Regiões do vinho chileno.

Vale do Elqui

O Elqui é a região do vinho chileno mais nortenho, desafiando o deserto de Atacama ao aproveitar os benefícios refrescantes do rio que lhe dá o nome. Se bem que atualmente se cultivem uvas viníferas ainda mais ao norte, tanto em Huanco como em San Pedro, ainda não se comercializam vinhos de seus frutos. Entretanto o Elqui produz vinhos consistentemente excepcionais, sobretudo os Syrah de clima frio, alguns dos quais se plantaram a 2000 metros acima do nível do mar, nos vinhedos mais altos do Chile. Esta apreciada variedade tinta domina o vale seguida pelo Sauvignon Blanc. No último ano ocorreu um importante incremento nas plantações de Chardonnay (aproximadamente 350%) e Pinot Noir (210 %) e um aumento dos vinhedos em geral em torno de 88%.

Vale do Limarí e do Choapa
O Limari surgiu nos últimos anos graças ao êxito de seu Chardonnay, a variedade rainha, que garantiu seguidores e prêmios em todo o mundo por sua acidez picante e sua mineralidade. Variedades de clima frio se desenvolvem aqui, protegidas pela Cordilheira da Costa, dos efeitos da corrente Humboldt no oceano Pacífico. A par disto, se realizaram importantes inversões próximas do Parque Nacional Fray Jorge. No interior as variedades tintas, em especial o Syrah, se desenvolveram nos barrancos que antigamente deram proteção aos povos nativos desta zona. Ao sul de Limari, o menos conhecido Vale de Choapa, produz belos Syrah e outras variedades tintas nos solos rochosos nas cercanias dos Andes.

Vale do Aconcágua
Aconcágua, uma das regiões mais tradicionais do vinho chileno, experimentou importantes transformações nos últimos anos. Conhecido por seus ricos vinhos tintos, cultivado na pré cordilheira dos Andes, o vale seguiu o curso do Rio Aconcágua - assim chamado por causa do pico mais alto da América - e descobriu com isto os benefícios do clima frio. Hoje, o Sauvignon Blanc, deliciosamente refrescante, altera a relação entre cepas brancas e tintas no vale, que mostra também vastas plantações de vinhedos orgânicos e biodinâmicos.

Vale de Casablanca
As mudanças que o Chile efetuou em direção a uma viticultura de clima frio começou a cerca de 25 anos quando enólogos inovadores decidiram plantar nesta região pre costeira. A audácia mostrou-se tão exitosa que estas terras tão pouco férteis se transformaram em uma zona verde cheia de vinhedos. O Chardonnay continua seu reinado, porém o Sauvignon Blanc e o Pinot Noir, dois dos varietais mais destacados no Chile, estão em fase de crescimento. Este Vale também produz alguns tintos e o Syrah - bem cuidado e plantado em áreas mais temperadas - está começando a chamar a atenção tanto no Chile como no exterior.

Vale de San Antonio / Leyda
Conhecido principalmente por suas atividades portuárias, produtores de uvas empreendedores converteram o setor em uma área bem dotada para as cepas de clima frio, como o Sauvignon Blanc (aumentou uns 15%), Chardonnay (mantém-se constante), Pinot Noir e Syrah (ambos cresceram um pouco). A região está dividida em setores: Leyda, Lo Abarca e Rosario encabeçam a lista, seguidos de novas zonas de produção como Malvilla, Cartagena e Lleolleo. Os ventos frios e a escassez de água representam grandes desafios aos viticultores, apesar de que os destacados vinhos frescos e minerais façam com que o esforço valha a pena.

Vale do Maipo
Se bem que esta não é a região vinífera mais antiga do Chile - como alguns autores haviam afirmado - Maipo é, sem dúvida, uma das mais tradicionais, com suas casas senhoriais do século XIX, rodeadas de vinhedos de estilo francês. Há 150 anos esta região liderou a segunda fase áurea do vinho chileno e foi parcialmente responsável pela fama do Cabernet Sauvignon do vale, que ainda é a cepa mais apreciada da região. Na última década se definiram três áreas distintas: Maipo Andino - também conhecido como Maipo Alto - que produz um dos mais elegantes Cabernet Sauvignon do país; Maipo Costa, área mais nova e que aproveita a influência marítima para produzir tintos com mais acidez natural e Maipo Central, berço de um dos melhores Carmenere.

Vale do Rapel / Cachapoal
Quando o Chile definiu um sistema de Denominação de Origem, declarou a VI Região, ao sul do Rio Maipo e no coração da zona agrícola, como o Vale do Rapel, limitado pela represa por um lado e o rio do mesmo nome, que corre em direção à costa. Posteriormente, pelas diferenças geográficas, o setor se dividiu em duas zonas distintas. O Vale do Cachapoal, ao norte, tem pouca influência marítima e seus três setores principais: Rancágua, Peumo e Alto Cachapoal, são mais conhecidos por seus encorpados vinhos tintos, particularmente por seu Cabernet Sauvigon da zona andina e o premiado Carmenere, próxima ao centro do vale.

