extrair aquilo que existe de mais típico no terroir de sua região, na vila de Encruzilhada do Sul, localizada na Serra do Sudeste, Rio Grande do Sul. A crítica especializada brasileira tem destacado seus tintos e seu espumante entre os melhores exemplares do que o Brasil pode produzir em termos de alta qualidade. A Vinci (www.vinci.com.br) está com bons preços mos vinhos abaixo, confira!

 
Vinci

Napa Valley: "The California dreaming of wine lovers".

Napa Valley engloba cinco importantes cidades vinícolas: American Canyon, Calistoga, Santa Helena, City of Napa e Yountville. A região tem cerca de 150 vinícolas, segundo o Califórnia Wine Institute, e boa parte produz excelentes cabernet sauvignon, chardonnay, merlot e pinot noir. Apesar da fama dessas variedades, outros tipos de uva começam a ganhar espaço na região, como Cabernet Franc, Sangiovese, Sauvignon Blanc, Syrah e Zinfandel.

Parte da fama da região pode ser creditada ao esforço de Robert Mondavi (1913-2008), responsável pelo incremento da vinicultura no norte do Estado da Califórnia. Sua vinícola é parada obrigatória para quem vai à região pela primeira vez. O tour oferecido pela Mondavi Winery é um dos mais educativos e refinados de Napa.

Marinheiros de primeira viagem também devem visitar vinícolas históricas, como Christian Brothers e Beringer, que ostentam construções de pedra, incomum nos Estados Unidos. Visitantes de segunda viagem devem experimentar a rota Silverado Trail, que abriga vinícolas de alto padrão e é um bom refúgio para quem quer evitar o tráfego da highway 29, estrada que corta a região de Napa nas direções Norte e Sul.
Iniciantes e iniciados em degustação de vinho não podem deixar de visitar a região de
Carneros, que fica entre Napa e Sonoma e tem alguns dos melhores chardonnay e pinot noir da Califórnia. Também é ótima região para experimentar espumantes.


Quem quer fazer mais do que degustação deve visitar Calistoga, conhecida pelas "hot springs" (águas termais), spas, bons hotéis e restaurantes. Em Santa Helena, "The Culinary Institute of America" tem um ótimo restaurante e uma carta de vinhos californianos com cerca de 500 rótulos. A casa oferece cursos de formação para sommelier e chefe de cozinha. Também há programas rápidos, de uma semana a um mês, de culinária e vinhos para leigos.

Napa Valley Convention and Visitors Bureau
1310 Napa Town Ctr, Napa
Tel: 1 (707) 226-7459
www.napavalley.org 

Associação de vinicultores de Napa
www.napavintners.com 

Algumas vinícolas de Napa

Alpha Omega
Hwy 29 in Rutherford, Napa Valley
Tel: 1 (707) 963-9999
www.aowinery.com 

Anderson's Conn Valley Vineyard
680 Rossi Rd, Saint Helena.
Tel: 1 (800) 946-3497.
www.connvalleyvineyards.com 

Amicus Cellars
1405 Second St., Ste B, Napa
Tel: 1 (707) 963-9999
www.xwinery.com 

Alpha Omega
Hwy 29 in Rutherford, Napa Valley
Tel: 1 (707) 963-9999
www.aowinery.com 

Robert Mondavi
Highway 29, Oakville
Tel: 1 (707) 258-2597
www.robertmondaviwinery.com 

Beringer Vineyards
2000 Main St, St Helena
Tel: 1 (707) 967-4412
www.beringer.com 


Chateau Montelena Winery
1429 Tubbs Ln, Calistoga
Tel: 1 (707) 942-5105
www.montelena.com 

Domaine Carneros
1240 Duhig Road, Napa
Tel: 1 (707) 716-2788
www.domainecarneros.com 

Christian Brothers
4401 Redwood Rd., Napa
Tel: 1 (707) 252-3810
www.christianbrosretreat.com 

Bighorn Cellars
3105 Silverado Trail
Tel: 1 (888) 414-9463
www.bighorncellars.com 

Acacia Vineyard
2750 Las Amigas Road, Napa
Tel: 1 (707) 226-9991
www2.acaciavineyard.com 


Clos Du Val
5330 Silverado Trl, Napa
Tel: 1 (707) 261-5225 e 259-2200
www.closduval.com 

Cliff Lede Vineyards
1473 Yountville Cross Road, Yountville
Tel: 1 (707) 944-8642.
www.cliffledevineyards.com 

Oakville Ranch
7781 Silverado Trail, Napa
Tel: 1 (707) 944-9665
www.oakvilleranch.com


Fonte: UOL Viagem

Mercatto Fino Mangiare, belíssimo!

Passando pela rua Bom Pastor no Ipiranga, encontrei um pequeno empório chamado Mercatto Fino Mangiare,sua fachada me chamou a atenção, muito bonita, bem cuidada e com vitrines simples mas “convidativas”. Ao entrar para conhecer já me surpreendi, uma loja muito bem decorada, ambiente tradicional de um empório, mas aconchegante, fui muito bem atendido pelo Sergio, que me falou um pouco sobre a casa, seus produtos e serviços.

O empório possui um segundo andar muito bonito e agradável, onde são realizados degustações e eventos, um bom lugar para um simples café ou um happy hour. Voltando ao térreo, você encontrará uma boa variedade de vinhos a preços acessíveis, além de azeites, massas, molhos, frios e queijos. Não deixe de visitar o Mercatto Fino Mangiare, um empório que certamente irá agradar!

Para você apreciador dos vinhos bons e baratos, encontrará no local boas opções, destaco duas:
Tilia Malbec 2010
Urban Cabernet Sauvignon 2009
O Empório fica na Rua Bom Pastor, 2036 - Ipiranga - São Paulo - Tel. 11 2373-1502
www.mercattofinomangiare.com.br

Os melhores vinhos"bons e baratos" do mundo.

Já faz algum tempo que venho garimpando vinhos de boa qualidade a preços mais acessíveis, sempre falei que para mim o melhor vinho bom e barato do mundo é o português. Menos famosos que seus “rivais” europeus, mas com uma qualidade acima de qualquer suspeita. As três principais regiões vinícolas de Portugal, o Douro, o Alentejo e o Dão possuem verdadeiros achados dos vinhos de baixo custo, veja abaixo algumas dessas preciosidades.

Todos  esses vinhos você encontra no Rei dos Whiskys (www.reidoswhiskys.com.br).

Meia Pipa Tinto - R$ 47,00

Flor de Crasto Douro - R$ 32,65

Alandra Tinto - 19,90

 Monte Velho Tinto - R$ 31,90

 Porca de Murça - R$ 19,90

 Quinta do Cabriz - R$ 25,90

Pata Negra da Bodega Los Llaños.

O grande best buy da Wine Store é o espanhol Pata Negra da Bodega Los Llaños. Abaixo relacionei três vinhos que servem muito bem como "coringa", por isso sempre tenho em casa, seja para um jantar ou simplesmente em uma reunião de amigos. Vale conferir no site www.winestore.com.br.

Pata Negra Reserva Trempanillo
Uva: Tempranillo (100%)
Safra: 2005
Regiao Produtora: Valdepeñas
Álcool: 13.0% Vol

Pata Negra Tempranillo/Cabernet Sauvignon
Uva: Tempranillo e Cabernet Sauvignon
Safra: 2009
Regiao Produtora: Valdepeñas
Álcool: 12.5% Vol

Pata Negra Oro Tempranillo
Uva: Tempranillo (100%)
Safra: 2009
Regiao Produtora: Valdepeñas
Álcool: 13.0% Vol

Um chileno e um argentino da Vinci.