Vale do Rapel / Colchagua
O extremo sul do amplo Vale do Rapei é mais conhecido como o Vale de Colchagua, zona tradicionalmente celebrada por seus maduros e encorpados vinhos tintos. O Cabernet Sauvignon continua liderando a produção, ainda que, em algumas ocasiões é o Syrah e o Carmenere que atraem as atenções do público juntamente com o escasso porém excelente Malbec que provém do mesmo vale. Hoje, entretanto, os vinhedos se expandiram em direção à costa, ampliando o catálogo de vinhos finos do Vale, incluindo variedades de clima frio como o Sauvignon Blanc.

Vale de Curicó
O Vale do Curicó possui uma larga tradição vitivinícola, cultivando suas uvas no setor central do vale há mais de 150 anos. Realmente a produção de vinho é uma das indústrias mais importantes da zona. Hoje em dia quem viaja pela estrada Panamericana se maravilha pelos longos quilómetros de vinhedos que bordeiam o caminho. Com diferentes condições climáticas e geológicas, além da água farta, tanto do Rio Teno como do Rio Lontué, podemos dizer que Curicó comprovou ser uma fonte consistente de boas uvas tintas e brancas. As nova plantações do vale cresceram cerca de 15% sobre o ano anterior.

Vale do Maule
A apéllation mais extensa e diversificada do Chile se compõe de três setores distintos. O setor norte, pelo lado oriental da Estrada Panamaricana se estende até a pré Cordilheira dos Andes. O maior setor está bem no centro do Vale, concentrado ao redor dos rios Maule e Loncomilla e o terceiro setor, no árido junto à costa, se situa em direção ao poente. A diversidade dos vinhos produzidos no vale incluem uma lista de tintos vivos e frutados, de cepas nobres, até vinhos únicos produzidos a partir das antigas parreiras. Estes últimos se mostram tão atrativos que levaram os enólogos a repensar sua opiniões sobre variedades consideradas rústicas, como o Carignan.

Vale do Itata
"Devagar porém constante" é a frase chave das região mais antiga do vinho chileno. Os primeiras parreirais entraram no país em meados do século XVI em uma baía próxima de Concepcion e dali se encaminharam rumo ao norte, por terra. Seus verões calorosos e seus invernos chuvosos e frios representam desafios às variedades nobres plantadas posteriormente. Só puderam superar este desafio com a ajuda da moderna tecnologia. Assim, um grupo pequeno de produtores dedicados pôde elaborar vinhos para exportação, além do tradicional vinho para consumo interno.

Vale do Bío Bío e Malleco
Para efeitos reais podemos afirmar que o Bío Bío e o Malleco, a 400 km da capital, continuam representando o extremo sul da indústria vitivinícola chilena, mesmo que algumas vinícolas experimentais sigam avançando ainda mais ao sul. Apesar dos calorosos dias de verão, os ventos frios e os intensos invernos chuvosos obrigam os viticultores a se manterem atentos aos detalhes. A região está se mostrando muito interessante para o Pinot Noir, Chardonnay e Sauvignon Blanc, tanto que há pouco tempo já superaram a mais tradicional cepa do país, tanto em volume como em popularidade. Valerá a pena manter-se atento aos vinhedos jovens que muito cedo começarão a produzir excepcionais vinhos de clima frio.

O potencial do vinho rosé no mercado brasileiro!


Apesar do vinho estar se popularizando no Brasil, sabemos que ainda está longe de ser uma das bebidas prediletas do brasileiro. Nosso consumo médio ainda é muito pequeno se comparado aos nossos vizinhos argentinos e chilenos, que dirá ao dos europeus. O fato de o Brasil ser um país tropical faz com que a cerveja (gelada) seja mais atraente ao consumidor, outro aspecto interessante ligado ao nosso clima quente, é que o vinho branco, teoricamente deveria ser mais consumido por aqui, e não é, o tinto tem larga vantagem, certamente isso acaba restringindo ainda mais a combinação dessa bebida com nossas características tropicais. Não tenho dúvidas que o vinho branco gelado teria uma adaptação muito mais fácil aos nossos hábitos, mas decididamente o brasileiro quando pensa em vinho, pensa em tinto.

Outro tipo de vinho que tem muito potencial em nosso país é o rosé, em minha opinião, temos aqui no Brasil, uma perfeita ambientação para o consumo desse vinho. A maioria dos rosés fica perfeito servido gelado e na questão de harmonização vai muito bem com vários tipos de pratos brasileiros, até mesmo como aperitivo em nosso característico happy hour, um verdadeiro “coringa”! Agora, se consumimos ainda pouco vinho tinto, quase nada de branco, que dirá o rosé. Para difundir esse virtual potencial do rosé em nosso mercado, seria necessário um bom investimento em sua divulgação, ações de marketing bem preparadas despertariam o interesse do consumidor para esse tipo de bebida e aos provar o vinho rose, a possibilidade de nosso consumidor gostar do produto é enorme.
De uma forma geral, acredito que faltam às empresas ligadas ao setor; fabricantes, distribuidores ou lojistas, um forte investimento no marketing do vinho, além disso, o pouco que se investe nessa área é de uma falta de criatividade gigantesca. Infelizmente nossos fabricantes estão mais preocupados em conseguir vantagens fiscais e se proteger da concorrência através de atos arcaicos como a salvaguarda do que investir em ações que popularizem o vinho junto a nossa população. Ações de popularização foram muito eficientes no passado nos Estados Unidos, ainda hoje as empresas investem muito institucionalmente na imagem do vinho americano, talvez esse modelo seja um bom exemplo a ser seguido por nós brasileiros!

O queijo Conté e a pouco conhecida região do Jura na França.

Esse antigo queijo francês tem sido feito em pequenas leiterias cooperativas estabelecidas em vilas – fruitères – há mais de oito séculos. Esse sistema gerou um senso de solidariedade e orgulho, preservando a tradição e as técnicas de produção em pequena escala que ajudam a garantir que o Conté continue a ser um dos queijos mais populares da França.

São necessários cerca de 530 litros de leite para fazer uma roda de Conté de 35 kg. Em média cada fruitière trabalha com 19 cooperados ou fazenda de leite locais, todas localizadas num raio máximo de 13 km. O método de produção não mudou em séculos, como tão pouco a área onde o Conté é feito, definida atualmente por normas da Appellation d’Origine Contrôlée (AOC), que abrange as escarpadas montanhas e os amplos planaltos do Maciço do Jura, numa região que abrange o Jura, o Doubs (ambos no Franco-Condado) e o Ain (no Ródano-Alpes).

A abundância e diversidade dos pastos de montanhas e as estações bem diferenciadas é que dão ao Conté seu sabor incomparável, por meio das duas raças de vacas nativas: a Monthéliarde (conhecida pelo leite adocicado) e a Simental, ambas seguem rigorosos sistemas de alimentação, mesmo no inverno, por exemplo, são alimentados com forragem cortada dos pastos do verão, porém cada Fruitère tem um perfil que caracteriza seu sabor, que é refletido do solo, do clima e da flora das terras onde as vacas pastam, dando ao Conté uma pequena variação de seus aromas e sabores.

Os franceses comem queijo Conté praticamente a qualquer hora do dia. Como ele derrete bem, entra em muitos pratos tradicionais da França, de quiches, sopas, tortas e gratinados a fondue, molhos e saladas. Sua textura cremosa e seu paladar frutado casam bem com peixes, carnes brancas e vinhos locais do Jura como o Chardonnay, Chenin Blanc ou Viognier.
A região vinícola do Jura, localizada no leste da França, a apenas 80 quilômetros ao oeste de Borgonha, é a região francesa com a menor área cultivada de vinhas, aproximadamente 4.000 acres. Apesar de não ser muito conhecida no mercado brasileiro, ela produz vinhos inimitáveis e de excelente qualidade. Situada ao sul de Lons le Saunier e ao norte de Arbois, nas colinas ocidentais das montanhas Jura, o solo pré-histórico de mármore e calcário deu ao mundo a origem do termo genérico “jurássico”. Evidências históricas revelam a existência de vinhas na região desde o século X, mas acredita-se que o cultivo de uvas tenha começado bem antes, em meados do século III. Jura produz diversos tipos de vinhos, entre eles o tinto, branco, rosé, espumante e de sobremesa, uns mais notáveis que outros, e por isso vamos conhecer agora os melhores da região:
O Vin de Paille (“vinho de palha”), conhecido como “o néctar de paciência”, esse vinho doce é produzido a partir das castas brancas Chardonnay, Savagnin e Poulsard. As uvas são colhidas à mão, cuidadosamente selecionadas, e depois estendidas em esteiras de palha para secar, e daí vem o nome “vinho de palha”. O processo tem a duração de seis semanas e as uvas atingem um nível de desidratação de 80%. Depois da fermentação, o vinho é envelhecido em barris de carvalho durante um período de dois a três anos. Seus aromas de frutas secas, mel, caramelo e nozes seduzem qualquer pessoa.
O Vin Jaune (“vinho amarelo”), um dos vinhos mais desejados mundialmente, ele é comparado ao vinho espanhol Jerez devido às similaridades em sua produção. A maturação também ocorre em barris de carvalho e o vinho é protegido por uma camada de levedura como a flor formada no vinho Jerez, que na França é chamada de voile (véu em francês, uma levedura que da complexidade ao vinho e o protege parcialmente da oxidação). Essas similaridades também se aplicam aos aromas, mas diferente do vinho Jerez, o Vin Jaune não é fortificado, ou seja, não possui a adição de aguardente. Ele é produzido a partir de uma colheita tardia da casta Savagnin, a fermentação ocorre lentamente em barris e a camada de levedura, voile, demora três anos para se desenvolver completamente, o que significa que o vinho é levemente exposto ao oxigênio e por isso possui características oxidativas. O vinho de cor amarela tem forte aroma de amêndoas, nozes e curry, que são gerados em um período de seis anos em que o vinho é envelhecido em contado com o carvalho e com a levedura.
O Mac Vin, conhecido desde o século XIV, por vezes é confundido com licor. Pode ser produzido a partir de cinco variedades de uvas permitidas na região, sendo tinto ou rosé quando produzido a partir da Poulsard, Trousseau e Pinot Noir, ou branco quando produzido a partir de Chardonnay ou Savagnin. A colheita é tardia, feita quando o teor de açúcar nas uvas está mais elevado. O mosto é primeiro envelhecido em barricas de carvalho durante 12 meses sem fermentação e depois Marc (espécie de aguardente) é então adicionado em uma medida de um litro para cada dois de mosto. O nível alcoólico da aguardente mata as bactérias responsáveis pela fermentação, evitando que ela ocorra, o que deixa para trás o açúcar residual e um vinho de sobremesa fortificado.
Vejam abaixo outras sugestões de harmonização com os vinhos da região do Jura.
- Vin de paille - foie gras, crème brûlée, bananas flambadas e cheese cakes.
- Vin Jaune - ele é particularmente apreciado com o queijo Comté (também produzido na região) e nozes. Acompanha muito bem todos os tipos de queijos, de macios a duros, também todos os tipos de frios, sendo assim uma perfeita escolha para uma noite de queijos e vinhos. Com pratos com molhos à base de creme (filé mignon ao creme de cogumelos), foie gras e lagostim.
- Mac Vin - geralmente apreciado como um aperitivo, servido gelado com jamón e melão. Podemos também servi-lo com sorvete de baunilha ou caramelo.