Do amplo catálogo da Vinci (www.vinci.com.br), escolhi dois vinho que agradam facilmente a todos! O chileno Urban, um blend de Merlot/Carignan/Cabernet Sauvignon, simplesmente fantástico e o argentino Kaiken com o corte de Malbec, Bonarda e Petit Verdot, sensacional!
Tel.: (11) 3130-4500

Rótulos: Quem vê cara, não vê coração?

Redondos, quadrados, pequenos, grandes, bonitos e feios, são aos milhões os rótulos em todo o mundo. Elo de ligação entre produção e consumo, desde sempre tiveram particular importância para o mercado do vinho. Normalmente, os rótulos de vinho que atraem nossa atenção são aqueles com belas ilustrações, desenhos elegantes e inteligente senso de humor. Quando design e função trabalham em harmonia, o efeito “memória” pode ser o principal gatilho à fixação da marca.

Alguns rótulos de vinhos são incríveis obras de arte. Esses rótulos podem ser tão bonitos, que estabelecem um desafio para o vinho ultrapassar a sua própria embalagem. Obras de arte de artistas famosos são muitas vezes incorporadas no desenho de um rótulo, e trazem uma sensação de familiaridade com a etiqueta.  O uso de tipografia ajuda a criar e transmitir uma sensação que o conteúdo da garrafa pode ultrapassar o simples significado das palavras. Seja o texto discreto, básico, ou ousado, a tipografia é uma eficaz ferramenta nos rótulos.

Um rótulo, por si só, garante-nos a legalidade do produto mas não obrigatoriamente a qualidade desejada. Em todo o mundo, continua a ser mais a idoneidade e consistência do produtor que assegura que levamos para casa o produto que pretendemos. Contudo, as novas marcas, num mercado de crescente concorrência, para conquistar e fidelizar clientes apostam na apresentação do vinho para fixar sua marca.

Nesta luta, os designativos especiais de qualidade têm sido impiedosamente utilizados. E muitos dos melhores vinhos não utilizam qualquer destes artifícios, mas, ainda assim, continuam a assegurar uma qualidade a seus vinhos, dos mais simples aos mais sofisticados: Superior, Escolha, Colheita, Seleccion, Reserva (e não “Reservado”), Gran Reserva, entre outras designações, ajudam o consumidor a escolher os melhores vinhos.

Veja alguns exemplos e entenda as informações impressas nos rótulo:

Texto: Vino Mundi

Fairview Stellenbosch Merlot 2008.

Com uma história de vinificação iniciada nos anos 1699, a Fairview produz vinhos com sua própria marca desde 1974. Hoje na terceira geração da família, a empresa é gerida  por Charles Back, um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento do enoturismo na África do Sul. Sua propriedade fica um pouco além de Stellenbosch, na região de Paarl.  Back é mais conhecido ao redor do mundo por sua linha de vinhos que levam nomes divertidos, baseados em cabras, mas com um ar francês. Entre eles estão o Goats do Roam, La Capra e o Goatfather, três excelentes opções dessa vinícola.

O Fairview Stellenbosch 100% Merlot é mais uma boa opção. Possui cor vermelho escuro com nuances violeta. Aroma com muita fruta como ameixa e amora, e um leve toque de cedro. Apresenta bom corpo, taninos aveludados e final marcante. Ótima companhia para massas, risotos, carnes brancas com molhos mais estruturados.
Você encontra esse vinho na Vino Mundi (www.vinomundi.com.br)
Tel. (11) 2338-8466 / 3045-0133 / 4106-5346

Sonoma, um novo e-commerce em vinho!

Acaba de ser lançado no Brasil um modelo inovador de venda de vinhos, através do site www.sonoma.com.br , com uma forma de e-commerce "venda privada," inédito no mundo do vinho. 