Alta Vista Premium Malbec 2009.








A família d'Aulan elabora vinhos em diferentes regiões vitícolas do mundo, da França -de onde é oriunda- à Hungria e à Argentina, onde criaram a Alta Vista em 1998, buscando a excelência para duas variedades emblemáticas: o Malbec e o Torrontés. O resultado é a conjugação perfeita entre savoir faire francês e paixão argentina. A vinícola se localiza no coração de Chacras de Coria, 15 quilômetros ao sul da cidade de Mendoza, em um edifício histórico construído em 1899 que foi renovado em 2003 incluindo as últimas tecnologias vinícolas. As instalações técnicas são versáteis permitindo um trabalho "haute couture" em todas as gamas de vinhos. De maneira geral a vinícola se caracteriza por ter tanques de pequeno volume permitindo uma vinificação altamente qualitativa. As cavas subterrâneas, umas das mais lindas da América do Sul, alberga as barricas de envelhecimento dos vinhos Alta Vista.

Esse Malbec possui cor rubi. Aroma de frutas vermelhas muito maduras e especiarias também aparecem com grande intensidade. Na boca é concentrado, redondo, com muito volume e longa persistência. Um vinho aberto e harmônico. 50% do vinho permaneceu por doze meses em barricas de carvalho, sendo, francês (80%) e americano (20%) de tostado leve para aportar maior estrutura ao vinho. A boa pontuação,89 WS (2009), faz jus a esse vinho, para mim um dos melhores argentinos em sua faixa de preço, R$ 45,00 na Wine (www.wine.com.br). Fácil de agradar e fácil de harmonizar, vai muito bem é claro com carne vermelha, mas gosto de indicá-lo para acompanhar um boa pizza!

Espanhóis bem pontuados e muito bons e baratos!


Semana passada resolvi conhecer alguns vinhos espanhóis da Grand Cru, todos muito bem pontuados (RP) e recomendados pela própria Grand Cru.

Esses quatro abaixo são realmente muito bons, com ótima relação custo x benefício, merecem destaque na galeria dos “bons e baratos”!

Embocadero 2009
Vinícola San Pedro Regalado
92 RP
Região: Ribera del Duero
100% Tempranillo
Envelhecimento 14 meses em barricas de carvalho francês
Preço: R$ 45,00
  
Casajus Splendore Tempranillo 2007
Vinícola Bodega J. Alberto Calvo
91 RP
Região: Ribera del Duero
100% Tempranillo
Envelhecimento 24 meses em barricas
Preço: R$ 43,00
  
Celler Besllum Xabec 2008
Vinícola Celler Besllum
92 RP
Região: Montsant
50% Carinena e 50% Garnacha 
Envelhecimento 14 meses em carvalho Francês.
Preço: R$ 49,00

Cubo Seleccion 2009
Vinícola Bodegas La Candelaria
90 RP
Região: La Mancha
100% Tempranillo
Envelhecimento 11 meses em barricas
Preço: R$ 35,00

Domaine de Fontlade Saint Qvinis Rosé 2010.

Para degustar esse vinho rosé, preparei um risoto de salmão defumado com gengibre e alcaparras. Essa receita foi retirada do blog Cozinha Travessa. Vamos ao prato primeiro.

Foto: blog Cozinha Travessa
Ingredientes:

2 xícaras de café (bem cheias) de arroz arbóreo (arroz para risoto)
1 cebola média cortada bem miudinha
2 colheres de sopa bem cheias de manteiga sem sal + 1 colher para finalizar
1/3 copo de vinho branco
1 1/2 litros de caldo de legumes ou de peixe
2 colheres de sopa de alcaparras
2 colheres de sopa de gengibre em conserva ou gengibre fresco
100 gramas de salmão defumado
OBS: se quiser usar o gengibre em pó, utilize apenas 1 colher

Preparo:

1) Em uma panela grande aqueça a manteiga e a cebola. Deixe fritar, aumente o fogo e adicione o arroz (sem lavar), mexa bem e deixe fritar. Mexa ele constantemente de forma a não queimá-lo, ele não deve ficar dourado, apenas incorporar na manteiga. Depois de 2 ou 3 minutos diminua o fogo para médio e adicione o vinho branco. Continue mexendo. Nesta etapa todo o álcool da bebida vai evaporar.

2) Assim que o álcool for absorvido pelo arroz e secar, comece a acrescentar as primeiras conchas do caldo quente. Acrescente sempre, duas conchas por vez. Você agora não deve parar de mexer, não se esqueça de esfregar o fundo da panela deixando o fundo bem limpo para que o arroz não grude. Vá acrescentando mais conchas de caldo, a medida que a água for secando.Vá experimentando o arroz e observando a textura e continue mexendo, acrescendo caldo e acrescente o gengibre.

3) Continue acrescentando caldo e mexendo. O ponto do arroz, deve ser al dente e a esta altura o arroz já triplicou de tamanho e rendeu, enchendo a sua panela. O risoto não pode secar, não é soltinho como o arroz comum, ele é papado mesmo, aliás, muito papado. Acrescente o salmão e as alcaparras. Experimente para ver se haverá necessidade de colocar sal. Adicione a colher de manteiga, que deverá deve estar bem gelada, no centro da panela. Misture delicadamente, sem encostar a colher na manteiga, ou seja, misture na lateral da panela, de forma que manteiga fique no meio e vá se desfazendo aos pontos. Isso ajudará o seu risoto a ficar com este brilho e da o gostinho especial. Sirva imediatamente.


Para acompanhar esse prato sugiro um rose de Porvence, minha indicação é o Domaine de Fontlade Saint Qvinis, distribuído pela La Cave Jado (www.cavejado.com.br). Ótimo vinho, elegante com um nariz agradável (frutas vermelhas e pêssego), em boca é longo e aromático, boa estrutura e um final fresco e persistente. Feito de um corte 50% Cinsaut e 50% Grenache. Sua cor salmão é suave, mas brilhante. Sou suspeito para falar dos vinhos rosés de Provence, pois sou fã incondicional deles, esse que sugiro tem um ótimo custo benefício!

Conheça a primeira rede social focada no mundo vinícola.


Ao final de 2011 uma empresária apreciadora de vinhos e seu marido tiveram uma ideia e criaram uma rede social especializada para apreciadores de vinhos. A rede, chamada de Vinthink (www.vinthink.com), já possui cerca de 2500 usuários registrados, e funciona como um "Facebook dos vinhos", como disse sua criadora Gemma Rojas.

A proposta é compartilhar opiniões e notas sobre vinhos degustados pelos usuários, além de criar uma base de dados, em constante atualização, que já possui 59 mil vinhos cadastrados de 11 mil vinícolas diferentes. Segundo Gemma a ideia surgiu quando ela e seu marido foram jantar e não lembravam o nome do vinho que haviam tomado no dia anterior, e por isso decidiram criar uma base de dados para armazenar as informações.

"Como ele é programador, decidiu criar um pequeno aplicativo para armazenar os vinhos que fosse provando" disse ela sobre o marido; "E assim nasceu o projeto, que levamos anos para desenvolver e materializar". Além da interação social é possível fazer buscas de vinícolas, regiões e uma lista de seus vinhos favoritos. Os profissionais da área podem criar perfis públicos que podem ser "seguidos" por outros usuários que se interessem pelo conteúdo deles.

Uma excelente seleção de vinhos rosados.

A Mistral preparou uma excelente seleção de vinhos rosados, perfeitos para serem apreciados nos dias quentes de Verão. São quatro belos achados, de ótima relação qualidade/preço, que vale a pena conferir.
Mais detalhes confira no site da importadora Mistral: www.mistral.com.br.