O Sonoma é uma empresa “startup” criada por uma equipe de profissionais com grande reconhecimento tanto na área de enogastronomia quanto na de e-commerce. Adotando o modelo de "venda privada," Sonoma oferece os seus membros seleções semanais, negociadas direto com produtores, em quantidades limitadas e com preços até 60% abaixo do mercado. A proposta da empresa é entregar duas vantagens ao cliente: ajuda-lo na escolha de vinhos e produtos gastronômicos e oferecer preços mais baixos do que o mercado pratica.

O fundador do Sonoma é o americano Alykhan Karim, 28 anos, que mora no Brasil há dois anos. Alykhan é formado em Relações Internacionais com especialização em Economia da América Latina, fala espanhol e português fluente e, por ser da Califórnia e apaixonado por vinhos, conviveu muito com a vinicultura da região. Impressionado com a grande diferença entre os preços e a oferta de vinhos no Brasil, comparado ao Estados Unidos, resolveu trazer o novo modelo de comércio de "venda privada" para baixar bem as margens ainda oferecendo uma excelente seleção de produtos. 

Depois de gerenciar a área de vendas na empresa de e-commerce Oppa neste país, o americano associou-se a Edson Barbosa, que foi CEO da primeira grande loja virtual de vinhos no Brasil, a Estação do Vinho, para esse novo projeto. Com um investimento inicial em torno de 600 mil reais, se estruturaram para tentar mudar o mundo do vinho e da gastronomia. 

Em vez de manter uma loja tradicional comprando de distribuidores, a Equipe Sonoma pesquisou muitas vinícolas, produtores artesanais e fez parcerias direto com uma vasta rede de importadores. "No Brasil existem hoje produtos incríveis, diferenciados, porém, por falta de margem para sua divulgação são de difícil acesso ao público em geral," explica Jô Barros, a sommelière Sonoma, votada melhor Sommelière do Brasil em 2011 pela revista Prazeres da Mesa. "O Sonoma quer ser a solução: dispensar os intermediários e ser o link entre produtor, ou importador, e o consumidor final," explica ela. Jô também foi cativada pela ideia do Sonoma, abandonou o restaurante onde trabalhava como sommeliere e se juntou os dois sócios nesta missão. 

A equipe do Sonoma promete ser extremamente rigorosa na seleção dos vinhos oferecidos. Os produtos são avaliados e escolhidos pela equipe de curadores com 3 critérios básicos: qualidade; relação custo x benefício e a resposta positiva para uma pergunta simples: “Eu teria esse produto em minha casa?”. Entre os produtos já oferecidos incluíram um Cotês du Rhône de 94 pontos Robert Parker por apenas R$79, e novidades poucos encontrados no Brasil como vinhos da uva Friulano e da Córsega.  A rede de contatos destes especialistas vai garantir o acesso a produtos especiais, grandes oportunidades e com certeza grandes negócios. "Hoje o crescimento de consumo de vinho e produtos gourmet no Brasil é impressionante," conta Alykhan. "Sonoma quer ajudar a ambos, novato e conhecedor, a navegar neste mundo."

Para realizar este desafio, além das boas ofertas, o Sonoma também cria conteúdo de alta qualidade, escrito por jornalistas experientes num estilo diferente das mídias especializadas: simples e claro, com uma linguagem lúdica e divertida. “Escrevemos como se fossemos um "amigo" descrevendo um vinho”, comenta Jô Barros. “Os amigos costumam passar confiança e credibilidade nas suas dicas e é exatamente isso que queremos ser para nossos clientes”.

A empresa começou suas atividades em 1 de julho e no final do mês já contava com 35 mil cadastros no site e quase 100 mil amigos no facebook, principalmente pela divulgação boca a boca. “Já tivemos clientes comprando 5 vezes no primeiro mês. Já se tornaram VIP, nunca mais vão pagar custo de frete nas entregas” conta empolgado Alykhan. 