Vino Mundi realizará degustação "Syrah pelo Mundo".

A Vino Mundi realizará dia 16 de março a degustação "Syrah pelo Mundo", uma seleção de 5 vinhos da uva Syrah onde irão demonstrar as nuances dessa cepa cultivada em diferentes partes do mundo.


A origem desta uva tinta majestosa, capaz de produzir vinhos longevos e de grande qualidade, é bastante controversa. Alguns acreditavam que sua origem era siciliana, tendo emprestado seu nome da cidade de Siracusa.

Mais recentemente duas hipóteses disputam a maioria de seus adeptos. Há os que acreditam que esta cepa tenha sido trazida por cavaleiros cruzados da antiga Pérsia (hoje Irã) para o sul da França, seu nome se originando da cidade de Shiraz, termo utilizado hoje pelos australianos para designar a uva.

A hipótese que vem ganhando maior corpo é a de que se trata de uma uva autóctone do Ródano, descendente da vitis allobrogica, produzindo vinhos finos na região desde os tempos da dominação romana, como menciona o próprio Plínio em suas obras.

Vejam abaixo os 5 vinhos de diferentes países que serão degustados:
Argentina: DV Catena Syrah-Syrah
Africa do Sul: Porcupine Syrah
Austrália: Penfolds Bin 128 Shiraz
França: Château de la Tuilerie Syrah Vieilles Vignes
Itália: Cortona Syrah


Quando: 16/03/2012 - a partir das 19h
Valor: R$ 69,00 (sendo R$ 60,00 convertidos em crédito para compra de vinhos da Importadora Mistral)
Vagas limitadas. Reserve já a sua!
Informações: (11) 2338-8466 ou (11)3045-0133 ou vinomundi@vinomundi.com.br. 

Domaine La Grave Merlot 2008.

O Château La Grave de propriedade da família Orosquette, ocupa uma centena de hectares em Badens, na região do Languedoc-Roussillon , sendo um terço ao pé do Canal do Midi, produz vinhos da apelação Minervois. A outra parte, com solo mais argiloso, produz um excelente Vin de Pays des Hauts de Badens. A casta Merlot encontrou bom equilíbrio na base das colinas, em solos argilosos, às vezes arenoso, com estrutura leve e profunda. Adaptou-se perfeitamente às condições climáticas e geográficas do “terroir” do Château La Grave.

Esse vinho 100% Merlot, possui cor rubi brilhante. Aroma frutado intenso com boa complexidade. Em boca é macio e leve, perfeitamente equilibrado, taninos sedosos e um bom final. Seu preço é R$ 49,00, não é dos melhores, porém a curiosidade e o fato de conhecer um Merlot do Languedoc-Roussillon fez valer essa compra. Acompanhou muito bem uma pizza napolitana. Fácil de agradar!

Vinhos bons e baratos fáceis de encontrar.

J. P. Chenet Cabernet/Syrah

Produtor: Les Caves de Landiras
Região: Languedoc - França
Importadora: La Pastina
Preço: R$ 30,00

Vinho composto por 60% Syrah e 40% Cabernet Sauvignon, sem passagem por madeira. Apresenta cor vermelho-rubi translúcida e brilhante. Tem aromas de frutas negras maduras, notas de herbáceo. No paladar é frutado, limpo e bem vinificado. O álcool sobra um pouco no final, mas não chega a incomodar. Tinto acessível, simples, direto e sem arestas. Por ser meio seco é uma porta de entrada para aqueles que não têm o costume de tomar vinho e querem se iniciar nesse hábito maravilhoso e saudável. Boa companhia para coquetéis e finger foods em geral.


Nederburg Cabernet Sauvignon

Produtor: Nederburg
Região: Stellenbosch - África do Sul
Importadora: Casa Flora
Preço: R$ 35,00
Nederburg é a vinícola líder e mais condecorada da África do Sul, que vem construindo uma reputação de vinhos de estilo clássico, com ricos sabores frutados. Este tinto feito com 100% Cabernet Sauvignon da região de Western Cape, apresenta cor rubi intensa, aromas de frutas vermelhas, que são logo confirmados na boca, com toques de baunilha e chocolate. Sua acidez é média, seus taninos são fortes e a sua persistência é boa. Bom exemplar do Novo Mundo. Harmoniza bem com carnes vermelhas e massas de molho duros também.


Alamos Syrah

Produtor: Alamos (Catena Zapata)
Região: Mendoza - Argentina
Importadora: Mistral
Preço: R$ 30,00

Ótimo Syrah produzido por Catena Zapata, que matura por 9 meses em barricas de carvalho francês e americano. No nariz aparece aromas de frutas maduras e especiarias. Boca de bom corpo. Jovem e muito macio, com taninos delicados e bem casados com a madeira. Um produto de bom preço, com a assinatura e a qualidade da família Catena, um ícone argentino.