O Sonoma entrega em toda a região sul e sudeste do Brasil, no prazo máximo de até 5 dias. O pagamento pode ser parcelado em 3vezes e, para compras acima de R$200,00, não será cobrado o frete como promoção de lançamento. Em breve o Sonoma vai atender outras regiões do Brasil.

Sonoma: www.sonoma.com.br
Email: contato@sonoma.com.br

Espanhois muito bons e baratos na Bebidaria.

A Bebidaria (www.bebidaria.com.br) está com vinhos espanhois muito bons a preços melhores ainda. Sou fã do Splendore, um Tempranillo muito redondo, não tem como não agradar! Vale conferir.


Bebidaria
www.bebidaria.com.br
Tel. (11) 5102-4870
E-mail: comercial@bebidaria.com.br

Bourgogne com Gruyère vai bem!

Para acompanhar o Gruyère AOC suíço, indiquei um Bourgogne, gosto muito do Morin Pere & Fils Bourgogne Pinot Noir, no Rei dos Whiskys (www.reidoswhiskys.com.br) sai por R$ 47,90. Combinação perfeita!

Queijos Suíços: Gruyère AOC

Este queijo é originário da região da Gruyère, nas terras altas do cantão de Friburgo, onde a tradição queijeira é transmitida desde o século XII. Neste cantão falam-se duas línguas, o francês e o alemão, mas este último só numa pequena zona. O lar de Le Gruyère AOC é o planalto que se estende até aos Alpes de Friburgo. O artesanato, o folclore, a arte e os velhos costumes têm-se mantido intactos até à atualidade nesta encantadora região, famosa justamente por dar o seu nome ao popular queijo.

As primeiras referências sobre Le Gruyère AOC datam do ano de 1115. Mas a associação do nome da região ao queijo só aparecerá nos princípios do século XVII, com motivo da visita dos representantes da embaixada francesa, aos quais ofereceram queijos Le Gruyère.

O queijo Le Gruyère AOC detém a Denominação de Origem Controlada desde o ano de 2001. Por isso está sujeito a algumas estritas condições. Por exemplo, é proibido que as queijarias realizem mais de uma produção por dia. Desta forma preserva-se a tradição artesanal e evita-se a utilização de leite que não seja fresco para elaborar mais queijos. Além disso, também se controla que a distância entre o produtor do leite e a queijaria seja como máximo de 20 km, para preservar as condições e a qualidade do leite. A pasteurização do leite também está proibida.

Enquanto o queijo vai maturando, a casca é continuamente humedecida com água pura salgada, para acelerar o tempo de maturação e para lhe dar o seu odor característico. Le Gruyère AOC é armazenado entre 5 e 12 meses. Atualmente, a zona de produção de Le Gruyère AOC elabora 27.000 toneladas deste queijo por ano, em 200 queijarias situadas na zona ocidental da Suíça e também em mais 60 explorações alpinas situadas a uma altura mínima de 1000 m e que funcionam unicamente durante o Verão.
Origem do nome: da região da Gruyère, do cantão de Friburgo na Suíça.
Região produtora: os cantões de Friburgo, Vaud, Neuchâtel, Jura, os distritos de Courtelary, Le Neuveville e Moutier, e algumas vilas que limitam com o cantão de Berna.
Matéria-prima: leite fresco de vacas alimentadas com forragens naturais, não ensiladas. O uso de aditivos é proibido na sua elaboração.
Forma, tamanho e peso: redondo, roda de entre 9 e 12 cm de espessura e de 55 a 65 cm de diâmetro, com um peso médio de 35 kg.
Região Produtora na Suíça
Gordura: 49-53 %.
Buracos: a presença de buracos não é indispensável. Se houver, são isolados e redondos, com um diâmetro de cerca de 6 mm.
Massa: dura e de cor marfim-amarelada.
Sabor: delicado, vigoroso e de pronunciado aroma. Com uma nota mais ou menos salgada, os sabores afrutados dominantes podem variar conforme a zona de elaboração.
Idade: de 5 a 10 meses ou mais.
Harmonização: com os tintos da bourgogne.