O que é harmonização?


Harmonizar, no mundo da enogastronomia, é combinar os sabores dos alimentos com as características dos vinhos, buscando a melhor parceria possível, para que essa seja uma experiência que inspire e agrade nossos sentidos. Para harmonizar, é essencial saber o que prevalece no prato. Algumas perguntas simples auxiliam, por exemplo: o prato será servido quente ou frio? Tem ou não molho? Esse molho é vermelho ou branco? A carne é gorda ou magra? Essa carne é vermelha ou branca? Vamos a alguns exemplos de harmonização bem comuns em nosso dia a dia.

Para harmonizar um vinho com uma popular macarronada, com molho vermelho e, muitas vezes, acompanhada de frango assado ou de bife à rolê, pode-se escolher um tinto italiano, como os Chianti, ou um Syrah do Chile, com seu frutado e fundo de especiarias. No entanto, se o macarrão tiver molho branco ou de queijos, vale tentar um Chardonnay amadeirado, que não esteja extremamente gelado.

Para harmonizar um vinho com churrasco, é legal saber que as carnes na grelha (em geral mais gordurosas) pedem vinhos com mais taninos, como portugueses da região da Bairrada, Cabernets mais potentes, Tannats uruguaios (aqui cuidado; se você for um apreciador de carnes bem passadas, evite os Tannats, pois a combinação ficará amarga) e Malbecs argentinos. O tanino marcado desses vinhos aprecia a companhia da proteína e da gordura das carnes.

Se a opção for um simples sanduíche, os vinhos brancos vão bem quando a preparação levar queijos ou patês com ricota. Porém, se os frios, como a mortadela, o salame ou mesmo uma copa, forem o recheio principal, vale um tinto leve, como um Bardolino, um rosé bem mais marcante, como um português, e até mesmo um bom Lambrusco seco.

Fonte: Revista Adega

Dois excelentes vinhos argentinos bons e baratos!

Mapema Malbec/Tempranillo - Preço: R$ 38,00 na LePic (www.lepic.com.br).


Esse vinho foi criado pelo enólogos Pepe Galante e Mariano Di Paola é elaborada com um corte de 50% Malbec e 50% Tempranillo, maturado 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. É um vinho exuberante e cheio de fruta, com notas de especiarias e um agradável toque sedoso no palato. Um verdadeiro achado, que já surge como uma das maiores pechinchas da Argentina.

Zohar Syrah/Bornada - Preço: 45,00 na Wine (www.wine.com.br).


Elaborado com um corte de Syrah(50%) e Bonarda(50%), esse vinho estagiou por 9 meses em barricas de carvalho francês(50%) e americano(50%). Possui aroma a frutas negras e notas de pimenta. Vinho equilibrado, taninos doces e maduros, final longo. Um vinho com a marca registrada de Susana Balbo

"Vinhos Bons e Baratos!" participa do concurso "Meu Vinho com Susana Balbo".

O blog “Vinhos Bons e Baratos!” foi um dos escolhidos para participar do concurso “Meu Vinho com Susana Balbo”, promovido pela Cantu Importadora em parceria com a vinícola Dominio del Plata e com o canal Wine Bar.

Essa foi uma oportunidade maravilhosa de sermos enólogos por um dia, elaborando um corte a partir de cinco amostras de vinhos que foram enviadas pelos organizadores. Os vinhos enviados foram; Malbec (Gualtallary), Malbec (Vistalba), Cabernet Sauvignon (Ugarteche), Cabernet Sauvignon (Altamira) e o Tannat (Urgarteche).

A partir dessas amostras fomos fazendo nossas experiências, mesclando percentuais dos vinhos e chegando a um corte que mais nos agradou. Após o envio de todos os cortes dos participantes, foram 25 blogs ao todo, Susana Balbo em conjunto com sua equipe, irá reproduzir e julgar os cortes, elegendo assim o blog vencedor. O anúncio do vencedor, será transmitido direto de Mendonça na Argentina, no dia 2 de dezembro, através do canal WineBar (www.winebar.com.br).

O blogueiro que elaborar o corte escolhido terá seu vinho produzido e lançado no mercado sob o nome de Dominio Del Plata Limited Edicion, assinado pelo blogueiro vencedor. No contra-rótulo constará a logomarca do Enoblogs e do Wine Bar. O Lançamento do vinho será realizado durante a ExpoVinis 2012.

O blog “Vinhos Bons e Baratos!” já enviou seu corte aos organizadores, agora é só esperar sair o resultado e quem sabe, teremos um belo vinho assinado por nós. Quero parabenizar os organizadores por esse evento tão inovador, que movimentou alguns dos mais importantes wineblog brasileiros. Está sendo uma grande festa participar com todos através do Facebook.