Cotês du Rhône bons e baratos!

Já que no post do legítimo queijo Emmentaler suíço indicamos para harmonizar um Cotê Du Rhône, segue algumas boas opções do Rei dos Whiskys para vinhos dessa região a preços acessíveis.

COTES DU RHONE MICHEL PICARD - R$ 29,90


COTES DU RHONE ABEL PINCHARD - R$ 23,90


COTES DU RHONE JEAN PAUL SELLES - R$ 29,90


COTES DU RHONE DOMAINE SAINT ESTEVE - R$ 57,90

Rei dos Whiskys
Tel. (11) 3488-2199

Queijos Suíços: Emmentaler AOC.

O Emmentaler AOC é o queijo famoso pelos seus buracos e deve o seu nome ao vale do Emme, no cantão de Berna, uma paisagem caracterizada pela passagem do rio Emme e pelas suas colinas, os “Schachen”, com exuberantes prados onde pastam as vacas que proporcionam o leite para a sua elaboração. A elaboração deste queijo foi se estendendo progressivamente e atualmente inclui os cantões de Argóvia, Berna, Friburgo, Glaris, Lucerna, Saint Gall, Schwyz, Turgóvia, Zug e Zurique.

As origens do Emmentaler AOC remontam-se ao século XII, quando nasceu como típico queijo “de pasto alpino”, já que se elaborava na montanha durante os meses de Verão. Da queijaria doméstica foi passando pouco a pouco para uma produção só artesanal.

O Emmentaler AOC é um queijo com buracos e muito grande, com rodas que podem chegar a ter um diâmetro de entre 80 e 100 cm e um peso médio de 90 kg. Este costume de fazer grandes rodas deve-se a que, há séculos, os queijeiros do vale do Emme começaram a produzir uma única e grande roda por dia, e não várias pequenas como faziam até então, para poupar o pagamento de impostos.

Atualmente, cada roda é objeto de estritos controles de qualidade para qualificar os buracos, a massa, o sabor, o aspecto e a sua capacidade de conservação e maturação. Só os queijos que obtêm uma pontuação de 17 numa escala de 0 a 20 podem ser comercializados com o nome de Emmentaler AOC. Além disso, este queijo não pode ser posto à venda com menos de 4 meses de cura. Também é imprescindível que a distância máxima entre a leitaria e a queijaria seja de 25 km para preservar as condições de conservação e qualidade do leite.

Os seus característicos buracos, de entre 2 e 4 cm, são formados durante o processo de fermentação, com a produção de ácido carbónico, que fica preso e se acumula nas diferentes partes do queijo. O Emmentaler detém o título de AOC (Denominação de Origem Controlada) desde o ano de 2006. Como cada corte de queijo tem um número na sua casca que identifica a queijaria onde foi elaborado, o consumidor pode conhecer a origem do queijo que adquiriu, entrando no site na Internet www.emmentaler.ch. 
Origem do nome: procedente do vale do Emme, na Suíça.
Região produtora: o vale do Emme e a região suíça de língua alemã.
Matéria-prima: leite fresco de vacas alimentadas com pastagens naturais, não ensiladas. O uso de aditivos é proibido.
Forma, tamanho e peso: redondo, corpo plano com entre 16 e 27 cm de espessura, e cerca de 80-100 cm de diâmetro. Peso médio de 90 kg, podendo chegar aos 120 kg.
Região Produtora na Suiça
Gordura: mínimo 45%
Buracos: tamanho de 2 a 4 cm de diâmetro.
Casca: natural, consistente e dourada.
Massa: cor entre o marfim e o amarelo claro.
Sabor: suave, com sabor a noz.
Idade: de 4 a 12 meses.
Harmonização: Tinto de corpo médio, minha dica um Syrah da Cotês-du-Rhône.