Tenho certeza que todos nós saímos vitoriosos desse concurso, foi uma experiência única, onde tivemos um grande aprendizado sobre uma das fazes mais importantes da produção de um vinho.

Dominio del Plata:  www.dominiodelplata.com
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Bolla e Corvo, os heróis da resistência!

Quem é um pouquinho mais velho, certamente se lembrará dos anos em que os produtos importados, de um modo geral, ainda eram escassos no Brasil. As ofertas de vinhos eram muito restritas, nos anos 80 os famosos vinhos alemães Liebfraumilch, aquele das garrafas azuis reinavam, mesmo tendo uma qualidade pra lá de duvidosa, pois é, em terra de cego quem tem um olho é rei! Os vinhos nacionais também eram bem simplesinho, opções como Forestier e Almadem eram muito populares.

Mas eu me lembro que dois vinhos italianos também muito famosos e que sobreviveram em nosso mercado, pois eram das raras boas opções que tínhamos. O Bolla de Valpolicella e o Covo de Salaparuta, esses eram verdadeiros “craques” nesses anos de “vacas magras” para o vinho no Brasil.

Evidentemente, hoje eles são opções simples diante de tanta variedade de vinhos que nossos importadores trazem para nosso país. Mesmo assim resolvi fazer um post em homenagem a esses dois populares vinhos italianos que tranquilamente podem fazer parte de qualquer lista de vinhos bons e baratos que possamos elaborar.

Bolla Valpolicella Classico - R$ 38,00
Produzido com o corte de 60% de Corvina, 30% de Rondinella e 10% de outras uvas locais. Possui cor Rubi. Aroma frutado, com toques de especiarias, nozes e nuances de carvalho. No paladar possui corpo médio, taninos suaves, harmonioso e boa persistência.

Corvo Rosso di Salaparuta - R$ 34,00
Elaborado com uvas da variedade Nero'Avola, Perricone e Nerello Mascalese. Possui cor rubi vivo, com nuances tendendo ao grená. Aroma intenso e complexo frutado com destaque para cereja. Ao paladar, revela-se equilibrado, agradável, de bom corpo e com final de boca persistente.

Fairview, a excelente opção sul-africana da Ravin.

Com uma história de vinificação na propriedade iniciada nos anos 1699, a Fairview produz vinhos com sua própria marca desde 1974. Hoje na terceira geração da família, a empresa é gerida por Charles Back, um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento do enoturismo na África do Sul. Sua propriedade fica um pouco além de Stellenbosch, na região de Paarl. Back é mais conhecido ao redor do mundo por sua linha de vinhos que levam nomes divertidos, baseados em cabras, mas com um ar francês. Entre eles estão o Goats do Roam, e o Goatfather.

Em 2009 lançou a linha La Capra, moderna e inovadora e uma homenagem divertida a cabra, a Cidade do Cabo e a cultura sul-africana com rótulos que reproduzem tudo o que Back faz em sua propriedade: criação de cabra, produção de vinho, exportação para o mundo, música e queijo. Back é também o maior produtor de especialidades de queijo da África do Sul, com 800 cabras produzindo leite ouvindo boa música.

O vinho, no entanto, continua sendo o centro da atividade de Back. Atualmente produz tanto para os que bebem vinho casualmente, quanto para os especialistas, sempre com qualidade e preços excelentes. A Ravin importa esses três vinhos que eu gosto muito, o Goats do Roam Red, que possui um ótimo custo x benefício, o La Capra, que é um vinho que vale mais do que custa e o excelente Goatfather, que possui um preço fora da proposta do blog, mas como sou fã desse vinho resolvi listá-lo aqui. Veja abaixo um breve comentário sobre eles:

Goats do Roam Red 2009 - Preço R$ 39,00
Com um belo rótulo inspirado em artefato ancestrais da Mesopotâmia que simboliza a importância do equilíbrio. Possui um corte típico do Rhône, 72% Shiraz, 15% Cinsault, 7% Grenache, 4% Mourvèdre, e 2% Carignan. Possui aromas de frutas vermelhas e notas de especiarias. Um coringa! Acompanha desde massas, risotos e carnes em geral a frios e queijos.

La Capra Shiraz 2009 - Preço R$ 42,00
A uva Shiraz se adaptou perfeitamente as terras da África do Sul, um excelente exemplo disso é esse vinho. Possui aroma expressivo de frutas vermelhas e especiarias proveniente dos 12 meses de estágio em carvalho. Faz uma combinação irresistível com assados.

The Goatfather 2009 - R$ 62,00
Uma homenagem ao ”Poderoso Chefão”, esse vinho possui um corte com predominância de variedades italianas; 50% Sangiovese, 33% Barbera e 17% Cabernet Sauvignon. Esse blend é rico, com taninos macios, ótima acidez e um delicado final de boca. Harmoniza em perfeição com pratos elaborados com carnes vermelhas, ensopados e massa com molho tipo ragú.